O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

‘Judicialização da saúde não pode ser naturalizada’, diz Barroso

21 de novembro de 2024 Dia a Dia
Compartilhar
Luís Roberto Barroso, presidente do STF (Foto: Antônio Augusto/SCO/STF)
Luís Roberto Barroso criticou excesso de ações no setor de saúde (Foto: Antônio Augusto/SCO/STF)
Por Carolina Maingué Pires, do Estadão Conteúdo

BRASÍLIA – O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Luís Roberto Barroso, criticou a judicialização extrema no setor da saúde e citou alguns casos importantes que o Supremo julgou para balizar o entendimento das demais instâncias do Poder Judiciário.

“O Judiciário no Brasil tem papel diferente do que no resto do mundo. Se alguém em Londres postular um pedido para conseguir medicamento, por exemplo, o juiz dirá que é assunto político. Aqui, não”, disse o ministro ao participar do 28º Congresso da Abramge (Associação Brasileira dos Planos de Saúde).

Ele disse acreditar que o SUS (Sistema Único de Saúde) é “provavelmente maior projeto de inclusão social do mundo”, mas há o desafio de como atingir a massa de pessoas.

Barroso reforçou os dados trazidos por Gilmar Mendes de que as novas ações judiciais sobre saúde passaram de 21 mil por mês em 2020 para cerca de 60 mil por mês em 2024. “A judicialização não pode ser naturalizada”, defendeu. De acordo com ele, os juízes são treinados para analisar os casos concretos, e não para “fazer análises sistêmicas” do impacto que suas decisões terão no contexto mais amplo.

Barroso frisou algumas decisões judiciais que, para ele, contribuíram com a eficiência do setor. “O STF entendeu que, como regra geral, não deve ser deferida judicialmente a concessão de medicamentos que não tenham sido incorporados ao SUS”.

De acordo com o magistrado, porém, há exceções, e nesse caso é preciso que se discuta a decisão da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) de não integrar o medicamento ao SUS. “Não é papel do judiciário substituir decisões da Conitec”, falou Barroso.

Ele afirmou que o Supremo tem preocupação com a sustentabilidade e o equilíbrio dos contratos com operadoras.

Outro julgamento importante, falou, tem relação com o critério de ressarcimento dos serviços prestados por unidades privadas de saúde a pacientes da rede pública. “O SUS queria pagar o valor da sua tabela, que é bastante defasada”, disse Barroso. “Decidimos que o ressarcimento do serviço privado pelo SUS deve seguir o mesmo critério de quando o SUS é ressarcido pelos planos”.

Notícias relacionadas

Apocalipse estelar: Terra sofrerá tempestade solar, alerta a NOAA

Dois réus são condenados a 196 anos de prisão por mortes em presídio

Procuradora propõe multa à prefeitura por falta de licença em cemitério

Trabalhador morre ao cair da alegoria de ciranda em Manacapuru (AM)

Justiça manda Estado do AM melhorar atendimento de pessoas LGBT+

Assuntos judicialização, Luís Roberto Barroso, saúde pública
Cleber Oliveira 21 de novembro de 2024
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Discriminação e violência contra pessoas LGBTQIA+ são equiparadas ao racismo Foto: Marcello Camargo/ABr)
Dia a Dia

Justiça manda Estado do AM melhorar atendimento de pessoas LGBT+

28 de agosto de 2026
Roberto Cidade terá 24 horas para remover a publicação (Foto: Divulgação)
Política

Juiz manda Cidade remover vídeo sobre reforma de unidade de saúde

20 de agosto de 2026
Candidata Maria do Carmo em entrevista à BandNews Difusora (Foto: Thiago Poncio / Assessoria MC)
Política

Candidata promete gastar R$ 1,8 bilhão na construção de hospitais no AM

20 de agosto de 2026
UEA, Ciências da Saúde
Política

Roberto Cidade promete construir hospital universitário da UEA

19 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?