
Do ATUAL
MANAUS — Dos R$ 15,8 bilhões em investimentos do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) previstos para o Amazonas até o fim de 2026, R$ 9 bilhões foram executados. Esse recurso equivale a 57,2% do total. Outros R$ 2,6 bilhões deverão ser liberados após 2026 totalizando R$ 18,4 bilhões em ações no estado, segundo dados divulgados pelo governo federal nesta terça-feira (15).
No Amazonas, há 762 empreendimentos do Novo PAC. Desses, 83 foram concluídos em 2024. Estão na lista veículos de transporte escolar, unidades do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) para renovação de frota, quadras esportivas, construção de Unidades Básicas de Saúde e investimentos nos aeroportos de Manaus, Fonte Boa e Tefé.
Em outra ação pública, 12,7 mil famílias receberam energia elétrica por meio do programa Luz para Todos nos municípios de Alvarães, Amaturá, Apuí, Humaitá, Itacoatiara e Tabatinga.
Outras 150 obras no Estado estão em fase de execução, 102 em licitação e/ou leilão, e 427 na etapa de ações preparatórias como contratação, estudo, projeto de engenharia e licenciamento ambiental. Na habitação, há 25.112 unidades do Minha Casa, Minha Vida destinadas ao Amazonas, entre selecionadas, em obras e entregues.
Atualmente, o Amazonas ocupa a 11ª posição no ranking nacional de execução proporcional dos recursos, atrás de Santa Catarina (90%), Rio Grande do Sul (81%), Goiás (76,3%), Rio Grande do Norte (74,8%) e Paraná (73,8%).
Até o fim de 2024, o Novo PAC executou R$ 711 bilhões em investimentos em todo o país, mais da metade (53,7%) do total de R$ 1,3 trilhão previsto até o fim de 2026. Os dados estão disponíveis no site gov.br/novopac. O programa prevê, além destes recursos, outros R$ 500 bilhões para investimentos após 2026, totalizando R$ 1,8 trilhão.
Nacional
Do total de R$ 711 bilhões em investimentos, R$ 345,7 bilhões tiveram como origem recursos privados, R$ 183,1 bilhões de financiamentos e R$ 106 bilhões de estatais com projetos incluídos no programa. Além disso, R$ 71,3 bilhões são provenientes do OGU (Orçamento Geral da União) e R$ 5,1 bilhões, de fundos setoriais.
