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Empresários alegam que tiveram prejuízo com reforma na mansão de José Melo

16 de janeiro de 2018 @ zmanchete
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Por Henderson Martins, da Redação

MANAUS – Os donos da empresa JK Serviços de Construção Ltda., que fez a reforma na mansão do ex-governador do Amazonas José Melo de Oliveira, em Manaus, no valor de R$ 500 mil, afirmaram em depoimento ao MPF (Ministério Público Federal) que tiveram prejuízos com o trabalho. O contrato inicial era para reparar forro, refazer a pintura e arrumar esquadrias de madeira.

Camila Barros, uma das proprietárias, disse que não foi possível calcular o lucro da empresa porque a obra foi paralisada pela metade. Segundo ela, o serviço nunca satisfazia a mulher de Melo, Edilene Gomes de Oliveira. No contrato firmado, a empresa faria o serviço e a ex-primeira-dama do Estado compraria os materiais.

“Os pagamentos eram feitos sempre em dinheiro vivo. Algumas vezes, ela (Edilene) falava que não tinha o dinheiro e perguntava se nós podíamos prosseguir a obra até ela receber o valor. Não perguntávamos de onde vinham os recursos. O total pago para nós chegou em quase R$ 500 mil”, disse Camila à força-tarefa da Operação Maus Caminhos.

De acordo com a empresária, o contrato foi para fazer uma pequena reforma na residência e que, estruturalmente, não foi mexido nada na casa. Consta no depoimento que, no decorrer da obra, outros serviços foram surgindo. “Foram feitos vários serviços, entre eles forro, pintura, piso e revestimentos. Algumas áreas tiveram que passar por essa ação. A casa era muito antiga, havia muita infiltração e vários problemas por ter ficado fechada. Tivemos que trocar interruptores, fiação e luminárias”, disse a empresária.

A empresária disse que foram contratadas nove empresas para fazer a reforma na casa do ex-governador. Os serviços incluíam canalização de gás, instalação de ar-condicionado, vigilância, reforma da piscina e instalações elétricas. Camila disse que o casal comentou que teria que vender um barco para comprar a casa, e caso faltasse o recurso, Edilene iria fazer um financiamento.

Também sócio da empresa, João Bosco Lima disse que o contrato de reforma surgiu após ele conhecer a irmã de Edilene Gomes. “Eu sou fisioterapeuta e fui fazer um atendimento à ex-primeira-dama. Durante o atendimento, a irmã dela falou que a ex-primeira-dama estaria com depressão pelo fato de o ex-governador não ter dado brechas para ela trabalhar no governo”, disse Lima.

Foi com o tratamento médico que surgiu a amizade. O fisioterapeuta contou que a ex-primeira-dama revelou o desejo de comprar uma nova casa e que precisaria de uma reforma. Ele disse que viu o estabelecimento e pediu um prazo de 30 dias para fazer a reforma.

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Assuntos Edilene Gomes de Oliveira, Instituto Novos Caminhos, José Melo, Mouhamad Moustafa, Operação Estado de Emergência, Operação Maus Caminhos, Susam
Cleber Oliveira 16 de janeiro de 2018
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