O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Meta de inflação de 2024 será de 3%, define Conselho Monetário

24 de junho de 2021 Economia
Compartilhar
As metas para 2022 e 2023 seguem em 3,50% e 3,25%, respectivamente, com a mesma margem (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)
Bernardo Caram e Larissa Garcia, da Folhapress

BRASÍLIA, DF – O CMN (Conselho Monetário Nacional) definiu nesta quinta-feira (24) em 3% a meta de inflação para 2024, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

As metas para 2022 e 2023 seguem em 3,50% e 3,25%, respectivamente, com a mesma margem. Para este ano, o objetivo a ser perseguido para a inflação é de 3,75%.

A meta serve como uma âncora para as expectativas dos agentes de mercado. O BC (Banco Central) guia sua atuação e maneja a taxa Selic com o objetivo de alcançar o centro da meta.

Caso não atinja esse objetivo e a inflação encerre o ano acima do limite máximo da margem tolerância, o presidente do BC fica obrigado a apresentar uma carta aberta ao ministro da Economia para explicar as razões do descumprimento e as providências que deverão ser tomadas para o retorno da inflação aos limites estabelecidos.

Desde 2019 a meta, medida pelo IPCA (índice de preços ao consumidor do IBGE), vem sendo reduzida em 0,25 ponto percentual ao ano.

A partir do segundo semestre do ano passado, o IPCA teve alta expressiva, impulsionado, entre outros fatores, pelo aumento dos alimentos. O movimento se estendeu para este ano, com alta de preços de combustíveis e da energia elétrica.

O BC prevê que a inflação alcance 8,5% no acumulado de 12 meses até agosto, segundo relatório divulgado nesta quinta-feira. Para a autoridade monetária, depois disso, o indicador cairia progressivamente até chegar em 5,8% no fim de 2021, 0,55 ponto percentual acima do teto da meta para o ano.

A estimativa do BC é de alta mensal de 0,62% em junho, de 0,39% em julho e de 0,26% em agosto, acúmulo de 1,28% no trimestre.

Em maio, o IPCA acumulou alta de 8,06%, com aceleração de 0,83% no mês, a maior para o período desde 1996.

De acordo com o documento, o risco de o indicador romper o teto subiu para 74%. No documento anterior, de março, a probabilidade era de 41%. A chance de ficar abaixo do piso da meta é zero, segundo o BC.

“O CMN avalia que a fixação da meta de inflação em 2024 em 3,00% reduz incertezas e aumenta a capacidade de planejamento das famílias, das empresas e do governo. A redução em 0,25 ponto percentual na comparação com a meta de 2023 é coerente com a elevada credibilidade da política monetária”, disse o Ministério da Economia em nota.

“A expectativa de inflação futura, projetada no Boletim Focus, mostrou-se ancorada à trajetória de reduções da meta anteriores, e a variância das expectativas de inflação tem caído substancialmente com as reduções da meta. Tais evidências revelam que a política monetária e as metas são críveis, o que elimina os possíveis custos de redução de seus percentuais”, justificou a pasta.

O ministério afirmou que o processo de consolidação fiscal da economia cria um ambiente favorável para redução estrutural da inflação e dos juros.

“Medidas como o teto de gastos e a reforma da Previdência produziram expectativas de uma redução na trajetória de gastos, enquanto a Emenda Constitucional 109/21 [PEC Emergencial] estabeleceu gatilhos para ajuste de gastos da União, Estados e municípios e se somou à aprovação de outras leis complementares que reforçam o equilíbrio fiscal dos entes federativos”, ressaltou a nota.

“Mesmo diante de choques adversos, o compromisso do governo com o equilíbrio fiscal intertemporal, refletido na manutenção do teto, mantém o ambiente favorável à estabilidade macroeconômica”, continuou.

A pasta frisou ainda que a inflação traz custos substanciais para a sociedade, “reduzindo os rendimentos reais de capital e trabalho, e, portanto, desestimulando a atividade produtiva”.

Notícias relacionadas

MPF e AGU são a favor de empréstimo de R$ 1,46 bilhão do Governo do AM

Com entraves no Brasil, governo oferece hidrovias a asiáticos

Limite de crédito para taxista adquirir carro sobe para R$ 200 mil

Lula sanciona lei que institui redução de imposto sobre os combustíveis

Governo aumenta em R$ 3 bilhões limite de crédito aos estados e municípios

Assuntos banco central, Conselho Monetário Nacional, inflação
Redação 24 de junho de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Gabriel Galipolo
Economia

Pix proporcionou inclusão financeira da baixa renda, diz presidente do BC

24 de agosto de 2026
Economia

Pix enfrenta instabilidade na manhã deste domingo

23 de agosto de 2026
Pix tem novas regras, mas não há cobrança de impostos (Foto: Marcelo Casal Jr./ABr)
Economia

Número de empresas que aderiram ao Pix aumentou 5,6% em 2025

10 de agosto de 2026
Banco Central
Economia

Redução mínima: Copom fixa taxa de juros em 14% ao ano

5 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?