O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

General assume autoria de plano para sequestrar ou matar Moraes, Lula e Alckmin

24 de julho de 2025 Política
Compartilhar
General Mário Fernandes e Bolsonaro
O general Mário Fernandes foi secretário-geral da Presidência no governo Jair Bolsonaro (Foto: Isac Nobrega/PR)
Por Nino Guimarães, do Estadão Conteúdo

BRASÍLIA – Em depoimento ao Supremo Tribunal Federal, nesta quinta-feira (24), o general da reserva Mário Fernandes confirmou a autoria do plano Punhal Verde e Amarelo, mas ponderou que “não foi compartilhado com ninguém”. Segundo a acusação da Procuradoria-Geral da República, o plano previa o sequestro ou homicídio do ministro Alexandre de Moraes, do então presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva e do vice Geraldo Alckmin.

“Não passa de um pensamento digitalizado. Hoje eu me arrependo disso, era apenas um pensamento de um militar, que não foi compartilhado com ninguém”, declarou Mário Fernandes, que foi secretário-geral da Presidência no governo Jair Bolsonaro.

O general confirmou que imprimiu o plano para ler o documento, mas, logo depois, “rasgou”:

“Eu imprimi para não forçar a vista e logo depois eu rasguei. Não compartilhei com ninguém.”

De acordo com a PGR, Mário Fernandes teria assumido a responsabilidade por “ações de monitoramento e neutralização de autoridades públicas, em conjunto com Marcelo Costa Câmara (ex-assessor de Bolsonaro), além de realizar a interlocução com as lideranças populares ligadas ao dia 8 de janeiro”.

Ao responder às perguntas do juiz auxiliar Rafael Henrique Janela Tamai Rocha, que atua no gabinete do ministro Alexandre de Moraes, o general também confirmou a autoria de uma minuta de implementação de um gabinete de crise.

Mário Fernandes afirmou que o documento seria apenas para o “assessoramento” do Gabinete de Segurança Institucional em uma eventual crise.

Segundo a PGR, o objetivo seria ‘estabelecer diretrizes estratégicas de segurança e administrativas para o gerenciamento da crise institucional’.

Então chefiado pelo general Augusto Heleno, o GSI teria a coordenação-geral a cargo do general Braga Netto (ex-ministro da Defesa).

Mário Fernandes disse que faria parte da assessoria estratégica, enquanto a assessoria de Relações Institucionais seria ocupada por Filipe Martins.

O general afirmou que chegou a ir entre cinco e sete vezes aos acampamentos em frente aos quartéis, onde manifestantes pediam intervenção militar. Segundo ele, era “uma festa cívica” composta por pessoas “humildes”. Fernandes nega ter tido interlocução com lideranças do movimento, conforme apontado pela acusação.

Mário Fernandes afirmou que propôs a Augusto Heleno e a Braga Netto que participassem de uma audiência pública no Congresso para “denunciar as fraudes eleitorais”.

Notícias relacionadas

É baixa a chance de candidatura de Renan Santos ser indeferida, dizem advogados

Rede social X contesta regra do TSE sobre publicações de candidatos para usuários

Justiça proíbe uso de ações da Saúde para promover Roberto Cidade

Ministro do TSE suspende campanha de Renan Santos e barra acesso ao Fundo Eleitoral

Não votou? Saiba o que fazer para regularizar a situação eleitoral

Assuntos Alexandre de Moraes, Bolsonaro, general, Geraldo Alckmin, Lula, Punhal Verde e Amarelo, STF
Valmir Lima 24 de julho de 2025
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Ministro Dias Toffoli
Política

Ofensiva contra a magistratura prejudica os mais pobres, afirma ministro do STF

31 de agosto de 2026
Lula em BH
Política

Lula diz nenhum país vai ‘meter o bedelho’ no Brasil enquanto ele for presidente

29 de agosto de 2026
Lula e Flavio Bolsonaro
Política

Lula foca em educação e Flávio em segurança na estreia no rádio

29 de agosto de 2026
Prefeitos contestam no STF dispositivos da lei sobre o crime organizado (Foto: Gustavo Moreno/STF)
Política

Entidades propõem reduzir férias de juízes e adoção de código de conduta

26 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?