O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Guedes teme inflação, diverge de Bento e tenta diluir aumento da conta de luz em seis meses

27 de agosto de 2021 Economia
Compartilhar
O ministro da Economia, Paulo Guedes (Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil)
Por Julio Wiziack, da Folhapress

BRASÍLIA, DF – Preocupado com o impacto do custo da energia na inflação , o ministro da Economia, Paulo Guedes, pressionou o governo para que a nova bandeira tarifária (vermelha 2) passe a valer R$ 14 e vigore por até sete meses. A expectativa é que o reajuste seja aprovado nesta sexta-feira (27).

Desta forma, o valor a mais que incide nas contas passaria dos atuais R$ 9,49 a cada 100 kWh para cerca de R$ 14 -um aumento de aproximadamente 50%.

A proposta foi feita e, segundo assessores de Guedes, encaminhada para a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) que tem a palavra final sobre o reajuste.

O ministro Bento Albuquerque (Minas e Energia) defende um repasse maior de custos para a bandeira. Ele queria que a bandeira vermelha 2 continuasse vigorando por R$ 24, o que daria um reajuste de 152%.

Representantes de distribuidoras, associações de consumidores e analistas de mercado estimavam que a bandeira 2 vermelha teria de dobrar de valor em setembro para cobrir a alta dos custos de geração de energia.

Se a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) adotar medida nesse sentido, a conta de luz passará por um reajuste médio de 15,2%.

Com a maior crise hídrica dos últimos 91 anos, as hidrelétricas perderam espaço na oferta, enquanto o governo se viu obrigado a acionar térmicas -fonte mais cara, cujo custo é repassado ao consumidor.

As bandeiras -verde, amarela e vermelha- constam da conta de luz e servem para indicar a necessidade de se reduzir o consumo. Caso contrário, o cliente paga mais.

A proposta de Guedes foi a que ganhou mais apoio no Planalto, onde o presidente Jair Bolsonaro baixou uma regra segundo a qual ministros não podem mais “dar notícia ruim”.

Por essa regra, Bento Albuquerque, que administra uma das piores crises da história, não pode falar de racionamento, nem promover reajustes muito bruscos.

Assessores do Palácio do Planalto avaliam que a adoção de um racionamento no momento prejudicaria ainda mais Jair Bolsonaro em sua campanha pela reeleição. O presidente vê sua popularidade despencar diante de medidas contra a pandemia e da degradação do cenário econômico.

Essa lógica foi a que levou a Aneel a repartir o repasse do último aumento da bandeira tarifária, ocorrido no final de junho, dando 52% de aumento (passando para R$ 9,49 cada 100 kWh), e deixando a diferença -cerca de R$ 3 bilhões- para uma outra oportunidade.

O preço da energia foi o que mais pesou no IPCA e a tendência é de alta diante do agravamento da crise. No acumulado dos últimos 12 meses até agosto, o IPCA-15 atingiu 9,3% -e um dos maiores impactos foi o da energia elétrica, que subiu 5% no mês, segundo o IBGE.

Consultado, o Ministério da Economia não quis comentar. O Ministério de Minas e Energia não respondeu até a publicação desta reportagem.

Notícias relacionadas

Com entraves no Brasil, governo oferece hidrovias a asiáticos

Limite de crédito para taxista adquirir carro sobe para R$ 200 mil

Lula sanciona lei que institui redução de imposto sobre os combustíveis

Governo aumenta em R$ 3 bilhões limite de crédito aos estados e municípios

Codam aprova 45 projetos com R$ 1 bilhão em investimentos

Assuntos governo federal, inflação, Paulo Guedes
Redação 27 de agosto de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Efeitos da estiagem em São Gabriel da Cachoeira (Foto: DPE-AM/Divulgação)
Dia a Dia

Governo enviará mais combustível a cidades sob risco de isolamento na seca

14 de agosto de 2026
Alimentos e inflação
Economia

Preço de alimentos recua, e inflação oficial de junho fica em 0,16%

10 de julho de 2026
Dia a Dia

Governo repassa R$ 337 milhões para combate a incêndios e desmatamento

15 de junho de 2026
Dia a Dia

‘A BR-319 vai sair’, afirma Lula ao assinar ordem de serviço para reasfaltamento

27 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?