O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia.

Justiça decide que polo naval em Manaus precisa de apoio de povos tradicionais

5 de outubro de 2018 Economia.
Compartilhar
Lago Puraquequara Rio Negro - Valter Calheiros
Comunidade do Puraquequara, na zona leste de Manaus. Local era sondado para implantar polo naval (Foto: Valter Calheiros)

Da Redação 

MANAUS – A Justiça Federal do Amazonas decretou trânsito em julgado em processo movido pelo MPF (Ministério Público Federal) no Amazonas e proibiu, em caráter definitivo, a implantação de polo naval no Estado enquanto não houver a realização de consulta prévia, formal, livre e informada aos povos tradicionais da região. Com o fim do processo, prevalece o entendimento expresso em sentença judicial que suspendeu todas as medidas referentes à implantação do empreendimento, proferida em 2016.

A União e o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) estão impedidos de realizar transferência de imóveis e terrenos de sua titularidade em favor do Estado do Amazonas ou da implantação do polo naval, até a realização de consulta prévia, livre e informada nos termos da Convenção nº 169, da Organização Internacional do Trabalho (OIT). A sentença de 2016 também anulou o decreto do Governo do Amazonas que declarou de utilidade pública áreas para a implantação do polo, na região do Puraquequara, em Manaus.

Para o MPF, o reconhecimento das comunidades tradicionais como destinatárias do direito à referida consulta abre caminhos importantes para garantir a existência desses povos que mantêm uma relação de identidade com a terra e os recursos naturais.

Ao analisar o caso, a Justiça Federal reconheceu que a construção de um grande empreendimento – como é o caso do polo naval – certamente produzirá irreversíveis alterações na paisagem e organização espacial da região, o que torna fundamental a consulta às comunidades afetadas para garantir a manutenção dos traços dos elementos culturais que constituíram estas populações.

Consulta às comunidades

A Convenção nº 169/OIT prevê que todas as medidas que afetem comunidades tradicionais devem ser submetidas à consulta prévia, que precisa ser realizada desde as primeiras etapas de planejamento, antes da tomada das decisões, nos moldes definidos pelo grupo a ser consultado. Além disso, a norma internacional – da qual o Brasil é signatário – prevê que a consulta não pode ser meramente protocolar, mas seja efetivamente considerada na decisão de implementação de projetos de grande impacto.

Segundo a Justiça Federal, a ausência de consulta prévia, livre e informada das populações tradicionais envolvidas no polo naval torna a sua implantação ilegal e ilegítima. As consultas, conforme sustentou o MPF, deveriam ter sido realizadas antes mesmo da delimitação da área pretendida, o que não ocorreu no projeto do polo naval.

Notícias relacionadas

Professor esfaqueado por adolescente durante aula de reforço deixa hospital

Renato Júnior confirma apoio a Plínio Valério e fecha seus 2 votos ao Senado

Polícia investiga morte de trabalhador em montagem de alegoria de ciranda

Juiz manda Wilson Lima retirar ou adequar propaganda com Brasília

Erro em CPF gera registro de óbito de agricultora no lugar da mãe

Assuntos Amazonas, Incra, MPF-AM, Polo Naval, Puraquequara
Cleber Oliveira 5 de outubro de 2018
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

O professor Vinícius Siqueira Figueiredo, 23, estava internado em um hospital particular (Foto: WhatsApp/reprodução)
Dia a Dia

Professor esfaqueado por adolescente durante aula de reforço deixa hospital

29 de agosto de 2026
O prefeito de Manaus, Renato Júnior, anunciou nesta sexta-feira (28) apoio à reeleição do senador Plínio Valério (Foto: Rede social/reprodução)
Política

Renato Júnior confirma apoio a Plínio Valério e fecha seus 2 votos ao Senado

29 de agosto de 2026
O artista foi identificado como Jone Salgado Martins, conhecido como "Nico", de 45 anos (Foto: WhastsApp/reprodução)
Dia a Dia

Polícia investiga morte de trabalhador em montagem de alegoria de ciranda

29 de agosto de 2026
Política

Juiz manda Wilson Lima retirar ou adequar propaganda com Brasília

28 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?