O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Não sou mais refém de um sistema judicial tendencioso, diz Carlos Ghosn

31 de dezembro de 2019 Dia a Dia
Compartilhar
Carlos Ghosn disse que está ansioso para falar com a mídia (Foto: José Cruz/Agência Brasil)
Da Folhapress

SÃO PAULO – O ex-presidente da Nissan Carlos Ghosn disse, em nota enviada à imprensa nesta terça-feira, 31, que está no Líbano e não é mais refém de um sistema judicial tendencioso.

“Não sou mais refém de um sistema judicial japonês tendencioso, onde prevalece a presunção de culpa, a discriminação é generalizada e os direitos humanos são violados, em total desrespeito às leis e tratados internacionais”, disse.

Ghosn afirmou ainda não estar fugindo na justiça, mas sim de perseguições políticas.

“Eu me libertei da injustiça e da perseguição política. Agora posso finalmente me comunicar livremente com a mídia e estou ansioso para começar na próxima semana.”

Carlos Ghosn, ex-presidente da Renault-Nissan, deixou o Japão, onde aguardava julgamento por suposta irregularidade financeira, e foi para o Líbano. Ele aterrissou no aeroporto internacional Rafic al Hariri, na noite de domingo, 29, em um jato particular, segundo a mídia local. Ghosn, nascido no Brasil, tem nacionalidade libanesa, além de francesa.

Há muito tempo ele é encarado como um dos homens de negócios expatriados mais bem sucedidos do Líbano, a terra de seus pais. Ele é sócio de diversas empresas no país, incluindo uma vinícola, e o governo do Líbano intercedeu em seu favor depois de sua detenção no ano passado.

Ghosn, no passado celebrado por ter revertido a situação de montadoras de automóveis problemáticas, caiu em desgraça em um dos casos corporativos mais dramáticos dos últimos dez anos, depois de ser detido no aeroporto em novembro de 2018, no Japão, sob quatro acusações de delitos financeiros de conduta. 

No país, mais de 99% dos indiciados são condenados. Mesmo que seja absolvido, os promotores podem recorrer à Suprema Corte, arrastando o caso por mais alguns anos.

O executivo nega qualquer irregularidade, e a família dele afirma que Ghosn recebeu tratamento desumano enquanto estava preso no Japão.

A Nissan afirma que Ghosn declarou remuneração pessoal inferior à real, e dois relatórios financeiros identificam que ele deixou de declarar mais de US$ 80 milhões em remuneração postergada.

O executivo negou todas as acusações movidas contra ele pelos promotores da Justiça japonesa, e a Comissão de Vigilância de Títulos e Bolsas do Japão (Sesc, na sigla em inglês) contestou algumas conclusões de um inquérito interno da Nissan, na metade de dezembro.

No entanto, a agência regulatória também multou a Nissan em US$ 22 milhões por ter declarado valores inferiores aos reais quanto à remuneração de Ghosn durante quatro anos.

Os procuradores públicos japoneses montaram seu caso em parte com dados encontrados em um computador obtido no Líbano de um dos auxiliares de Ghosn.

Leia declaração de Carlos Ghosn na íntegra:

“Eu me encontro no Líbano neste momento. Não sou mais refém de um sistema judicial japonês tendencioso, onde prevalece a presunção de culpa, a discriminação é generalizada e os direitos humanos são violados, em total desrespeito às leis e tratados internacionais que o Japão tem ratificado e que é obrigado a respeitar. Não fugi da justiça -eu me libertei da injustiça e da perseguição política. Agora posso finalmente me comunicar livremente com a mídia e estou ansioso para começar na próxima semana.”

1996 – Carlos Ghosn deixa a Michelin após 18 anos e assume o cargo de vice-presidente da área de compras na Renault

1999 – Renault compra participação majoritária na Nissan e Carlos Ghosn é designado chefe de operações da montadora japonesa. Surge a Aliança Renault Nissan

2001 – Ghosn acumula os cargos de CEO e presidente do conselho da Nissan

2005 – o executivo se torna também o CEO da Renault

2010 – Aliança Renault Nissan assina acordo de cooperação com a alemã Daimler, dona da Mercedes-Benz, para o desenvolvimento de motores e veículos

2016 – Nissan obtém o controle acionário da japonesa Mitsubishi, que também passa a ser presidida por Carlos Ghosn

2017 – Ghosn deixa a presidência da Nissan e passa a cuidar mais de assuntos de governo, com o objetivo de expandir a Aliança

Notícias relacionadas

Fim da escala 6×1 pode beneficiar 130 mil trabalhadores no Amazonas

Motociclista sem habilitação atropela e mata Idosa na faixa de pedestres

Papa Leão XIV defende regulação da IA e critica uso bélico da tecnologia

Mudanças climáticas afetam 85% dos brasileiros, mostra pesquisa

Uma pessoa morre e três ficam feridas em acidente de trânsito em Manaus

Assuntos Carlos Ghosn, Nissan
Redação 31 de dezembro de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Resende (RJ): mais investimentos no Brasil (Foto: Nissan Brasil/Divulgação)
Negócios

Nissan planeja investir R$ 2,8 bilhões no Brasil para produzir novos carros

7 de novembro de 2023
Dia a Dia

Corte dos EUA aprova extradição de envolvidos na fuga de Carlos Ghosn

7 de setembro de 2020
Fábrica da Fiat em Betim-MG. Instalação no Brasil aproveitou regime militar, revelam documentos (Foto: Fiat/Divulgação)
Economia

Nissan pagará multa e salários para demitir pessoal de sua fábrica no Brasil

22 de junho de 2020

Japão pede prisão de Carole Ghosn à Interpol

10 de janeiro de 2020

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?