
Do ATUAL
MANAUS – O Governo do Amazonas informa em nota que as licitações para contratação de serviços e obras na saúde pública do Estado ocorria de forma autônoma pelas unidades de saúde, o que não é mais permitido. Contratos com maternidades e hospital são alvos da Operação Metástase, ocorrida nesta quinta-feira (16), que prendeu três servidores e afastou outros sete das funções.
Na nota, o governo informa que colabora com a investigação do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e da CGU (Controladoria-Geral da União).
Confira a nota na íntegra:
“O Governo do Amazonas informa que está acompanhando a ação desta quinta-feira (16), desdobramento de operação desencadeada em 2024. Agentes da Polícia Civil dão apoio às investigações e a Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM) segue contribuindo com os trabalhos dos órgãos que atuam na operação.
Cabe esclarecer que, em sua maioria, os contratos que estão sendo investigados foram realizados de forma direta pelas unidades de saúde, que possuíam autonomia para esse tipo de contratação, o que não é mais permitido pela SES-AM. A administração estadual trabalha para eliminar contratos realizados na secretaria por meio de indenizatórios, prática comum em administrações anteriores, e que ao longo dos últimos anos foi reduzida em 50%.
O Governo do Amazonas reafirma que não compactua com práticas ilícitas promovidas por agentes públicos estaduais, reforçando que se trata de ações isoladas de servidores já afastados de suas funções e que seguirá atuando para eliminar qualquer tipo de contratação realizada sem a transparência adequada”.
