O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Ministro diz que trabalho por aplicativo no país beira a escravidão

18 de janeiro de 2023 Economia
Compartilhar
Ministro Luiz Marinho
Ministro Luiz Marinho participou de encontro com o presidente Lula e sindicalistas nesta quarta-feira (Foto: Divulgação)
Por Marianna Holanda e Victoria Azevedo, da Folhapress

BRASÍLIA – O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, disse nesta quarta-feira (18) que as condições vividas por trabalhadores de aplicativos beiram a escravidão.

A declaração foi dada durante cerimônia com representantes das centrais sindicais realizado no Palácio do Planalto, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Nós acompanhamos a angústia dos trabalhadores de aplicativos, que muitas vezes têm que trabalhar 14h, 16h por dia para poder levar pão e leite para casa. Isso, no meu conceito de trabalho, beira o trabalho escravo”, disse Marinho.

Nesta quarta, Lula assinou portaria interministerial que cria um grupo de trabalho para elaboração de projeto de lei que institui a política de valorização do salário mínimo. O grupo terá vigência de 45 dias, renováveis por igual período.

O ministro também anunciou que devem ser feitos outros dois grupos de trabalho, sendo um deles para a valorização da negociação coletiva e fortalecimentos dos sindicatos brasileiros. “Muita gente pergunta: ‘imposto sindical volta?’ A resposta é não”, afirmou Marinho à imprensa.

Outro é justamente para dar início ao processo de regulamentação de trabalhadores de aplicativos. Segundo o ministro, o grupo será formado por trabalhadores e representantes do governo e das empresas.

Em seu discurso, Marinho buscou tranquilizar as empresas. “Não se assustem não há aqui nada demais a não ser o propósito de valorizar o trabalho”, afirmou. Ele deu como exemplo, um entregador de aplicativo que sofre um acidente de moto e perde sua capacidade de trabalho.

No entanto, questionado sobre como o governo irá agir caso as empresas de aplicativo não aceitem essa negociação, Marinho afirmou que elas “serão enquadradas”.

A preocupação com trabalhadores de aplicativo por parte do PT surgiu ainda durante a campanha do presidente Lula.

Em discurso para uma plateia repleta de sindicalistas no Salão Nobre do Planalto, Marinho criticou ainda a questão da terceirização, que também comparou com trabalho “semiescravo”.

“Quando os trabalhadores falam da terceirização do processo de desmonte das garantias sindicais é exatamente disso que estão falando. Estão tornando o trabalho praticamente semiescravo de forma regulada. Pela atual legislação, que vamos visitar uma por uma para poder rediscutir. Contudo, nós temos que ter consciência do tamanho das demandas e das complexidades que estamos falando”, disse.

Salário mínimo maior

Luiz Marinho afirmou também que, a depender de discussões a serem lideradas pelo governo federal, o salário mínimo poderia ser elevado dos atuais R$ 1.302 em maio -ele não especificou para que valor.

“Essa é a definição de hoje. Hoje é R$ 1.302. Maio pode ser que haja alteração a partir desse trabalho que nós vamos construir”, disse o ministro. “Esse trabalho que vai resultar se o salário mínimo de R$ 1.302 vai ser para o ano todo ou se ele poderá ser revisado até maio”, afirmou.

Como a Folha de S.Paulo mostrou, o aumento extra do salário mínimo (após o reajuste assinado no fim da gestão Bolsonaro para os atuais R$ 1.302, que passaram a valer em janeiro) terá um custo maior do que o imaginado inicialmente. O montante necessário seria de até R$ 7,7 bilhões, que precisaria ser acomodado mediante cortes em outras áreas.

Com isso, o tema passou a colocar em lados opostos integrantes da ala política e da equipe econômica de Lula.

O primeiro time considera o novo aumento ainda em 2023 um cartão de visitas importante do presidente para sua base eleitoral, dado que o salário mínimo foi um tema bastante explorado durante a campanha. Lula promete retomar a política de valorização adotada em governos do PT, com reajustes acima da inflação.

O grupo econômico, por sua vez, defende cautela com decisões que tenham impacto considerável sobre as contas públicas. A avaliação preliminar é de que é prudente aguardar dados mais sólidos sobre a base de beneficiários do INSS para ter maior clareza dos números.

Há quem veja a projeção de custo extra como elevada, com espaço para redução, mas mesmo essa ala entende que é muito arriscado tomar qualquer decisão neste momento. Além disso, mesmo deixando a porta aberta para um aumento extra ao longo do ano, técnicos consideram como mais provável que o mínimo fique em R$ 1.302 até o fim do ano.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou de evento com representantes das centrais sindicais nesta quarta e assinou portaria interministerial que cria um grupo de trabalho para elaborar um projeto de lei que institui a política de valorização do mínimo. O grupo terá vigência de 45 dias, renováveis por igual período.

No encontro desta quarta, os presidentes das centrais abordaram propostas que foram tiradas em debate previamente, entre elas a valorização do salário mínimo.

Eles defendem resgatar fórmula que ficou em vigência até 2019, de corrigir o valor pela inflação mais o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) de dois anos antes, o que elevaria o salário mínimo neste ano a R$ 1.343.

Marinho afirmou ainda que a política de reajuste do salário mínimo poderá considerar o crescimento do PIB, ainda que tenha evitado falar qual será a fórmula elaborada pelo governo federal.

“A verdade é que isso é uma diretriz. E a partir dessa diretriz, sob a luz da economia, do que que vai acontecer, você pode discutir com base no PIB qual a modulação que você faz. Mas o PIB sempre é uma grande referência para se construir e para se chegar à política”, disse.

Notícias relacionadas

Governo congela R$ 23,7 bilhões em despesas no Orçamento

Consumo de café aumentou no Brasil de janeiro a abril de 2026

Previsão de gastos com benefícios previdenciários sobe R$ 11,8 bilhões

Governo mantém cronograma de leilão de hidrovias no Norte

Conselho Monetário aprova R$ 1 bilhão em crédito para empresas aéreas

Assuntos aplicativo, Escravidão, Luiz Marinho, Ministério do Trabalho, Ministro do Trabalho
Valmir Lima 18 de janeiro de 2023
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Dia a Dia

Curso gratuito para CNH gera economia de R$ 48 milhões no AM

7 de maio de 2026
Luiz Marinho pediu apoio da Fiesp para acabar com saque-aniversário (Foto: Valter Campanato/ABr)
Economia

Ministro propõe lei sobre negociações coletivas específicas para jornada menor

6 de maio de 2026
Ministro Luiz Marinho criticou política de juros do Banco Central (Foto: Antonio Cruz/ABr)
Política

O povo tem que dar um basta nesse Congresso entreguista e golpista, diz ministro

2 de maio de 2026
Ministro Luiz Marinho criticou política de juros do Banco Central (Foto: Antonio Cruz/ABr)
Economia

Entidades fazem ‘terrorismo’ sobre redução da jornada 6×1, diz ministro

30 de abril de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?