O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Governo dá sinal verde à derrubada de veto para desonerar setor de eventos

8 de fevereiro de 2022 Economia
Compartilhar
Desde 2017 não havia uma performance tão ruim dos cinemas em um dia de estreia (Foto: Léo Rodrigues/Agência Brasil/Fotos Públicas)
Sala de cinema: setor de eventos terá isenção de impostos durante cinco anos (Foto: Léo Rodrigues/Agência Brasil/Fotos Públicas)
Da Folhapress

BRASÍLIA – Em gesto a um dos setores mais afetados pela pandemia, o de eventos, o governo cedeu e deu sinal verde à derrubada de um veto do presidente Jair Bolsonaro (PL) para isentar empresas do setor do pagamento de tributos durante cinco anos.

O movimento teve participação decisiva do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do chefe do Executivo. Em 25 de janeiro, ele publicou um vídeo nas redes sociais em que diz que partiu do próprio presidente a ordem para derrubar o veto.

“Bolsonaro foi obrigado a vetar dispositivos da lei para não incorrer em crime de responsabilidade fiscal, mas deu o comando para derrubar o veto e ajudar todos que trabalham no segmento”, disse o senador.

O alvo da iniciativa são empresas de hotelaria, cinemas, casas de eventos, como shows, salões de feiras, festas e bufês. Também inclui agências de viagens, transportadoras de turismo, parques temáticos, acampamentos e hotéis, pensões, e outros meios de hospedagem.

Flávio Bolsonaro também afirmou que ele e o irmão, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), votariam pela revisão do ato do próprio pai.

Depois de publicado o vídeo, em uma sinalização ao ministro Paulo Guedes (Economia), integrantes do Palácio do Planalto ensaiaram trabalhar pela manutenção do veto presidencial, dado o impacto potencial nos cofres da União. A renúncia de receitas foi estimada em R$ 3,2 bilhões para este ano.

Agora, no entanto, a orientação é deixar o veto ir à votação dos parlamentares.

No Congresso, líderes dizem que a tendência é restabelecer a benesse que havia sido concedida pelos parlamentares, ainda no início de 2021. A derrubada também tem apoio de integrantes da cúpula do Congresso.

O veto está na pauta da sessão do Congresso nesta terça-feira (8), mas a análise deve ser adiada para o próximo dia 16 de fevereiro.

Consumidores prejudicados

Em paralelo à articulação no Congresso, o governo prepara uma MP (medida provisória) que deve ser publicada até o dia 15 para prorrogar a flexibilização de condições para reembolso a consumidores por eventos, serviços ou reservas que sejam cancelados ou adiados em função dos efeitos da pandemia.

Essa medida foi adotada ainda em 2020, quando a economia brasileira sentiu os primeiros impactos da Covid-19, mas vigorou apenas para eventos agendados até 31 de dezembro de 2021. O setor, um dos mais atingidos pela crise sanitária, vinha pedindo extensão das condições mais benevolentes.

Até a noite de segunda-feira (7), não estava descartado o uso dessa MP para incluir medidas que auxiliem o setor, numa tentativa de evitar a derrubada do veto.

Na manhã desta terça (8), porém, congressistas que participam das articulações dizem que uma ala do governo defende o restabelecimento dos benefícios, enquanto outro grupo ainda busca a negociação de um meio-termo para resolver o imbróglio.

O veto em discussão recaiu sobre uma lei aprovada no ano passado pelo Congresso, com ações para socorrer o setor por meio do Perse (Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos).

Bolsonaro sancionou os trechos que previam renegociação de dívidas e disponibilização de recursos de um fundo garantidor para facilitar o acesso a financiamentos. No entanto, o presidente vetou os dispositivos que gerariam renúncias tributárias ou aumento de gastos, para evitar descumprir regras fiscais.

Um dos trechos barrados zera as alíquotas de PIS/Cofins, IRPJ (Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas) e CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) para empresas do setor. À época do veto, em maio de 2021, a renúncia de receitas era estimada em R$ 3,2 bilhões para 2022.

Havia previsão ainda de pagamento de uma indenização de até R$ 2,5 bilhões a empresas que tiveram queda de 50% ou mais em seu faturamento no ano de 2020.

O autor do projeto que criou o Perse, deputado Felipe Carreras (PSB-PE), afirma que o Legislativo deve mesmo derrubar o veto de Bolsonaro. A tendência foi confirmada por integrantes do governo e da cúpula do Congresso.

O parlamentar também diz que foi avisado de que a nova MP que beneficiará o setor deve ser publicada no máximo semana que vem.

A promessa de novas medidas já havia sido feita em maio de 2021, quando Bolsonaro precisou barrar as desonerações amplas de tributos.

Na ocasião, o então secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, Carlos da Costa, disse que a solução deveria se concentrar nas empresas que mais sofreram e que não fossem de grande porte.

“Daí o volume de compensação é muito menor do que aquele que seria necessário. É um veto que não elimina a vantagem tributária que nós vamos dar”, explicou da Costa. As medidas, porém, não saíram do papel.

A pressão pela derrubada do veto está no radar da equipe econômica, que tem enfrentado dificuldades para se defender do apetite de integrantes do governo e do Congresso pela concessão de benesses em ano eleitoral.

O fato de o próprio filho de Bolsonaro ter encorajado a derrubada do veto incomodou integrantes da equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes.

“Presidente @jairmessiasbolsonaro vai zerar impostos para eventos em todo o Brasil”, escreveu Flávio Bolsonaro no dia 25 de janeiro.

O senador publicou um vídeo ao lado do secretário de Cultura, Mário Frias, e do secretário de Fomento e Incentivo à Cultura, André Porciuncula falando sobre o assunto.

Durante a tramitação, o governo foi contrário a esse projeto, especialmente no que se refere à renegociação das pendências tributárias. A medida era considerada uma “bomba fiscal” pelos técnicos do Ministério da Economia.

Notícias relacionadas

Aneel mantém taxa de energia na conta de luz para setembro

Prazo para pagar automóvel pelo Move Brasil será de 7 anos

Varejo fecha mais de 1,1 mil lojas desde 2022 com o avanço do comércio online

MPF e AGU são a favor de empréstimo de R$ 1,46 bilhão do Governo do AM

Com entraves no Brasil, governo oferece hidrovias a asiáticos

Assuntos governo federal, setor de eventos
Murilo Rodrigues 8 de fevereiro de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Efeitos da estiagem em São Gabriel da Cachoeira (Foto: DPE-AM/Divulgação)
Dia a Dia

Governo enviará mais combustível a cidades sob risco de isolamento na seca

14 de agosto de 2026
Dia a Dia

Governo repassa R$ 337 milhões para combate a incêndios e desmatamento

15 de junho de 2026
Dia a Dia

‘A BR-319 vai sair’, afirma Lula ao assinar ordem de serviço para reasfaltamento

27 de maio de 2026
Ministro Bruno Moretti afirma que cortes representam compromisso do governo com regras fiscais (Foto: Moreira Mari/Agência Senado)
Economia

Governo congela R$ 23,7 bilhões em despesas no Orçamento

22 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?