O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

No Brasil, 55 milhões ficam sem internet por uma semana todo mês

3 de dezembro de 2021 Dia a Dia
Compartilhar
aula on-line
Estudo pela internet: planos de operadoras se encerram antes do fim do mês (Foto: Marcio James/Semcom)
Por Paula Soprana, da Folhapress

SÃO PAULO – Um quarto da população brasileira fica o equivalente a uma semana sem internet todo mês. Isso acontece porque 45% dos usuários mais pobres (classes C, D e E) possuem planos de telefonia móvel que se esgotam antes de o mês acabar. A duração média de um pacote é de 23 dias, mas chega a 19 dias entre os mais vulneráveis.

Os dados são de uma pesquisa sobre hábitos de uso e navegação na rede realizada pelo Instituto Locomotiva e pelo Idec (Instituto de Defesa do Consumidor). As informações foram coletadas por telefone de 26 de julho a 12 de agosto, com mil pessoas.

A amostra é de homens e mulheres com 16 anos ou mais que acessam a internet pelo celular e estão nas classes C, D e E, proporcionalmente distribuídas conforme os parâmetros da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais.

É possível concluir que essas pessoas ficam sem internet porque 91% delas usam o smartphone como principal dispositivo de acesso. Se ficam sem plano móvel, portanto, ficam sem internet. O computador de mesa e o notebook representam 3% e 4% do acesso, respectivamente.

Wi-fi público, privado ou roteamento de internet de outros celulares são as alternativas dessa população que fica privada de acesso por sete dias ou mais.

A última TIC Domicílios, do Cetic (Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação) aponta para dados semelhantes: 90% dos usuários da faixa D e E conectam-se à internet somente por do celular. Na classe C, o índice cai para 58%.

O gasto médio mensal com planos de dados é de R$ 43 (R$ 33 entre os que possuem pré-pago, mesmo valor médio dos usuários da classe D e E).

O acesso à internet cresce a cada ano no Brasil e ele só tem espaço para avançar entre os mais pobres, já que as faixas A e B estão 100% contempladas. Embora 83% dos domicílios tenham alguma conexão, ela acontece de modo desigual: a força do sinal difere de centros para periferias, que têm menos antenas, e as regiões remotas têm infraestrutura de fibra precária ou inexistente se comparadas às metrópoles.

A pesquisa mostra que, diante da falta de internet, 66% já deixaram de realizar alguma atividade online, como pesquisar se uma informação recebida era notícia falsa (30%), acompanhar aulas ou cursos (35%), acessar serviços públicos (33%), transferir dinheiro (43%), agendar um exame (28%), acessar um serviço de saúde (31%) ou buscar informações sobre a Covid-19 (36%).

“A conectividade é um meio de democratizar o acesso à informação e esse acesso diferenciado acentua o gap educacional entre os mais pobres e os mais ricos. Os microempreendedores que sobreviveram na pandemia tinham internet para vender em lojas virtuais, para oferecer seus serviços por aplicativo”, afirma Renato Meirelles, presidente do Locomotiva. “Já o jovem pobre teve dez dias a menos de estudo”.

A modalidade de acesso à internet não é um problema solitário na desigualdade digital. A quantidade de computadores e celulares por casa e o tipo de aparelho usado também impactam a rotina das famílias. Computador ou o laptop se mostraram essenciais para atividades mais recorrentes durante a pandemia.

Segundo Fabio Senne, coordenador de pesquisas do Cetic.br/NIC.br, 90% dos usuários mais pobres acessam a internet somente pelo celular. “Não tem teletrabalho ou ensino remoto assim. Apenas 13% dessa classe fez algum uso de computador para usar a internet”, diz.

Redes sociais

A utilização de redes sociais não se altera diante do fim dos pacotes de dados porque as operadoras no Brasil adotam a prática chamada zero rating, ou acesso patrocinado: não descontam da franquia o uso da internet em alguns aplicativos, como WhatsApp, YouTube ou Facebook.

“Apesar de a situação parecer mais confortável, ela acaba por prender usuários em aplicativos determinados e implicando um enviesamento no uso da internet – o que, inclusive, é proibido pelo Marco Civil da Internet, que determina a garantia de neutralidade de rede”, diz a pesquisa.

“A pessoa sem internet fica limitada ao WhatsApp. Se recebe fake news, não consegue conferir a notícia. Isso é preocupante com a aproximação das eleições”, diz Camila Leite, advogada de telecomunicações e direitos digitais do Idec. Segundo a especialista, 13% dessas pessoas têm Telegram, mas isso não quer dizer que usem o aplicativo todos os dias.

Além disso, ela diz que o pré-pago, por não ter compromisso de conta mensal, cobra proporcionalmente mais por megabit, “outra manifestação de desigualdade na internet móvel”. Procurada, a Anatel afirmou que a prática de zero rating não conflita com a legislação.

Disse que o art. 7º do Marco Civil da Internet traz como direito do usuário a não suspensão da conexão à internet, salvo por débito diretamente decorrente de sua utilização.

“A franquia não conflita com a legislação, uma vez que é característica da oferta, a qual o consumidor opta por contratar, a um determinado preço, um determinado volume de dados para usufruir durante um determinado tempo”, destacou.

“De mesmo modo, a oferta de zero rating como parte das características do plano de serviço, desde que o usuário seja previamente informado das regras, também não é contrário ao MCI”, disse.

Notícias relacionadas

Prefeito anuncia mudança em agência para fiscalizar serviço de água em Manaus

Bombeiros encerram buscas por cinco desaparecidos em naufrágio em Manaus

Desembargador manda paralisar obra de ponte de R$ 125 milhões no AM

Homem é condenado a 57 anos de prisão e a pagar R$ 60 mil por estupro de crianças

Juiz anula trecho de portaria que proibia delegado de conceder entrevista

Assuntos acesso a internet, internet
Cleber Oliveira 3 de dezembro de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Maior cresecimento no acesso à internet ocorreu entre os idosos no Brasil (Imagem ilustrativa gerada por IA/Google)
Dia a Dia

Maior aumento no acesso à internet ocorre entre os idosos

3 de julho de 2026
Uso do celular por crianças causa ansiedade e desinteresse por estudos, mostra estudo (Imagem ilustrativa gerada por IA Nano Banana 2/Google)
Dia a Dia

Conexão em queda: cai o acesso de crianças a celulares no Brasil

2 de julho de 2026
Cabos de fibra ótica serão instalados submersos nos rios pelo projeto Norte Conectado (Foto: Divulgação RNP)
Dia a Dia

Infovias fluviais garantem internet a comunidades remotas na Amazônia

26 de junho de 2026
Agente federal confere site com imagens de pornografia infantil na Operação Desmascarados (Foto: PF/Divulgação)
Dia a Dia

PF combate exploração sexual infantil pela internet em 10 estados

25 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?