O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
>Política

Dívida do TJAM com magistrados passa de R$ 358 milhões a R$ 618 milhões em 9 anos

1 de dezembro de 2019 >Política
Compartilhar
Tribunal de Justiça do Amazonas já pagou quase o total do que devia em 2010, mas a dívida continua praticamente a mesma (Foto: TJAM/Divulgação)
Por Felipe Campinas, da Redação

MANAUS – Em novembro de 2013, o então presidente do TJAM (Tribunal de Justiça do Amazonas), desembargador Ari Jorge Moutinho, disse à reportagem do ATUAL que era “impagável” a dívida da PAE (Parcela Autônoma de Equivalência), devida a 315 magistrados da ativa, aposentados e pensionistas. Seis anos depois, a afirmação se mostra real, na prática.

De acordo com o TJAM, atualmente, o valor da dívida da PAE que era de R$ 358,2 milhões, chegou a R$ 618,1 milhões em novembro deste ano. Desse total, já foram pagos R$ 279,6 milhões a e ainda faltam pagar R$ 338,5 milhões.

Leia mais:
2013 – Desembargador diz que dívida é impagável
2017 – Tribunal já pagou R$ 199,6 milhões

Além disso, o TJAM também paga o valor referente à correção da URV (Unidade Real de Valor), que é a moeda provisória que deu origem ao Real. Só essa correção gera uma dívida, atualizada em novembro deste ano, de R$ 58,4 milhões.

A PAE foi criada para pagar uma dívida gerada a partir de um entendimento de que os magistrados de todo o Brasil tinham direito ao auxílio-moradia pago aos deputados federais entre setembro de 1994 e dezembro de 1997, tempo que o benefício também deveria ser pago aos magistrados. Em 2000, juízes de todo o país ganharam na justiça o direito de receber o auxílio incorporado aos vencimentos e, em 2010, o TJAM começou o pagamento.

O crescimento da dívida entre 2010 e 2019 revela que se torna cada vez mais difícil sanar a dívida com os magistrados do Amazonas, pois todos os meses ela aumenta em função dos juros e correção monetária.

Em 2010, por exemplo, o valor da dívida era de R$ 358,2 milhões e o Tribunal de Justiça começou o pagamento com R$ 1 mil por mês a cada magistrado – chegou a pagar até R$ 15 mil por mês nesse período, mas atualmente paga R$ 10 mil.

Até setembro de 2017, o TJAM já havia pago R$ 207,4 milhões e ainda devia R$ 159,7 milhões.

Mas naquele ano, o valor da dívida foi atualizado e passou R$ 410,7 milhões. Abatendo os R$ 207,4 milhões já pagos, ficou um débito de R$ 203,3 milhões.

Entre outubro de 2017 e novembro de 2019, TJAM pagou mais R$ 72,2 milhões aos magistrados, mas a dívida foi novamente corrigida e está R$ 338,5 milhões, quase o mesmo da valor de 2010, conforme o gráfico abaixo.

De acordo com a Calculadora do Cidadão, do Banco Central do Brasil, corrigido pelo IPCA-IBGE (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), o valor inicial de R$ 358,2 milhões, de outubro de 2010, seria de R$ 599,6 milhões em novembro 2019 somando-se aos R$ 58,4 milhões da URV, seriam R$ 658 milhões.

Amortização dos juros

Para o presidente da Amazon (Associação dos Magistrados do Amazonas), Luis Márcio Albuquerque, a atual situação orçamentária do TJAM não permite o pagamento da dívida à vista e, por isso, o pagamento parcelado acaba apenas amortizando os juros. “É inviável pagamento à vista. E esse pagamento parcelado, realmente, parece infindável porque paga, paga, paga e aumenta”, afirmou Albuquerque.

“A gente trabalha com o duodécimo (valor repassado pelo Executivo em 12 parcelas de um percentual da receita corrente líquida do Estado). O dinheiro dá para pagar a folha e todos os encargos que o Tribunal tem. Então, a PAE, realmente, está em segundo plano. Vão só amortizando a questão dos juros, é por isso que se torna difícil a liquidação da conta”, afirmou Luis Albuquerque.

Ainda de acordo com o presidente da Amazon, “só haveria possibilidade de quitar efetivamente (a dívida) se aumentasse a parcela de pagamento”, que, atualmente, é de R$ 10 mil por mês para cada magistrado. “O valor da parcela é relativamente baixo, por isso, que mal paga os juros”, disse o representante dos magistrados do Amazonas.

Magistrados
É impossível prever quando a divida será paga, apesar de os magistrados receberam parcelas de R$ 10 mil todo mês (Foto: Raphael Alves/TJAM)
Parcela Autônoma de Equivalência

O TJAM paga para cada magistrado R$ 10 mil por mês, que aparecem no contracheque como indenização. A exceção é o desembargador Aristóteles Thury, que há quatro anos recebe o valor dobrado: R$ 20 mil/mês. Esse valor se soma ao salário (R$ 30.471,11 de desembargador e R$ 28.947,55 de juiz) sem desconto de Imposto de Renda, porque é considerado indenização.

Essa indenização carrega uma dose de ironia. Em 2000, uma resolução do STF (Supremo Tribunal Federal) incluiu pela PAE o valor do auxílio-moradia dos parlamentares na remuneração dos ministros do Supremo Tribunal Federal, em cumprimento da decisão consubstanciada na Ação Ordinária nº 630-DF. A alegação foi de que a Câmara dos Deputados pagava o auxílio-moradia e, sobre o valor, descontava imposto de renda.

Portanto, no entendimento do STF, não se tratava de indenização, mas de remuneração, o que lhes dava direito de receber o valor para equiparar a remuneração entre os Poderes, previstos na Lei 8.448, de 21 de julho de 1992.

Os valores pagos pela Câmara dos Deputados era de R$ 3 mil mensais. Os deputados corrigiram o “erro” em 1997, mas ficou a dívida de 1994 a 1997. Esses R$ 3 mil se transformaram na bola de neve que o TJAM não consegue se livrar.

TCE e MP-AM

O TCE-AM (Tribunal de Contas do Estado do Amazonas) e o MP-AM (Ministério Público do Estado do Amazonas) também pagaram a PAE aos seus membros. No caso do TCE, receberam a indenização os conselheiros, procuradores de contas e auditores. No caso do MP-AM, o pagamento foi para procuradores e promotores de Justiça.

O TCE-AM pagou a dívida em parcelas de R$ 100 mil para cada membro do tribunal. Foram pelo menos quatro parcelas e mais um pagamento referente à correção da controversa URV.

No MP-AM a dívida também foi paga em parcelas robustas, mas a Procuradoria Geral de Justiça nunca informou os valores pagos. Há, ainda, no MP-AM um processo que cobra o pagamento de valores referentes à correção monetária da PAE.

Notícias relacionadas

TJAM julga no dia 27 de maio réus pela morte de Débora Alves

TJAM nega pedido para soltar empresário preso no caso Djidja Cardoso

Associações de magistrados defendem teto salarial de R$ 71 mil no serviço público

OAB define os seis advogados para disputa de vaga no TJAM

Defesa diz que PIX de R$ 210 mil a servidor do TJAM foi doação na pandemia

Assuntos desembargadores, juízes, PAE, Parcela Autònoma de Equivalência, TJAM
Felipe Campinas 1 de dezembro de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Gil Romero Machado Batista e José Nilson Azevedo da Silva, réus pela morte de Débora (Foto: Divulgação)
Dia a Dia

TJAM julga no dia 27 de maio réus pela morte de Débora Alves

21 de maio de 2026
José Máximo Silva de Oliveira é dona da clínica que, segundo a polícia, fornercia cetamina à família Cardoso (Foto: Divulgação/PC)
Dia a Dia

TJAM nega pedido para soltar empresário preso no caso Djidja Cardoso

20 de maio de 2026
juizes
Política

Associações de magistrados defendem teto salarial de R$ 71 mil no serviço público

18 de maio de 2026
Dia a Dia

OAB define os seis advogados para disputa de vaga no TJAM

15 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?