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Dia a Dia

Caso Benício: defesa de médica alega vazamento e pede afastamento de delegado

25 de março de 2026 Dia a Dia
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Médica Juliana Brasil é investigada pela morte de Benício Xavier, que tinha 6 anos (Foto: WhatsApp/Reprodução)
Médica Juliana Brasil é investigada pela morte de Benício Xavier, que tinha 6 anos (Foto: WhatsApp/Reprodução)
Por Felipe Campinas, do ATUAL

MANAUS — A defesa da médica Juliana Brasil Santos, investigada pela morte do menino Benício Xavier de Freitas, de 6 anos, em Manaus, pediu à Justiça o reconhecimento da suspeição do delegado Marcelo Martins, do 24º DIP (Distrito Integrado de Polícia), responsável pela investigação do caso.

O advogado Sérgio Ricardo Menezes apontou vazamento seletivo de informações do processo, que tramita em segredo de justiça, e acusa o delegado de distorcer informações sobre o teor das conversas, gerando uma narrativa “apta a influenciar indevidamente a opinião pública e comprometer a imparcialidade da persecução penal”.

Menezes pede que Marcelo seja intimado a prestar esclarecimentos acerca do vazamento de informações sigilosas e que seja apurado se houve violação de sigilo funcional e abuso de autoridade. Pede ainda que o delegado seja afastado da condução da investigação em razão da “existência de indícios de quebra do dever de lealdade processual”.

O pedido ocorre após o vazamento do relatório de extração de dados do celular de Juliana, que indica que ela buscou orientação de quatro médicos por não saber como lidar com a situação do paciente e que, antes de ele ser encaminhado à UTI, chegou a responder mensagens sobre a venda de maquiagens.

Leia mais: Caso Benício: médica pediu ajuda a 4 colegas após erro com adrenalina

Para sustentar que o delegado age com parcialidade, o advogado apontou uma matéria publicada pelo G1 Amazonas, editado pela Rede Amazônica, em que Marcelo afirmou que “ficou comprovado que a médica Juliana Brasil pagou uma pessoa para que ela fizesse um vídeo alterado”.

O vídeo em referência mostra o manuseio do sistema Tasy, usado por hospitais em todo o país, incluindo o Hospital Santa Júlia, onde Benício foi atendido por Juliana e recebeu adrenalina na veia. O vídeo foi usado pela defesa de Juliana para apontar falha no sistema de prescrição de medicamentos, alegação rebatida pelo próprio hospital.

Segundo Sérgio, o delegado afirmou que o vídeo foi adulterado “sem que tenha sido realizada perícia técnica” no arquivo para comprovar a alegação, “circunstância que evidencia conclusão precipitada, desprovida de respaldo técnico-científico e fundada em mera suposição”.

Em nota enviada ao ATUAL, o advogado disse que o próprio delegado teve acesso ao conteúdo e sabia que Juliana solicitou a duas médicas de outro hospital, que não têm vínculo com o caso, que registrassem o funcionamento do sistema, com objetivo de produzir prova técnica para sua defesa.

“Não houve pagamento, não houve fraude, não houve qualquer irregularidade. Ainda assim, essa realidade foi omitida. Em seu lugar, foi divulgada a versão de que a enfermeira Manuela teria recebido valores para produzir um suposto vídeo fraudulento. Trata-se de afirmação inverídica”, diz a defesa.

Além disso, segundo o advogado, Marcelo afirmou que o print mostraria uma conversa entre Juliana e uma terceira pessoa sobre a compra de um vídeo editado. No entanto, de acordo com a defesa, o diálogo seria, na verdade, entre a irmã de Juliana e outra pessoa.

“Causa profunda estranheza à Defesa, Excelência, o fato de a Autoridade Policial ter divulgado à mídia a informação de que o print indicaria suposta conversa da investigada Juliana tratando da compra de vídeo, quando, na realidade, o conteúdo da mensagem demonstra diálogo mantido entre Giovana e Luiza, não havendo qualquer participação direta da investigada na referida tratativa”, diz o advogado.

Para Sérgio, esse cenário revela risco à lisura da investigação, sobretudo porque a exposição midiática indevida, aliada à divulgação de informações inverídicas ou precipitadas, pode influenciar a opinião pública e gerar pressão sobre o andamento do caso, especialmente por se tratar de acusação submetida ao Tribunal do Júri.

Na nota, Sérgio afirma que “é inevitável concluir que tal conduta revela uma atuação voltada à autopromoção, ainda que à custa da distorção da verdade, sem consideração pela dor da família envolvida, pela veracidade das informações que chegam à imprensa ou pelos impactos de narrativas inverídicas que buscam colocar a sociedade contra o sistema de Justiça, o Ministério Público e o próprio juízo responsável pelo caso”.

O ATUAL tentou ouvir o delegado Marcelo Martins, mas até a publicação desta matéria nenhuma resposta foi enviada.

Leia a íntegra da nota da defesa de Juliana Brasil:

NOTA OFICIAL-IMPRENSABaixar

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Assuntos caso Benício, Investigação, Juliana Brasil Santos, Manaus, manchete, Polícia Civil, tribunal do júri
Felipe Campinas 25 de março de 2026
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