O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Inflação do aluguel desacelera em junho; alta em 12 meses é de 35,75%

29 de junho de 2021 Economia
Compartilhar
Sindicato orienta que pode ser mais caro deixar a casa ou o apartamento vazio do que uma redução do valor do aluguel (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Sindicato orienta que pode ser mais caro deixar a casa ou o apartamento vazio(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Por Fernanda Brigatti, da Folhapress

SÃO PAULO – O IGP-M (Índice Geral de Preços Mercado), conhecido como a inflação do aluguel, desacelerou e subiu 0,60% em junho, informou nesta terça-feira a FGV (Fundação Getulio Vargas).

Em 12 meses, o índice acumula variação de 35,75%, abaixo dos 37,04% registrado até maio.

Analistas ouvidos pela Bloomberg protejavam que o IGP-M ficasse em 1% em junho, batendo 36,28% no acumulado em 12 meses.
Segundo a FGV, a desaleração era prevista e ocorre devido à combinação da valorização do real e o recuo dos preços de commodities negociadas em dólar, como minério, soja e milho.

O IGP-M de junho terá efeito nos contratos de locação com vencimento em julho. Nos casos em que os proprietários decidam aplicar integralmente a variação, o primeiro pagamento reajustado será em agosto. Um aluguel de R$ 2.000 passará a R$ 2.715, com o IGP-M atual.

O IGP-M é conhecido também com a inflação do aluguel, pois é o índice mais usado nos contratos de locação – Adriano Vizoni – 26.jun.20/Folhapress.

A trajetória de alta do IGP-M teve início do segundo semestre do ano passado, em decorrência, principalmente, de matérias-primas brutas que são negociadas em dólar.

O descolamento do índice em relação à inflação oficial medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) aqueceu debates quanto a ser o IGP-M o melhor indexador para os contratos de locação, uma vez que a maior parte da composição dele refere-se aos preços no atacado.

O INCC (Índice Nacional de Custos das Construção Civil), que acumula alta de 16,88% em 12 meses até junho, responde por apenas 10% do IGP-M.

O restante é distribuído pelo IPC (Índice de Preços ao Consumidor), com 30%, e pelo IPA (ìndice de Preços ao Produtor Amplo), com 60%.

O cenário de moeda desvalorizada e retomada da atividade econômica em países compradores de commodities brasileiras, como é o caso da China e dos Estados Unidos, melhoraram as condições para exportação, pressionando os preços no mercado interno.

Com isso, o IPA acumula alta de 47,53% em um ano – ele chegou a passar dos 50% até o mês passado.

De uma variação mensal de 5,23%, em maio, esse índice avançou 0,42% em junho, influenciado principalmente pelas matérias-primas brutas, que registraram queda de 1,28%. Em maio, esses produtos haviam tido alta de 10,15%.

Os recuos mais importantes vieram de minério-ferro (-3,04%), soja em grão (-4,71%) e milho em grão (-5,50%). No mês anterior, esses itens variaram, respectivamente, 20,64%, 3,74% e 10,48%.

Ainda no IPA, produtos como leite in natura, bovinos e aves registraram aceleração nos preços em relação ao mês anterior, com altas de 6,20%, 1,19% e 4,96%. A carne bovina também ficou 2,56% mais cara.

No IPC, cuja composição é mais parecida com o IPCA, as principais influências positivas vieram de gasolina (2,72%), tarifa de energia elétrica residencial (3,30%) e etanol (9,92%).

Efeito do índice nos contratos de locação

O IGP-M ainda é a principal referência para os contratos de aluguel, sejam eles residenciais ou comerciais. A alta muito superior à inflação oficial a partir do ano passado levou administradoras de imóveis como Lello e Quinto Andar a oferecer a possibilidade de utilizar o IPCA como o indexador padrão dos contratos.

A lei do inquilinato estabelece a obrigação de os contratos preverem um índice de correção, mas não define qual. O IGP-M, em relação aos outros indicadores de inflação disponíveis, tem a vantagem de ser divulgado sempre alguns dias antes de o mês terminar, permitindo a antecipação do cálculo dos reajustes a serem aplicados.

Um projeto de lei em tramitação na Câmara dos Deputados tenta fixar o IPCA como o índice padrão. A proposta está atualmente na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para quem está com contrato próximo do vencimento, a recomendação de entidades como Secovi-SP (sindicato da habitação) e Creci (Conselho Regional de Corretores de Imóveis) é para o inquilino tentar negociar com o proprietário. Aos donos de imóveis, a sugestão é privilegiar locatários com bom histórico de pagamento.

Nos contratos comerciais, lojistas têm relatado mais dificuldades nas negociações, o que levou muita gente a discutir os índices na Justiça.

No segmento residencial, segundo pesquisa de locação do Secovi-SP, a variação de preços em 12 meses está em 3,54% em 12 meses até maio. A entidade projeta alta para os próximos meses.

Notícias relacionadas

Bancos impulsionam consignado privado pelo Crédito do Trabalhador

Fim da escala 6×1: economistas alertam sobre envelhecimento e custo do trabalho

Governo congela R$ 23,7 bilhões em despesas no Orçamento

Consumo de café aumentou no Brasil de janeiro a abril de 2026

Previsão de gastos com benefícios previdenciários sobe R$ 11,8 bilhões

Assuntos aluguel, Inflação de aluguel
Murilo Rodrigues 29 de junho de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

licenciamento urbano
Dia a Dia

Aluguel de curta duração em condomínios precisa de autorização dos moradores

11 de maio de 2026
IGP-M é usado para reajuste de contratos de aluguel (Foto: Fernanda Carvalho/Fotos Públicas)
Dia a Dia

Brasileiros aderem ao aluguel e cai número de habitantes com casa própria

17 de abril de 2026
Câmara Municipal de Manaus
Política

MP aciona Justiça para anular contrato de aluguel da CMM para depósito

1 de outubro de 2025
Despejos por falta de aluguel estão suspensos (Foto: Marcelo Camargo/ABr)
Dia a Dia

Aumenta número de brasileiros que vivem de aluguel, revela IBGE

22 de agosto de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?