O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Pix proporcionou inclusão financeira da baixa renda, diz presidente do BC

24 de agosto de 2026 Economia
Compartilhar
Gabriel Galipolo
Gabriel Galípolo diz que Pix é alvo de desinformação por grandes jornais (Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil)
Por Francisco Carlos de Assis e Eduardo Laguna, do Estadão Conteúdo

BRASÍLIA – O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou, nesta segunda-feira (24), na abertura da Febraban Tech, que o Pix foi responsável por um processo muito relevante de inclusão financeira e bancária, em especial entre a população de baixa renda. Ele alertou, porém, que esse avanço veio acompanhado de maior acesso ao cartão de crédito e de aumento do endividamento das famílias.

“A inovação do Pix ampliou também o acesso ao cartão de crédito”, disse Galípolo, ao defender que a ampliação do uso de serviços financeiros precisa ser acompanhada de um consumo mais responsável e de mecanismos de mitigação de risco.

Na avaliação de Galípolo, no Brasil a infraestrutura de pagamentos historicamente se misturou com a oferta de crédito, por conta de defasagens entre compra e liquidação, o que embute custo e risco no sistema.

O Pix, afirmou, ajudou a reduzir esse tipo de fricção e a encurtar prazos, mas, “de maneira dialética”, a inclusão resultante também ampliou o universo de pessoas com acesso ao cartão.

Segundo ele, mais da metade dos usuários de cartão de crédito no país carrega dívida, seja no rotativo, seja no parcelamento. “Retirar custo de risco do sistema é desejável, inclusive pelas instituições financeiras”, afirmou, acrescentando que o risco que passa a se misturar com crédito não é algo que as instituições estejam acostumadas.

O banqueiro central ponderou que nem todo endividamento é, por definição, um problema. Para ele, é normal que a promoção do crédito leve ao aumento do endividamento e que não dá para ficar contente com a notícia de crescimento do crédito e depois reclamar do avanço da dívida.

O ponto central, disse, é quando as famílias se endividam para consumo efêmero e ficam mais expostas em um ambiente de juros altos. “Juros mais altos inibem dívidas”, afirmou. Ainda assim, observou que a discussão hoje passa por entender por que a melhora recente de renda e de emprego não se converteu em redução do endividamento.

No diagnóstico apresentado no evento, Galípolo disse que o BC ainda enxerga processo de endividamento elevado com inadimplência crescente. Galípolo citou linhas de crédito que vêm pressionando o quadro, com destaque para o consignado privado, que, segundo ele, foi o maior fator recente de expansão do crédito às famílias.

Diante desse cenário, o presidente do BC defendeu que as instituições financeiras reforcem a gestão de riscos. “É muito importante que bancos estejam provisionados a riscos de seus serviços”, afirmou.

Ele disse também que o BC discute medidas macroprudenciais alinhadas a referências internacionais para conduzir a transição do modelo tradicional para o digital sem permitir que desequilíbrios se perpetuem.

Galípolo também observou que o esforço de segurança no sistema financeiro é contínuo. “Medidas de segurança não têm ponto de chegada, vão continuar”, afirmou.

Ao final, reiterou que a inclusão é essencial, mas que é necessário avançar na “cidadania financeira”, com uso responsável dos serviços, maior compreensão do perfil do tomador e alinhamento de preços ao risco.

Desinformação

Gabriel Galípolo disse que o Pix é vítima de desinformação e fake news. Ele frisou que as novidades sobre o sistema de pagamentos instantâneos são comunicadas, de forma oficial, apenas pela diretoria da autarquia.

A declaração vem na esteira da notícia de que o BC estuda uma trava de 72 horas para liberar transferências suspeitas pelo Pix, de modo que operações de risco tenham uma análise mais detalhada.

Sem especificar a qual notícia se referia, o presidente do Banco Central afirmou que o Pix às vezes é vítima de “fake news”. “Às vezes tem jornais sérios, com bons jornalistas, que escutam alguma coisa e publicam uma notícia. Tivemos isso, inclusive, hoje. É super legítimo. Às vezes o jornalista escuta realmente uma fonte. Mas é importante ver como o Pix resiste a isso”, disse Galípolo, ao falar da confiança da população no Pix durante o discurso de abertura da Febraban Tech, feira de tecnologia da entidade que representa os bancos.

Ele lamentou que as informações sobre o Pix nem sempre sejam disseminadas de forma bem controlada. Galípolo ressaltou que o Banco Central só se manifesta oficialmente por meio de seus diretores e do presidente, orientando as pessoas a desconfiarem de notícias que usem verbos como “BC estuda”, “prevê” ou “considera”.

“Então, toda vez que tiver alguma dúvida sobre o Pix, sobre o que vai acontecer com o Pix, entre no site do BC. O BC do Brasil é dos mais transparentes do mundo”, declarou Galípolo.

Notícias relacionadas

Nova descoberta aumenta expectativa da Petrobras na Foz do Amazonas

Como recuperar valores cobrados sem autorização no seu cartão

Assinatura digital sem cartão: conheça alternativas práticas e seguras

Associação de rádio e TV pede ao STF a suspensão da MP que proíbe as bets

Produção de petróleo e gás no Brasil foi 2,6% maior em agosto

Assuntos baixa renda, banco central, Cartão de Crédito, Gabriel Galípolo, PIX
Cleber Oliveira 24 de agosto de 2026
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Cartão de crédito
Serviços

Como recuperar valores cobrados sem autorização no seu cartão

2 de outubro de 2026
assinatura digital cartao
Negócios

Assinatura digital sem cartão: conheça alternativas práticas e seguras

2 de outubro de 2026
Economia

Usuário do Pix pode pedir ao banco valor maior para pagamento

1 de outubro de 2026
Economia

Número de transações com Pix caem 10% após proibição de bets

29 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?