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Política

CPI deixa Pazuello em segundo plano e mira gabinete paralelo na Saúde

5 de junho de 2021 Política
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CPI da Covid
CPI da Covid: senadores miram gabinete paralelo do Ministério da Saúde (Foto: Edilson Rodrigues/AS)
Da Folhapress

BRASÍLIA – A cúpula da CPI da Covid decidiu deixar momentaneamente de lado questões relativas ao ex-ministro da Saúde e general da ativa Eduardo Pazuello. O foco da investigação agora é o chamado “gabinete paralelo”.

A nova tendência se dá após dois fatos. O primeiro é a decisão do Exército de não punir Pazuello por participar de ato ao lado de Jair Bolsonaro. O segundo é o ressurgimento de um vídeo de uma reunião no Planalto, transmitida no Facebook do presidente, na qual foi sugerido um “gabinete das sombras”. Para o presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), um novo depoimento de Pazuello agora se tornou dispensável.

“Ele vai fazer o que lá? Perder tempo? Pazuello tinha uma missão a cumprir, não tinha mais nada. O gabinete paralelo é que decidia a vida das pessoas, a hora que ia comprar vacina”, afirma o senador.

Já o relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), diz que pretende marcar a data da convocação do ex-ministro, mas agora esta não seria mais uma prioridade do grupo. “O objetivo da CPI também é dissuadir da prática nociva, que foi o que aconteceu naquele domingo (manifestação com Pazuello e Bolsonaro) no Rio de Janeiro, e dizer: ‘Olha, não continue fazendo as mesmas coisas’. Havendo necessidade, vamos marcar, sem dúvida, mas não é uma prioridade da comissão, por isso não tem data ainda”, diz.

Assim como Renan, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente da CPI, afirma que a não punição de Pazuello e o vídeo não se excluem e, por isso, será importante ouvir o ex-ministro novamente.

“Respeito a opinião do presidente Omar, mas os dois fatores (gabinete paralelo e Pazuello) têm a mesma prioridade. Com Pazuello, se efetivou esse gabinete paralelo. O que fica para nós patente é que o ex-ministro é um dos membros dessa estrutura negacionista, antivacina”, afirma.

Os senadores haviam aprovado um requerimento para nova convocação do ex-ministro da Saúde no dia 26 de maio, após uma primeira participação na comissão em que congressistas afirmam que o militar mentiu. Renan Calheiros chegou a apresentar uma lista das mentiras ditas na oitiva.

A gota d’água que definiu sua reconvocação foi a participação no ato com aglomeração ao lado de Bolsonaro no dia 23 de maio. Na quinta-feira, 3, o Exército anunciou que não vai punir o general.

Além disso, a apuração da CPI nos últimos dias reforçou a hipótese de existência de um gabinete paralelo, um centro de aconselhamento para temas da pandemia, fora da estrutura do Ministério da Saúde.

Primeiro o depoimento da médica Nise Yamaguchi, defensora da hidroxicloroquina, apontou reuniões no Planalto para tratar do tema. O tema voltou à tona com a nova veiculação, nesta sexta-feira, 4, de um vídeo do ano passado.

No vídeo, em reunião com especialistas da área de saúde em 2020, o presidente recebeu a sugestão de criar uma espécie de “gabinete das sombras” para tratar da resposta oficial à pandemia da Covid-19.

“Talvez fosse importante montar um grupo, e a gente poderia ajudar a montar um ‘shadow board’, como se fosse um ‘shadow cabinet’. Esses indivíduos não precisariam ser expostos à popularidade”, disse Paolo Zanotto na reunião, ocorrida no Palácio do Planalto.

Zanotto é um dos especialistas que vêm aconselhando Bolsonaro desde o começo da crise, reforça a suspeita de que haveria uma espécie de “ministério paralelo” lidando com a Covid-19, fora da estrutura oficial da pasta da Saúde.

A Folha também mostrou nesta semana como lives de aliados de Bolsonaro detalharam a suposta atuação do “ministério paralelo” que assessora o governo federal no combate da pandemia da Covid-19.

Documentos da Casa Civil da Presidência da República entregues à CPI da Covid também revelaram que pessoas apontadas como integrantes de um “ministério paralelo” participaram de ao menos 24 reuniões para tratar de estratégias do governo. “Ajuda a consolidar a percepção do gabinete paralelo”, afirma o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), em referência ao vídeo.

Posição parecida tem o senador Otto Alencar (PSD-BA). “É a confirmação de tudo o que dissemos. Agora veio a prova cabal que (o deputado) Osmar (Terra) influenciava, que Nise influenciava, esse médico (Zanotto). Por isso, Bolsonaro dizia ‘não vamos comprar vacina’. Ele estava de cabeça feita”, afirmou.

Randolfe afirmou que vai apresentar requerimentos para a convocação de Zanotto e também de Terra, para explicarem a participação no gabinete paralelo.

Caso aprovados, os requerimentos devem promover mudanças no cronograma, jogando ainda mais para o futuro uma definição sobre a oitiva de Pazuello, corroborando a visão de Aziz.

O novo depoimento do general na CPI ainda não tem data marcada. A comissão estabeleceu cronograma até o dia 18 deste mês, que terá o ministro Marcelo Queiroga, o governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), e o ex-secretário-executivo da Saúde Élcio Franco, entre outros.

Senadores afirmam que o entendimento da cúpula do Exército para livrar Pazuello de punição, no entanto, não terá influência nos trabalhos da CPI. O senador Humberto Costa (PT-PE) afirma que a comissão ouvirá o general como ex-ministro da Saúde, e não por sua atuação nas Forças Armadas.

“Não acho que devemos condicionar uma coisa à outra. O que ele fez como membro do Exército não é de interesse da CPI. A única discussão que cabe a nós sobre o ato com o presidente é a mentira. Ele disse que era defensor do afastamento social”. disse.

Ainda nesta sexta, Randolfe publicou em redes sociais que o governo ignorou 53 emails da Pfizer. “O último, datado de 2 de dezembro de 2020, é um email desesperador da Pfizer pedindo algum tipo de informação porque eles queriam fornecer vacinas ao Brasil”, escreveu.

“Essa omissão na aquisição de vacinas da Pfizer acontecia ao mesmo tempo que o nosso Itamaraty pressionava a Índia para liberar cargas de hidroxicloroquina a uma empresa brasileira”, disse.

Reportagem da Folha há duas semanas mostrou que o governo ignorou 10 emails da farmacêutica em um único mês.

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Assuntos CPI da Covid, gabinete paralelo, Renan Calheiros
Cleber Oliveira 5 de junho de 2021
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