O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Deputado do PSL revela ser gay após atrito com deputada trans

5 de abril de 2019 Política
Compartilhar
Deputado estadual Douglas Garcia (PSL-SP) (Foto: Ananda Migliano/Folhapress)

Por Anna Virginia Balloussier, da Folhapress

RIO DE JANEIRO – “Negro, gay e favelado. Pronto, sou o combo do vitimismo brasileiro”, ironiza o deputado estadual Douglas Garcia (PSL-SP), 25, sobre a própria situação.

Sua homossexualidade não era pública até a colega Janaina Paschoal subir na tribuna da Assembleia Legislativa de São Paulo, nesta sexta, 5, e fazer o anúncio, a pedido dele: Douglas estava “um pouco abalado”, mas conversou com os pais dele e agora, finalmente, tomou a decisão de sair do armário.

O parlamentar conta à Folha de S.Paulo que assim quis porque não aguentava mais ouvir gente dizendo que ele era homofóbico ou transfóbico. Rótulos que ficaram ainda mais populares após o parlamentar entrar em atrito com Erica Malunguinho (PSOL-SP), a primeira transexual eleita para a Casa.

Foi assim: na véspera, a psolista havia discursado contra um projeto de lei de outro deputado, Altair Morais (PRB-SP). O texto estabelece que o sexo biológico seja o único critério para definir se um atleta que compete em partidas oficiais do estado é homem ou mulher.

Ou seja, esportistas trans não poderiam atuar numa equipe que corresponda ao gênero com o qual se identificam (se Erica quisesse jogar futebol, por exemplo, teria que ser no time masculino).

Douglas elogiou a proposta de Altair e foi além: disse que se soubesse que no mesmo banheiro que sua mãe ou irmã estivessem entrasse “um homem que se sente mulher, ou que pode ter alegado o que quiser”, ele mandaria sair dali na hora.

“Vou tirar primeiro no tapa e depois chamar a polícia para ir levar.”  O PSOL pediu a cassação do deputado do PSL depois disso. O deputado diz à reportagem que ser gay, agora abertamente, não o move um centímetro das ideias que sempre defendeu.

Uma delas é que uma pessoa trans não pode frequentar toaletes destinados ao sexo diferente daquele seu biológico. Também fala em lutar pela “pureza da infância” e contra “esse absurdo que é o movimento LGBT indo para a rua pegar crucifixo e enfiar no ânus”. Atos assim já foram visto em protestos da comunidade, mas são minoria absoluta.

“Isso não me representa, não representa os gays. Não quero que as crianças na escola sejam incentivadas a aprender erotização infantil”, afirma.
Douglas é entusiasta fervoroso de Jair Bolsonaro (PSL-RJ), mesmo antes de o capitão reformado virar presidente, ou do próprio jovem decidir entrar na vida partidária.

A reportagem o questiona: Bolsonaro já disse que preferia um filho morto num acidente a um filho homossexual. Como ele, gay, se sente com essa frase do seu ídolo?

“Jair é um militar com mais de 60 anos [ele tem 64], pra que arrumar assunto sobre homossexualidade, homossexualismo, para um militar que passou metade da vida num ambiente cercado de virilidade? Claro que a resposta dele será bem agressiva, mas não significa que ele sairá pela rua, ‘pá, pá, pá’, atirando em tudo quanto é gay”, diz.

“Tanto é que muitos gays votaram nele”, emenda. “Se acha [ser gay] uma coisa ruim, é opinião dele. Não tira o fato de eu o admirar.”
Para Douglas, contribuição real para a causa, mais do que qualquer esquerdista, Bolsonaro dá com seu discurso armamentista.

“E a homofobia, como combater? Vamos seguir a agenda do presidente, que quer legalizar as armas de fogo. Já pensou que maravilha seria se a mulher, o gay, poderem se defender contra um machista, um homofóbico?” Ele faz a ressalva que a pessoa precisa ser “bem treinada” antes de se armar.
Primogênito de uma diarista e um pastor evangélico que dirige perua escolar, Douglas mora numa favela em Americanópolis (zona sul paulistana), mais precisamente numa área chamada de Iraque, por causa do tanto de escombros por ali.

Fundador do Direita São Paulo, estreou nos noticiários por causa do Carnaval. Ele e amigos criaram em 2018 o bloco Porão do Dops, que acabou proibido pela Justiça de desfilar.

Uma das marchinhas parodia o clássico “Cachaça Não É Água”: “Você pensa que bandido é gente/ Bandido não é gente, não/ Bandido bom tá enterrado/ Deitado dentro de um caixão”.

Ele já teve relações com homens e mulheres. Chegou a terminar com uma namorada “que queria casar” porque sabia que essa não era a dele. Vindo de um lar conservador, diz que gostar de homens sempre foi algo “muito íntimo”, daí não via sentido em expor a preferência em casa. “Pra que vou falar com meus pais, meu avô?”

Os pais reagiram bem. “Me abraçaram, disseram que me amavam. Detalhe que eles votaram no Bolsonaro. Se meus pais continuam me amando, que se exploda o mundo.”

Douglas afirma que não quer que a homossexualidade vire uma bandeira sua. “Sabia que a partir do momento em que eu dissesse que sou gay, isso teria destaque, seria uma quebra de paradigma no meio em que estou inserido. Mas quero ser destaque pelas minhas competências.”

Conta que nunca havia brigado com Erica Malunguinho antes, com quem sempre teve uma relação cordial. “A gente almoçava normal, eu sentava ali, conversava com ela, que já me explicou essa questão de religião, a diferença entre umbanda e candomblé.”

E a colega que Douglas faz questão de chamar de senhora, de deputada, no feminino: ela deve usar o banheiro dos homens na Assembleia? 

“Se não no banheiro dos homens, tem que criar uma terceira opção. Com todo respeito à deputada [pela desavença na véspera], eu já tinha pedido desculpas. Pra mim é muito natural, não sou politicamente correto.”

Notícias relacionadas

Redes sociais democratizaram debate público, mas disseminam desinformação, diz Barroso

Voto de Cármen Lúcia sobre Ficha Limpa é de ‘elevada relevância’, diz Movimento Anticorrupção

Prefeitura repassará R$ 348,4 milhões à Câmara Municipal este ano

Justiça nega extradição para o Brasil e ex-deputada Carla Zambelli é libertada na Itália

Suplente de Alcolumbre é indiciado pela PF por associação criminosa e corrupção

Assuntos Douglas Garcia, Erica Malunguinho, pessoas trans
Redação 5 de abril de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Eleitor tem opção de justificar pelo e-Título (Foto: Marcello Casal Jr/ABr)
Política

Pessoas trans podem incluir nome social no título de eleitor; saiba como proceder

2 de fevereiro de 2026
Candidatos transgêneros poderão usar o nome social na urna na eleição deste ano (Foto: Leo Pinheiro/Fotos Públicas)
Dia a Dia

Lei proíbe terapia hormonal no AM para pessoas trans menores de 18 anos

13 de junho de 2025
Deputado Nikolas Ferreira usou peruca amarela para fazer discurso transfóbico (Foto: TV Câmara/Reprodução)
Política

Deputado Nikolas Ferreira terá que pagar R$ 200 mil por usar peruca e ofender trans

30 de abril de 2025
Bandeira LBGT é pela defesa de maior atendimento aos gays na rede pública de saúde (Foto: Divulgação)
Dia a Dia

Associação repudia restrição do CFM a tratamento para jovens trans

16 de abril de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?