O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Geral

Novos formatos de vestibular em faculdades privadas desafiam alunos

25 de novembro de 2017 Geral
Compartilhar

Do Estadão Conteúdo

SÃO PAULO – A adoção de métodos alternativos em vestibulares de faculdades privadas de ponta – como entrevistas e dinâmicas de grupo – tem feito alunos conciliarem os estudos das disciplinas tradicionais com outras estratégias de preparação. Os estudantes recorrem a palestras, debates, simulações de entrevistas, além de livros de ética e filosofia, para ir bem nos testes orais dos processos seletivos de escolas como Fundação Getulio Vargas (FGV), Insper e Albert Einstein.

A preocupação em formar profissionais com mais do que domínio técnico fez com que essas instituições passassem a incorporar exames que avaliem características como empatia, capacidade de argumentação e trabalho em equipe – as habilidades socioemocionais. Nas três faculdades, essa avaliação faz parte da segunda fase do vestibular. Após uma prova tradicional que avalia o conteúdo do ensino médio, parte dos candidatos é selecionada para as provas orais.

No Einstein, por exemplo, eles são avaliados em oito exercícios, com simulações de situações-problema em que são observadas competências como comunicação, liderança e compaixão. Juntos, os testes valem 25% da nota final do estudante.

Fernanda Souza, de 23 anos, faz cursinho pré-vestibular e tenta uma vaga na faculdade de Medicina. Além de conversar com quem já passou pelo teste, decidiu ler livros e ver palestras diversas no tempo livre.

“Procuro entrar em contato com os mais diferentes assuntos para estar preparada para qualquer cenário que aparecer. Não acredito que seja possível treinar essas habilidades, mas é possível aguçar a sensibilidade e a forma como se encaram algumas situações”, diz a jovem, que intercala o estudo para os vestibulares tradicionais com leituras de Filosofia e Ética.

“Percebemos que os alunos têm alguns vícios gestuais, como colocar as mãos nos bolsos, passar a mão nos cabelos. Também há questões comportamentais. Alguns jovens não ouvem e têm dificuldade para contra-argumentar. Damos essa devolutiva para que possam melhorar”, explica Elcio Bertolla, coordenador pré-vestibular CPV.

Há três anos, a Escola de Administração de Empresas da FGV de São Paulo avalia os candidatos na segunda fase com a apresentação de uma carta de motivação e entrevista. Cerca de 900 alunos são selecionados para essa etapa e 20 professores da unidade foram treinados para a avaliação oral. “Aprimoramos o processo para identificar o candidato que vem com um discurso pronto, muito treinado. Queremos pessoas autênticas”, explica Renato Ferreira, coordenador de graduação.

Gustavo Oliveira, de 17 anos, busca uma vaga em Administração na FGV e diz que seu preparo para a segunda fase foi feito em debates promovidos em sala de aula no colégio Móbile, na zona sul de São Paulo. “No ensino médio, participei de muitos debates e conversas sobre os mais diversos temas. A argumentação é uma habilidade que desenvolvi bastante”, afirma.

“Fico um pouco nervoso porque nunca tive essas habilidades avaliadas em prova, apesar de trabalhar esse lado na escola”, diz Bernardo Lisboa, de 17 anos, que tenta Economia no Insper. “A escola incentiva muito essa formação humana e que os alunos participem. Então, me sinto confortável em fazer esse tipo de avaliação”, conta Ana Choi, de 17 anos, candidata de Medicina do Einstein.

O Einstein adota como parte da seleção uma dinâmica em que os candidatos fazem um debate, enquanto são avaliados por uma banca. Há ainda avaliação oral individual. “Nosso objetivo é buscar o máximo de informações sobre o candidato e ver se ele tem as competências que consideramos importantes: comunicação assertiva, boa interação com pessoas e pensamento crítico”, explica Tadeu da Ponte, coordenador do Insper.

Estímulo. Além do Móbile, colégios dão orientação individual sobre as provas orais, promovem debates e levam alunos dessas faculdades para contar sobre o vestibular. “Não há uma preparação específica. O importante é deixá-los à vontade e familiarizados com esse tipo de situação. Eles não estão acostumados a ter essas habilidades avaliadas em provas, mas elas são trabalhadas na escola. Nosso papel é mais o de orientar do que treinar”, conta Claudio Pinheiro, coordenador do Colégio Bandeirantes, na zona sul.

Carlson Toledo, diretor do Colégio Porto Seguro, na zona sul, afirma que as habilidades são treinadas com atividades em grupo e o incentivo à participação e ao debate em classe.

“A essência e as características esperadas por essas provas, eles têm. Fazemos um trabalho de assessoria para explicar como são as entrevistas e dinâmicas porque são jovens e não estão acostumados”, diz Toledo.

Notícias relacionadas

Homem investigado por estupro de vulnerável é preso pela PF

Corregedor manda investigar procurador acusado de ‘ir pra cima’ de advogada

Levantamento aponta esportes mais apostados em bet em 2025, com liderança do futebol

Ação do Grupo Atem no Puraquequara une reflorestamento, educação ambiental e incentivo à bioeconomia

Moraes rejeita pedido para acesso irrestrito do irmão de Michelle à prisão domiciliar de Bolsonaro

Assuntos Faculdades Privadas, Vestibular
Redação 25 de novembro de 2017
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Aprovens
Serviços

UEA oferta 306 vagas para o AprovENS 2026

2 de janeiro de 2026
Candidatos conferem lista de aprovados para saber se foram aprovados para a UEA (Foto: UEA/Divulgação)
Dia a Dia

UEA divulga relação dos 3,8 mil aprovados no Vestibular e SIS

9 de dezembro de 2025
Dia a Dia

Provas do SIS da Universidade do Estado do Amazonas serão domingo

23 de outubro de 2025
Professores vão interagir com personagens virtuais nas aulas do Pré-Vest UEA (Foto: UEA/Divulgação)
Serviços

UEA fará aula de revisão pela internet para o vestibular e SIS

17 de julho de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?