O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Doria admite ser vice de Alckmin e volta a defender aliança de centro

6 de novembro de 2017 Política
Compartilhar
Geraldo Alckmin e João Doria faziam disputa interna do PSDB para concorrer nas eleições de 2018 (Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)

Do Estadão Conteúdo

SÃO PAULO – O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), admitiu a possibilidade de ser candidato a vice-presidente da República em uma chapa encabeçada pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), em 2018. Em entrevista exibida na madrugada desta segunda-feira, 6, no programa Canal Livre, da TV Bandeirantes, o tucano declarou que “tudo é possível” e voltou a defender que só uma aliança partidária de centro encabeçada pelo PSDB seria capaz de derrotar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) no ano que vem.

Apesar de dizer que não se apresenta como candidato à eleição presidencial de 2018, Doria afirmou que está conversando sobre a disputa com Alckmin. “Hoje tudo é possível. No diálogo, tudo é possível, ainda mais com Geraldo Alckmin”, disse o prefeito, quando perguntado se aceitaria ser vice do governador. “Tem que ter o entendimento e sobre a mesa avaliar o que é melhor para o PSDB e o que é melhor para o Brasil.”

Após críticas de que estava abandonando a cidade para viajar pelo País e se projetar nacionalmente, Doria afirmou que já recuou. “Eu entendi o recado, nós já mudamos, reduzimos o número de viagens, foco na cidade”, afirmou. “Quanto à decisão de ser ou não ser (candidato), não é uma decisão minha, é uma decisão da população.”

Convidado por outros partidos para se filiar e conseguir ser indicado como candidato a presidente, Doria afastou a possibilidade de sair do PSDB. “Não é minha índole”, afirmou. Ele não descartou ainda a possibilidade de ser candidato a governador na disputa pela sucessão de Geraldo Alckmin, apesar de dizer que sequer encampa a ideia.

Aliança de centro

O tucano reconheceu que Lula e Bolsonaro, atuais líderes nas pesquisas eleitorais, são nomes fortes para a disputa presidencial, o que representa um risco para o País. Para Doria, Lula é o candidato da extrema esquerda e Bolsonaro, da extrema direita. “O que eu defendo hoje é que o PSDB possa ter uma candidatura pacificadora, aglutinadora e principalmente que as forças de centro estejam unidas. Caso contrário teremos um segundo turno da eleição disputado por Bolsonaro e Lula”, disse o prefeito. “O Lula, se você não tiver muita força e muita tenacidade, você sucumbe diante dele. Ele engole você. O Bolsonaro não é diferente, com outro estilo, com outro jeito”, afirmou.

Para compor essa aliança, ele defendeu a inclusão do PMDB, apesar de todo o desgaste do presidente Michel Temer. “A meu ver com todo o desgaste circunstancial, (o PMDB) deve fazer parte sim dessa frente ampla”, disse, citando também DEM, PP, PPS, PRB e PR como possíveis aliados.

Doria acredita que Lula será candidato a presidente, mesmo diante do risco de o petista ser condenado em segunda instância. “E, mesmo que isso não ocorra, continuará sendo candidato, mesmo com Jaques Wagner (ex-governador da Bahia), Fernando Haddad (ex-prefeito de São Paulo) ou quem quer que seja, será o Lula.” Doria disse ainda que “adoraria” enfrentar o ex-presidente na disputa. “O Lula me teme e ele sabe que ele me teme.”

Perguntado sobre outros nomes que tentam se viabilizar, Doria disse não acreditar que o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, será candidato e afirmou que o apresentador de televisão Luciano Huck não tem suporte partidário para a disputa.

Candidato único. O prefeito da capital paulista defendeu, na entrevista, que o PSDB defina seu candidato ao Planalto na convenção nacional que realizará no dia 9 de dezembro como uma “demonstração de equilíbrio” e capacidade para liderar o debate eleitoral em 2018. “Com prévias ou sem prévias.” Como plano de governo, o tucano disse que o partido precisa se concentrar em propostas para gerar empregos para a classe mais pobre.

Discordando do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), que, em artigo publicado neste domingo defendeu o desembarque do PSDB do governo Temer, Doria disse que o partido precisa manter seus ministros no governo e seguir alinhado à política econômica. “Se era pra sair, já deveríamos ter saído”, declarou.

Farinata. O prefeito confirmou que sua gestão abandonou a ideia de implantar a farinata – composto produzido a partir de alimentos próximos ao vencimento – na merenda de escolas municipais e no atendimento à população em situação de rua. Ele reconheceu que o governo “errou” na condução do programa, apesar da “qualidade” do produto. “Encerramos esse processo, não vamos ter mais a farinata.” Ele afirmou que a Prefeitura vai anunciar nesta semana o incremento de frutas, verduras, arroz, feijão e proteínas na merenda escolar e no atendimento à população de rua.

Notícias relacionadas

Braga e Omar comentam decisão da Justiça que suspende restrição da Receita à ZFM

Juiz derruba entendimento da Receita Federal que prejudica Zona Franca

‘Tragédia humanitária’, diz senador sobre domínio das bets em anúncios na Copa

‘Você tem que pensar na sua mulher e filhos’, diz Lula sobre escolha de candidatos

TRE manda tirar do ar vídeo que retrata Tarcísio de Freitas como o boneco Chucky

Assuntos Brasília, Geraldo Alckmin, João Doria, Michel Temer, PMDB, Presidência, PSDB, sao paulo
Redação 6 de novembro de 2017
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Augusto Barreto Rocha 2023
Augusto Barreto Rocha

O Brasil que Brasília e São Paulo ainda não enxergam

29 de junho de 2026
Polícia Legislativa
Dia a Dia

Polícia legislativa proíbe bandeira LGBT+ em gramado do Congresso

28 de junho de 2026
O Supremo Tribunal Federal julga o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados (Foto: Ton Molina/STF)
Política

Defesa de Bolsonaro teme que arma apreendida o leve de volta ao presídio

28 de junho de 2026
Economia

Alckmin veta ‘Contrato do Primeiro Emprego’ para jovens de 18 a 29 anos

18 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?