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© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Dano ambiental deve atingir 9 cidades do Amazonas com repavimentação da BR-319

12 de maio de 2022 Dia a Dia
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br 319 rodovia
Áreas desmatadas na rodovia: impacto ambiental (Foto: Orlando K. Júnior/Observatório BR-319)
Por Phillippe Watanabe, da Folhapress

SÃO PAULO – A pavimentação da rodovia BR-319, que liga Porto Velho (RO) a Manaus (AM) pode gerar impacto – incluindo risco de desmatamento – em mais de 300 mil quilômetros quadrados da Amazônia. Isso representa uma área maior que todo o estado de São Paulo.

A conclusão faz parte de um estudo desenvolvido pelo CPI (Climate Policy Initiative/PUC-Rio), junto ao projeto Amazônia 2030, uma iniciativa de cientistas brasileiros em busca de planos de desenvolvimento sustentável para a região. Os resultados do estudo foram apresentados em um evento na Universidade Princeton (EUA) no fim da última semana.

Segundo os pesquisadores, a rodovia deve causar impacto em nove municípios do Amazonas, que, juntos, possuem população superior a 320 mil habitantes. Sob a área de influência da BR-319 estão também 49 terras indígenas, 49 unidades de conservação e 140 mil km² de florestas públicas não destinadas – terras públicas que não receberam destinação (como se tornar uma unidade de conservação, por exemplo) e que costumam ser focos de desmate e grilagem na Amazônia.

Em geral, estudos de impacto ambiental se baseiam em distâncias físicas para avaliar a área de influência de uma construção, o que é importante para determinar medidas de compensação, mitigação e consultas a populações afetadas (como indígenas). Ou seja, para uma rodovia ou ferrovia, por exemplo, pessoas, animais e terras em até determinado número de quilômetros serão afetados.

A distância a ser considerada em cada caso, porém, varia. “A maneira como isso é definido é um tanto arbitrário”, afirma Arthur Bragança, coordenador de avaliação de política pública do CPI/PUC-Rio.

Por isso, o estudo utilizou uma abordagem diferente para apontar a possível área de influência das obras: acesso a mercado. Ou seja, foram considerados os impactos econômicos que o projeto vai causar na região em que se encontra, explica Bragança.

Os 900km da BR-319 são a única rodovia que liga Manaus ao resto do país. Construída, pavimentada e inaugurada, em 1976, durante a ditadura militar, acabou perdendo o pavimento.

Desde a década de 1990, obras de melhoria foram realizadas em diversas áreas da rodovia, mas um trecho central, com cerca de 400 km de extensão, é tema de controvérsia exatamente pelo seu possível impacto.

O MPF (Ministério Público Federal) tem questionado a realização de audiências públicas sobre o licenciamento desse trecho por, segundo o órgão, não haver estudos de impactos ambientais completos até o momento.

A preocupação é ainda maior porque as estradas costumam levar a um aumento do desmatamento – o Amazonas é o estado com as áreas mais intocadas de floresta no país.

Para Bragança, asfaltar esse trecho muda a acessibilidade a algumas regiões, o que altera a dinâmica econômica do local. “Em particular, para quem tem um pedaço de terra, você muda a decisão de abrir [derrubar] a floresta”, diz ele.

Esse tipo de metodologia de acesso a mercado – já utilizada internacionalmente para projetos de transporte em cidades e comércio internacional – leva em conta os custos em toda a malha de transportes da região (no caso de estradas, sejam ela asfaltadas ou não). Com isso, é possível ver quais áreas devem sofrer maior influência da rodovia.

Traçada a área de influência (o que já pode ser feito logo após se ter um desenho da obra), é possível olhar para as áreas impactadas e observar, em cada local, quais são os riscos envolvidos, afirma o pesquisador.

“O objetivo é efetuar infraestrutura de uma forma que não agrida tanto o meio ambiente”, afirma Bragança. “Quase a totalidade dos projetos de construção de rodovias na Amazônia, historicamente, estão ligados a impactos socioambientais grandes”.

Outros estudos já apontavam que a BR teria uma área de influência equivalente às áreas da Alemanha e Holanda juntos, segundo uma pesquisa do Idesam (Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia).

Uma nota técnica feita pelo Observatório da BR-319, em abril deste ano, aponta a abertura de cerca de 4.752 km de ramais (estradas menores não oficiais) a partir da rodovia em quatro municípios (Canutama, Humaitá, Manicoré e Tapauá), ao sul da estrada.

O Deter, programa do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), apontou em abril uma concentração de áreas de derrubada de floresta ao redor da BR-319. Um levantamento do Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) já tinha apontado uma explosão do desmatamento em terras públicas sob o governo Jair Bolsonaro (PL).

A reportagem procurou o Ministério da Infraestrutura, que não respondeu até a publicação desta reportagem.

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Assuntos Amazonas, Amazônia, asfaltamento, BR-319, desmatamento, manchete, rodovias
Cleber Oliveira 12 de maio de 2022
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33 Comments
  • Cassio disse:
    12 de maio de 2022 às 19:11

    Vocês são muito palhaços mesmo né, quando o presidente tira os incentivo fiscais da ZFM vcs ficam caladinho, e quando vem a tona o asfaltamento da BR 319 pra tentar diminuir os impactos que serão gerados por conta da logística Vocês veem com uma matéria dessa rechada de hipocrisia.. se tivessem interessados na preservação da Amazônia defenderiam os incentivos a ZFM.

    Responder
  • Filipe Braga disse:
    12 de maio de 2022 às 19:42

    São 320 habitantes que terão desenvolvimento, se tiver que derrubar árvores🌲, que assim sejam.

    Responder
  • José Augusto Ramos disse:
    12 de maio de 2022 às 21:34

    Então, com certeza vai haver instalações OU invasões disso, daquilo, seria ótimo A fiscalização a cargo do exército brasileiro em toda a extensão da 319. Já deve haver muita gente se dizendo “dono” de terrenos …

    Responder
  • Renan disse:
    12 de maio de 2022 às 21:54

    Estudos para alternativas sustentáveis??? Querem extinguir a Zona Franca de Manaus, tirar vários voos que ligariam o Amazonas com o resto do mundo, proibir a pavimentação de uma estrada que já existe a muito tempo… Sendo que os maiores responsáveis,por tudo de ilegal que possa estar acontecendo, são os que defendem essas teses ignorantes.

    Responder
    • Diogo disse:
      13 de maio de 2022 às 07:03

      Apoiado! É isso mesmo esse jornalismo de redação, pessoal no ar condicionado falando sobre coisas que não conhecem. Estudiosos que ficam em seu bares e botequins entre drinks e tragadas filosofando sobre o ideal para uma ecologia tola que ao invés de preservar incentiva o desmatamento ilegal entre outros crimes como o tráfico de drogas, que aliás, seguindo o seu curso lhes coloca na boca o cigarro maldito para mais uma tragada…

      Responder
    • Silvio souza do carmo disse:
      13 de maio de 2022 às 14:38

      Nunca perguntaram de quem mora aqui isolado do resto do país e dos paises que fazem fronteira…mas é claro que desejamos e queremos a construção da BR 319 É ABSURDO IMAGINAR QUE EXISTA OUTRO INTERRESSE maior que esse pro povo amazonense.

      Responder
  • Ronaldo Rodrigues dos Santos disse:
    12 de maio de 2022 às 21:54

    Isso é desenvolvimento pra região, melhoria de vida para as pessoas que ali moram e sonham com essa estrada. Procurem saber o que o povo da região almeja

    Responder
  • Taís Inácio do Nascimento Feliciano disse:
    12 de maio de 2022 às 22:30

    É cada uma que eu vejo, a estrada já está aberta agora ficam com essa palhaçada, acho que esse pesquisador nunca nem pisou os pés aqui, é direito nosso, direito de ir vir. Todos nós já sabemos que isso são os petralhas atrapalhando uma obra que na vdd só precisa melhorar.

    Responder
  • Diogo disse:
    13 de maio de 2022 às 06:58

    Isso é ultrajante, em nome de uma pseudo ecologia deixar a região do extremo norte sem acesso ao resto do Brasil! Ficamos eternamente dependente de uma política de incetivos fiscais, política essa que sustenta a anos um corja de políticos nefastos e oportunistas. Esse tipo de notícia e esse tipo de portal empobresse as mentes e entristece as almas.
    Por isso temos alienados Hollywoodianos brigando por conta de queimadas fictícias e pela vida de “girafas” e “leões” animais que segundo eles sofrem com o “desmatamento” Amazônico.

    Responder
  • Diogo disse:
    13 de maio de 2022 às 07:04

    Apoiado! É isso mesmo esse jornalismo de redação, pessoal no ar condicionado falando sobre coisas que não conhecem. Estudiosos que ficam em seu bares e botequins entre drinks e tragadas filosofando sobre o ideal para uma ecologia tola que ao invés de preservar incentiva o desmatamento ilegal entre outros crimes como o tráfico de drogas, que aliás, seguindo o seu curso lhes coloca na boca o cigarro maldito para mais uma tragada…

    Responder
  • Carlão do Reino disse:
    13 de maio de 2022 às 07:54

    Não é crime socorrer nossos irmãos que vivem a mercê da sorte nesses lugares longínquos e inóspitos, ISSO É GENOCÍDIO, quem compactua esse pensamento deveria está na cadeia.

    Responder
  • Anônimo disse:
    13 de maio de 2022 às 08:34

    Não pavimentar a rodovia e extinguir a zona franca… Prevejo uma cidade fantasma…

    Responder
  • VERGONHA disse:
    13 de maio de 2022 às 08:36

    isso e uma hipocrisia, não evoluir porque vai desmatar? a estrada já existe a muitos anos, há algum interesse por trás disso.

    Responder
  • Anônimo disse:
    13 de maio de 2022 às 09:53

    População indígena afetada aonde ? Os indígenas q moram ao longo da Br 319 estão nos Rios Purús e Madeira q ficam a km de distância da Rodovia, fazer estudos ou reportagem de dentro de escritório é ótimo, vá lá ver de perto oque os moradores do longo da Rodovia esses sim tem oque falar ficando muitas das vezes até de mês sem passar um carro se quer, aí te pergunto, aonde estar o direito de ir e vim dessas pessoas?

    Responder
  • Julio Cesar da Silva disse:
    13 de maio de 2022 às 11:26

    Não !! Bom mesmo é quem mora aqui isolado do país as fábricas indo embora por causa da logística o preço de tudo o dobro do resto do país a população não pode explorar a floresta e por aí vai ,faz o seguinte manda tirar toda população daqui e deixa virar só floresta afinal as vidas humanas tem que ficar em segundo plano quando o assunto é ecologia segundo os expert

    Responder
  • Julio Cesar da Silva disse:
    13 de maio de 2022 às 11:28

    Não !! Bom mesmo é quem mora aqui isolado do país as fábricas indo embora por causa da logística o preço de tudo o dobro do resto do país a população não pode explorar a floresta e por aí vai ,faz o seguinte manda tirar toda população daqui e deixa virar só floresta afinal as vidas humanas tem que ficar em segundo plano quando o assunto é ecologia segundo os expert a e detalhe normalmente quem fala essas coisas nem aqui mora por isso vem com essas conversas.

    Responder
  • Ana Marques disse:
    13 de maio de 2022 às 12:11

    Que vai impactar nada, desculpas para não asfaltaram a estrada que ja existe a anos. Ainda mais uns olhos gordos torcem contra o desenvolvimento do Amazonas.

    Responder
  • Orlei disse:
    13 de maio de 2022 às 12:54

    Dano maior é o isolamento da região, que só no COVID nos tirou muitas vidas por falta dessa estrada em perfeitas condições. Isso é uma falácia, dizer que uma estrada que já foi aberta a décadas vai causar danos ambientais, vai causar danos financeiros a uma pequena parcela que hoje explora o povo cobrando um absurdo com transportes de balsa, o povo amazonense precisa dessa estrada para baratear tudo, tanto que vem de fora, quanto o que é produzido na zona franca. Se esse jornal parasse para olhar os prós e contras dessa estrada, não faria uma matéria dessas tendenciosas que só agrada a oposição, os comunistas, o povo que só pensa em seus próprios interesses.

    Responder
  • Rockson Figueiredo disse:
    13 de maio de 2022 às 13:04

    Como que uma estrada que já foi toda pavimentada vai causar danos ao meio ambiente?

    Apenas vai ser recapada toda a BR 319 !

    Responder
  • Alexandre Souza disse:
    13 de maio de 2022 às 14:38

    O que pra muitos parece ser desgraça pra nós é fundamental para o nosso desenvolvimento. Dependemos desse pavimentação, são muitos mais muitos anos de atraso na nossa economia, só quem sente somos nós que moramos em Manaus, quem não é daqui só faz ideia.

    Responder
  • Sergio disse:
    13 de maio de 2022 às 15:11

    Façam uma estrada parque, duplicada em ambos os lados, com passagens para os animais, com câmeras a cada quilômetro, com policiamento da PRF em cada entrada e saída da estrada, com alambrado em toda a extensão da rodovia para evitar atropelamento dos animais, dá para progredir sem destruir a natureza, é só querer e fazer!

    Responder
  • Sergio disse:
    13 de maio de 2022 às 15:17

    Façam uma estrada parque, duplicada em ambos os lados, com passagens para os animais, com câmeras a cada quilômetro, com policiamento da PRF em cada entrada e saída da estrada, com alambrado em toda a extensão da rodovia para evitar atropelamento dos animais, dá para progredir sem destruir a natureza, é só querer e fazer!

    Responder
  • Anônimo disse:
    13 de maio de 2022 às 15:56

    A incapacidade do governo de gerir as terras do Amazonas não justifica esquecer as comunidades que ali vivem e precisam da rodovia. Meios para mitigar o impactos ambientais existem mas onde está a vontade do poder público que se vende a interesses diversos das comunidades e que usam desculpas ambientais para não cuidar da região.

    Responder
  • Antônio Pinheiro disse:
    13 de maio de 2022 às 18:25

    Esta BR 319 já existe, o que falta é recupera- la, é que tem as balças e as transportadoras que fazem o transporte que poderiam ser facilitado com a BR em funcionamento e com isso dando a ZFM condições de transportar seus produtos com um custo bem menor…que é o que menos importa a esses políticos do Amazonas

    Responder
  • Yasmin Asbollas disse:
    13 de maio de 2022 às 19:02

    Desmatamento houve quando abriram a estrada!!!! A area de influência aí serão os transportes aereos e o hidroviário, este último mais ainda pois tem apenas um dono que controla tudo isso. Resumindo: nao vai sair o asfalto nao por desmatamento: MAS POR POLITICAGEM!

    Responder
  • Lucas dutra disse:
    13 de maio de 2022 às 19:27

    É uma ironia uma Universidade de fora da área da floresta Amazônica fazer uma pesquisa sobre os impactos da pavimentação dessa estrada. Isso só reflete o que vivemos até agora: o descaso com o Estado do Amazonas, pois preferem fechar os olhos do que achar alternativas eficazes para o desenvolvimento do Estado, pelo contrário, atentam todos os dias na tentativa de derrubar a ZFM, sem se preocupar com quem está nela, como sempre fazem. A pavimentação da estrada vai possibilitar não só o desenvolvimento economico das pessoas, como a facilidade na fiscalização de desmatamento pelas vias terrestres.

    Responder
  • Gabriel disse:
    13 de maio de 2022 às 19:57

    Um paulistano, formado na Unicamp, que vive numa bolha… o que acha que escreveria? Vem pra Manaus… conheça a região, viva na região, depois fale sobre a Amazônia. A estrada já existe, só não tem pavimento asfáltico. Já viu o quanto é preciso desmatar para que reboques consigam desatolar as carretas que ficam presa na lama? Muita hipocrisia.

    Responder
  • Paulo disse:
    13 de maio de 2022 às 20:53

    A amazônia não é de vcs ongs !!!
    Tem gente que mora e vive na amazônia que precisa de transporte!!!!!!!

    Responder
  • Izanildo Silva disse:
    13 de maio de 2022 às 21:43

    Esse cara que assina essa reportagem conhece a realidade do que está falando na reportagem? Ele veio fazer uma viagem ao longo da rodovia pra tirar essas conclusões?mais um que não gosta da nossa região mais um puxando sardinha para região dele, a nossa não a nossa tem que ficar completamente isolada e pior sem poder cortar uma árvore e mais sem se desenvolver economicamente.

    Responder
  • Arlen disse:
    14 de maio de 2022 às 04:06

    Reportagem altamente tendenciosa. Poderiam mostra os dois lados… Qual foi o impacto que teve para o desenvolvimento da Amazônia a falta de um meio modal pra conectar a região com o restante do país?

    Responder
  • Larissa disse:
    14 de maio de 2022 às 08:44

    Existe mt interesse político dos que estão há anos no poder no AM em manter Manaus isolado do mundo, querem que a zona franca seja exclusiva, sendo que não é melhor em nada do que outras indústrias do resto do país, o desenvolvimento precisa chegar em todos os lugares. Sou a favor do crescimento sim, derrubem qnts árvores forem necessárias, nosso estado precisa parar de viver dessas migalhas. E espero que um dia, tão logo, façam a ponte na ceasa, pq fizeram a ponte Rio negro que liga Manaus a lugar nenhum, foi um verdadeiro caixa 2 de roubo, o tanto que roubaram teriam construído a ponte da casa tb, mas o único interesse era enche o bolso. O presidente faz umas loucuras pra afrontar mesmo os políticos daqui, mas infelizmente a população continua alienada. Espero que ele ou outro consiga enfim finalizar essa BR. Pq a hipocrisia é gritante, se preocupam mais com árvores do que com pessoas, me poupem.

    Responder
  • Theo soares disse:
    14 de maio de 2022 às 10:38

    Pesquisador da PUC-RIO acho q ele nem sabe onde fica o brioco dele, imagina saber o que o povo amazonense tanto espera por essa BR-319, isso se chama justiça, anos e anos isolado do Brasil ….Somos Brasileiros e não um bando de selvagem para vivermos isolados….

    Responder
  • Ruy disse:
    14 de maio de 2022 às 17:50

    O cara que escreveu isso não quer morar nem msm no Careiro castanho, quem dirá no restante da “barrovia”. Esse blablabla todo se resume em MONOPÓLIO

    Responder

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