O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
PolíticaPolítica.

Em palestra, Mendes afirma que STF agia com ‘assimetria’

23 de novembro de 2015 Política Política.
Compartilhar
Gilmar Mendes by Nelson Jr stf
Gilmar Mendes afirmou que os números de corrupção da Operação Lava Jato são “estratosféricos”. O ministro disse que o caso do mensalão era considerado, até agora, o maior caso de corrupção da história do País (Foto: Nelson Jr/ STF)

SÃO PAULO – O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes afirmou nesta segunda-feira, 23, que, até pouco tempo atrás, o STF agia com “certa assimetria”. “Éramos muito corajosos para cassarmos governadores de Roraima ou de Rondônia, mas éramos cuidadosos com Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais”, disse em debate promovido pelo Lide.

O ministro – que participa de debate no Grupo de Líderes Empresarias (Lide), em São Paulo – disse que as contas do Executivo eram avaliadas em “espécie de faz de contas”, pois, entre outras razões, o Judiciário evitava se envolver com questões “politicamente muito densas”. Para ele, os tribunais chegavam a aplicar “multas ingênuas”, sem impacto efetivo para coibir práticas eleitorais ilegais.

Mendes elogiou a iniciativa do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de abrir o processo referente às contas da campanha de reeleição da presidente Dilma Rousseff. Destacou ser um processo inédito no País, que avaliará a suspeita de “doação de propina”, abuso de poder econômico e político.

Lava Jato

Gilmar Mendes afirmou que os números de corrupção da Operação Lava Jato são “estratosféricos”. O ministro disse que o caso do mensalão era considerado, até agora, o maior caso de corrupção da história do País.

Mendes avalia que o julgamento do processo do mensalão foi “extremamente importante” para a Lava Jato ter sucesso. O ministro citou o caso do ex-gerente executivo da Petrobras Pedro Barusco, que confessou ter recebido propinas do esquema de corrupção instalado na estatal e investigado pela Lava Jato. No acordo de delação premiada, Barusco aceitou devolver US$ 97 milhões em propina.

“As investigações que agora se desenvolvem seriam impensáveis se nós não tivéssemos aquele julgamento do mensalão”, afirmou. “Depois surge o Petrolão, os números são estratosféricos, quando 1 Barusco corresponde a US$ 100 milhões, temos um outro quadro.” Mendes afirmou também que a Lava Jato tem sucesso até o momento por ter uma força-tarefa dedicada às investigações.

O ministro disse esperar que o STF reveja a decisão que “fatiou” os processos da Operação Lava Jato. Como antecipou o Broadcast Político, a Procuradoria-Geral da República enviou recurso ao Supremo para tentar reverter o desmembramento.

Em 23 de setembro deste ano, a maioria dos ministros entendeu que a investigação da Lava Jato não deveria ficar somente sob relatoria do ministro Teori Zavascki, responsável pelo caso na Corte, e sob os cuidados do juiz Sérgio Moro, que conduz a operação na primeira instância, em Curitiba.

“Acho que não foi uma boa decisão, a melhor decisão. Na época me posicionei. Espero que o STF tenha a oportunidade de rever”, afirmou. “Temos anunciado recurso da Procuradoria-Geral da República, e espero que o Tribunal se debruce sobre o tema.”

O pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, mantido sob sigilo, contesta decisão do ministro Teori Zavascki, que desmembrou as investigações na estatal Eletronuclear. O recurso evoca a existência de provas, pessoas, empresas e partidos, agindo em uma mesma sistemática criminosa, nas obras da Usina Nuclear de Angra 3 e nos esquemas de cartel e corrupção na Petrobras.

Há uma semana, o caso sobre suposto pagamento de R$ 4,5 milhões em propinas relacionadas a obras de Angra 3 chegou à 7.ª Vara Federal do Rio, sob responsabilidade do juiz Marcelo Bretas. Funcionários já deixaram de identificar o processo como uma ação da Lava Jato e passaram a chamá-lo de Radioatividade, nome da operação deflagrada em julho que alcançou a Eletronuclear.

Urna eletrônica

Mendes disse estar convencido de não ter havido qualquer tipo de fraude nas urnas eletrônicas na reeleição da presidente Dilma Rousseff. “Não houve fraude”, afirmou.

Apesar da fala, o ministro disse que o modelo eletrônico deveria ser passível de verificação e que “há um esforço nesse sentido”. O Congresso aprovou recentemente que as urnas terão de ter um mecanismo para imprimir os votos – em uma medida com custo estimado em R$ 1,8 bilhão.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

Notícias relacionadas

Candidato a presidente promete construir ‘super presídio’ na Amazônia

Segurança e corrupção são os temas que mais preocupam os brasileiros

Cármen Lúcia defende fortalecer democracia contra interferências externas

MDB não apoiará candidato a presidente e libera diretórios nos estados

Ministro da Fazenda chama Milei de ‘palhaço’ por ofensas ao presidente Lula

Assuntos corrupção, Gilmar Mendes, Judiciário, Lava Jato, mensalão
Valmir Lima 23 de novembro de 2015
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

operacao ssp-am
Política

Segurança e corrupção são os temas que mais preocupam os brasileiros

27 de julho de 2026
Luiz Fux considera o STF incompetente para julgar Bolsonaro (Foto: Fábio Rodrigues-Pozebom/ABr)
Política

Luiz Fux assumirá Segunda Turma do STF, que analisa o caso do Banco Master

29 de junho de 2026
Política

Gilmar Mendes defende extradição de Carla Zambelli em novo pedido à Justiça da Itália

24 de junho de 2026
STF
Política

Críticas de Gilmar Mendes a colegas do STF violam Lei da Magistratura, afirmam juristas

23 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?