O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Enchente no RS dificultou atingir meta de alfabetização, diz ministro

11 de julho de 2025 Dia a Dia
Compartilhar
Professores vão trabalhar na alfabetização (Foto: Eliton Santos/Semcom)
Professora em aula de alfabetização: Brasil não atingiu meta definida pelo MEC (Foto: Eliton Santos/Semcom)
Por Renata Cafardo e Levy Teles, do Estadão Conteúdo

SÃO PAULO – O Brasil não conseguiu atingir a meta de crianças de 7 anos que deveriam estar alfabetizadas em 2024, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (11) pelo MEC (Ministério da Educação). O país tem apenas 59,2% dos alunos do 2º ano do ensino fundamental que conseguem escrever bilhetes e convites, ler textos simples, tirinhas e histórias em quadrinhos. No ano passado, eram 56%, mas a meta estabelecida pelo próprio governo federal era chegar a 60%.

Segundo o ministro da Educação, Camilo Santana, o objetivo não foi atingido por causa das enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul no ano passado, que deixaram as escolas sem aulas por muitos dias.

“O Brasil atingiria a meta se o Rio Grande do Sul tivesse resultado similar ao de 2023. Foi uma coisa muito atípica o que aconteceu. Passaram um período em que as crianças não tiveram condições de ir para a sala de aula”, afirmou. O Estado teve queda drástica no número de crianças alfabetizadas, passando de 63,4% para 44,6%.

São Paulo foi um dos Estados que melhorou seu desempenho, passando de 51,91% das crianças alfabetizadas para 58,13% (a meta era de 56%). No entanto, apesar de ser o mais rico do País, continua com o índice menor que a média nacional.

A capital paulista melhorou o baixo resultado do ano passado que havia sido motivo de críticas durante a campanha para reeleição do prefeito Ricardo Nunes (MDB). Foi de 37,9% para 48,25% das crianças alfabetizadas e superou a meta que era de 44%.

Esta é a segunda vez que o governo federal divulga os dados do Indicador Criança Alfabetizada, que foi criado ano passado pelo MEC para mostrar anualmente quantas crianças sabem ler e escrever no país.

O Ceará permanece com o melhor resultado do Brasil, com 85,31% das crianças sabendo ler e escrever. Em seguida, estão Goiás e Minas Gerais. Os desempenhos mais baixos foram da Bahia, com 36% das crianças alfabetizadas (menor que no ano passado), e do Sergipe, com 38,4%.

O ministério não faz uma avaliação própria e, sim, usa os resultados de exames realizados pelos Estados com alunos do 2º ano do ensino fundamental de escolas públicas.

Segundo o MEC, o governo federal inclui algumas perguntas nos testes estaduais para que haja padronização dos resultados. São 16 itens de múltipla escolha, 2 de resposta construída e um de produção textual.

O ministério estabeleceu também uma pontuação mínima de 743 pontos na avaliação para que uma criança seja considerada alfabetizada. Dois milhões de estudantes participaram das provas em 42 mil escolas.

O modelo é criticado por alguns especialistas que afirmam que diferenças nas provas podem comprometer a comparação dos resultados.

O que uma criança de 7 anos precisa saber para estar alfabetizada

Relacionar sons e letras na Língua Portuguesa;

Ler mais que palavras isoladas e frases;

Ler textos simples de literatura usados nas escolas;

Escrever convites, bilhetes, mesmo com desvios da norma ortográfica;

Entender tirinhas e histórias em quadrinhos;

Localizar informações e inferir o assunto em textos curtos

A escolha do MEC em utilizar o Criança Alfabetizada como o indicador de alfabetização no Brasil recebeu críticas de um grupo de especialistas que aponta que os exames estaduais têm diferenças metodológicas e de aplicação. Para eles, o ideal seria usar o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), feito pelo MEC no 2° ano do ensino fundamental. Ele também avalia alfabetização, mas de forma amostral.

O governo vinha sendo acusado de falta de transparência por não apresentar os resultados do Saeb depois que o novo índice foi criado. Para o Inep, o Criança Alfabetizada expressa com mais fidelidade quantas crianças sabem ler e escrever porque reúne dados de todos os alunos de cada Estado e é realizado anualmente. O governo também argumenta que foram feitas parametrizações para que os exames, embora diferentes, sejam comparáveis.

Após pressão de especialistas e da imprensa, o MEC divulgou os números, que mostraram uma taxa de 49,3% de crianças alfabetizadas no País em 2023, porcentual um pouco menor do que os 56% indicados no relatório do programa Criança Alfabetizada.

O resultado nacional em 2023 havia sido 20 pontos percentuais acima do desempenho de 2021, de 36%. Mas apenas 1 ponto maior que o de 2019, antes da pandemia (55%). Até o ano passado, que o índice não existia, os dados eram comparados com o resultado do Saeb.

Notícias relacionadas

Governo anuncia investimento de R$ 875,9 milhões em novo porto em Manaus

Governo investirá R$ 3,3 bilhões em energia e descarbonização no AM

‘A BR-319 vai sair’, afirma Lula ao assinar ordem de serviço para reasfaltamento

Pesquisa mostra que Festival de Parintins é fonte de renda extra

TJAM aprova aumento no orçamento e pretende criar 42 vagas para juízes

Assuntos alfabetização, destaque, MEC
Cleber Oliveira 11 de julho de 2025
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Porto de Manaus (Foto: Divulgação/DNIT)
Economia

Governo anuncia investimento de R$ 875,9 milhões em novo porto em Manaus

27 de maio de 2026
Economia

Pesquisa mostra que Festival de Parintins é fonte de renda extra

27 de maio de 2026
Dia a Dia

TJAM aprova aumento no orçamento e pretende criar 42 vagas para juízes

27 de maio de 2026
Economia

Transpetro investirá R$ 303,5 milhões para fabricar barcaças em Manaus

27 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?