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Dia a Dia

Faculdades particulares ignoram MEC e mantêm aulas práticas à distância

21 de maio de 2020 Dia a Dia
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Da Folhapress

SÃO PAULO – No primeiro ano do curso de Veterinária, Gabriel Magalhães, 17, tinha tido apenas algumas semanas de aula quando elas foram interrompidas pela pandemia do coronavírus. A faculdade manteve o cronograma com ensino a distância, inclusive em disciplinas práticas, como a de anatomia.

Apesar de o MEC (Ministério da Educação) ter proibido a substituição das aulas presenciais pela modalidade a distância em disciplinas práticas, de laboratório e estágios, faculdades particulares estão dando o conteúdo em atividades online, com a cobrança de presença, e marcaram avaliações para encerrar o semestre letivo. Também não comunicaram aos alunos se haverá reposição das aulas práticas.

“Anatomia era a disciplina que me deixava mais empolgado. Sempre quis estudar, ver de perto e tocar nas peças. Agora, as aulas acontecem só com imagens, desenhos. Parece o jeito que estudava biologia nos livros do ensino médio”, contou Magalhães, que estuda na FAM, na Mooca, zona leste de São Paulo.

O acompanhamento dos alunos nas aulas online está sendo contabilizado como frequência e as provas de fim de semestre já estão marcadas para o fim de maio. Como não sabe se as disciplinas serão repostas, Magalhães disse pensar em trancar o curso.

“Toda a minha formação depende dos conhecimentos desse primeiro ano. Não acho que estou aprendendo como deveria e a faculdade não diz se vai repor. Então, talvez seja melhor trancar e retomar quando as aulas forem ocorrer de forma adequada”, disse.

Até mesmo no cursos de Medicina, com regras mais rígidas estabelecidas pelo MEC, os alunos relatam que as aulas de disciplinas práticas continuam sendo contabilizadas, ainda que ocorram a distância. Estudante do terceiro ano, Matheus Sebastião, 20, disse que a comunicação da faculdade não é clara sobre reposição.

“O MEC diz que aulas práticas não podem ser a distância e a faculdade diz que só mantém as atividades online para nos ajudar e não ficarmos muito tempo longe do conteúdo. Só que eles estão cobrando presença e marcaram avaliação. É contraditório e eles não esclarecem aos alunos”, disse Sebastião, que também estuda na FAM.

O estudante disse que ficaria mais tranquilo se soubesse que as disciplinas repostas serão refeitas com a retomada das aulas presenciais, já que nesse semestre ele teria aulas de práticas e habilidades médicas. “Não tem como substituir o que aprenderíamos na prática com vídeos. Pode ser um déficit importante na minha formação”.

Victoria Paschoaletti, 18 , aluna do segundo ano de Medicina na Uninove, também continua com aulas de toda a grade curricular, mesmo as que são de laboratório, como citologia e anatomia. “Nos disseram que o semestre está previsto para encerrar em 26 de junho, por isso, vamos ter prova mesmo que o conteúdo só tenha sido dado online”.

Com dificuldade para pagar a mensalidade de R$ 7.900 e com um desconto de apenas 3%, ela pensa em trancar a matrícula para garantir que terá as disciplinas da maneira que considera correta. “Tenho me questionado se vale a pena o sacrifício que meus pais estão fazendo para pagar o curso e não ter o mínimo de qualidade”, disse.

Ela conta que as aulas online são ao vivo e não podem ser gravadas para serem consultadas em outro horário. “Os professores disseram que o EAD não está liberado para Medicina, então não podem gravar o conteúdo. Só que muitas vezes a gente perde o conteúdo por falha na internet. Tem sido muito estressante”, disse.

A presença também está sendo contabilizada pelo acesso dos alunos às aulas online, algumas vezes com chamada ‘surpresa’. “Os professores fazem chamada oral em momentos diferentes para ver se estamos de fato assistindo. Se tiver algum problema com a conexão, fico com falta”, contou a estudante.

Em Medicina, além de proibir o uso de EAD para práticas profissionais de estágio e de laboratório, o MEC também vedou a substituição das “disciplinas teóricas-cognitivas” a partir do quinto ano de curso. Aluno do último ano na Unigranrio, Yuri de Carvalho, 24, tem aulas online obrigatórias.

“Eles dizem que só estão colocando aulas teóricas para não ficarmos parados, mas estão cobrando presença e a mensalidade integral. Se não faz parte da grade do nosso curso, porque temos de pagar? Por que exigem presença? Nada disso é explicado”, disse. Na faculdade, alunos do último ano pagam R$ 7.500 ao mês.

Carvalho disse que os alunos se reuniram para cobrar um posicionamento da faculdade, mas até agora não receberam nenhuma resposta escrita em que há o compromisso de repor as atividades da prática. “Não acho justo pagarmos por aulas que não estão acontecendo e sem o compromisso formal de que serão repostas”, disse.

No penúltimo ano de Psicologia, na Unip, Lane Oliveira, 22, também se queixa da falta de transparência da faculdade sobre o andamento do curso e sobre como serão contabilizadas as atividades práticas. Sem poder realizar os estágios supervisionados em unidades de saúde, a instituição está oferecendo aulas teóricas online, com a obrigatoriedade de presença e avaliação.

“Não há data prevista para a reposição, eles não dão desconto pelas aulas que não podem ocorrer. E o fato de exigirem o acompanhamento e de avaliarem essas disciplinas online nos preocupa. Pedimos que se comprometessem por escrito a repor as aulas, mas não nos enviaram nada”, disse.

Questionado sobre a supervisão das aulas online em disciplinas práticas, o MEC informou que as instituições que descumprirem os requisitos para a substituição das atividades presenciais estão sujeitas a sanções, que podem resultar no encerramento da oferta de cursos e descredenciamento. No entanto, o ministério não informou se tem fiscalizado o cumprimento.

A Unip informou que “todas as formas de ensino oferecidas por meio tecnológicos são válidas e atendem as recomendações dos órgãos do MEC”. A instituição não respondeu se irá repor os conteúdos das aulas práticas e porque substituiu estágios profissionais por atividades remotas, contrariando o que estabelece a portaria do ministério.

A Uninove também disse ter “aprimorado as atividades acadêmicas dos semestres anteriores ao internato, que não foram substituídas por EAD”. Segundo a faculdade, as aulas online não configuram ensino a distância porque “permanecem em horário convencional e com uma inovadora dinâmica com interação em tempo real”. No entanto, não informou se as atividades de laboratório serão ministradas presencialmente como estabelece o MEC.

A Unigranrio e a FAM não responderam aos questionamentos.

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Assuntos aulas práticas, ensino à distância, MEC
Cleber Oliveira 21 de maio de 2020
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