O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Caixa 2 é crime grave, diz vice-procurador Nicolao Dino

27 de março de 2017 Política
Compartilhar
Nicolao Dino alerta que políticos estão burlando a Constituição (Foto: Divulgação)
Nicolao Dino diz que caixa 2 é crime e deve ser punido pela legislação (Foto: PRG/Divulgação)

BRASÍLIA – Em meio a movimentações no Congresso para tentar articular anistia a punições para doação não declarada de campanha, o vice-procurador-geral eleitoral, Nicolao Dino, disse em entrevista que não vê “como separar caixa 2 e corrupção”. “Ambas são condutas graves, implicam abuso de poder”, disse.

Na semana passada, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, disse que o debate sobre a anistia ao caixa 2 pode ser feito no Congresso em “momento oportuno” e comparou a aprovação de uma norma sobre o tema à lei de repatriação de recursos. Para Dino, “caixa 2 é crime, que precisa ser adequadamente punido na legislação”.

Sobre a possibilidade de o Congresso aprovar um projeto para adotar lista fechada em 2018, o procurador afirmou que é preciso amadurecer a “democracia interna dos partidos”. Nesta entrevista à Agência Estado, Dino falou sobre a nova estratégia política de deputados e senadores.

O ministro Luís Roberto Barroso, do STF, fez uma defesa enfática da lista fechada, mas o tema é polêmico. Qual a avaliação do senhor sobre o assunto?

Tem problemas. Tem de ter amadurecimento de democracia partidária. Os partidos têm de praticar mais democracia sob o ponto de vista interno, para que as listas eventualmente definidas tenham legitimidade.

Quem definiria a lista?

Esse é o ponto. Acho que você não pode separar democracia interna nos partidos de formação de lista pré-ordenada. Uma coisa pressupõe a outra. Para você ter listas pré-ordenadas com uma boa dose de legitimidade, tem de ter democracia interna nos partidos. E tem de ter partidos fortes, mas ainda haverá um outro problema: a eleição de contrabando. Você define nomes que não necessariamente queria que estivessem compondo a lista.

Como é que resolve?

Uma sugestão é criar um mecanismo dentro de uma lista pré-ordenada que possibilite ao eleitor a partir de um determinado quantitativo de votos alterar a ordem. É um modelo híbrido. Algo parecido com o voto distrital misto. Existem precedentes. Estabelece uma espécie de janela para que a vontade do eleitor em relação a determinados candidatos possa também ser determinante no processo de definição dos eleitos. E não apenas o que foi preestabelecido pelo partido.

Seria precipitado adotar a lista fechada já em 2018?

Pelo que foi dito e está sendo discutido, me parece que a ideia não é bem essa. Há uma regra de transição. Temos de enfrentar os desafios. Estamos num Estado em que do jeito que está, pior não ficará. A situação é de absoluta descrença na forma como as eleições são praticadas. Temos problema de financiamento, de representatividade dos partidos, na definição do modelo de representação. Agora, qual será a melhor solução para 2018, 2020 ou 2022, o Parlamento dirá.

Dá tempo de fazer uma reforma política para valer em 2018?

Para ter validade, as alterações terão de ser implementadas até setembro. O debate não é novidade. O elemento novo é a deliberação de que será preciso fazer uma reforma mais estrutural. Todos esses temas vêm sendo objeto de questionamento no Parlamento há várias legislaturas. O debate está maduro. É consensual que o sistema, tal como posto, está falido. A reforma é inexorável.

Investigados na Lava Jato vêm defendendo a lista fechada. O próprio ministro Barroso vê risco de efeito colateral. Como o sr. avalia o fato de lideranças sob suspeitas tentarem se aproveitar da lista para garantir blindagem?

Não emito posições em relação a esses aspectos circunstanciais. Estamos discutindo modelos e eles estão postos. O Brasil está aprendendo com esses modelos que já estão sendo exercitados em vários países. O Parlamento é o espaço democraticamente estabelecido para que esse tipo de debate se estabeleça.

Para o sr. caixa 2 é crime?

Caixa 2 é crime, caixa 2 é um desvalor de conduta que precisa ser adequadamente punido na nossa legislação. É objeto de reprovação, não há dúvida alguma. Ele desiguala a disputa eleitoral. É abuso de poder, abre a porta para troca de favores. O caixa 2 em tudo é negativo, é nefasto para o processo democrático.

Mas existe uma discussão para separar caixa 2 e propina…

Isso parece aquela frase de um célebre político brasileiro: “Estupra, mas não mata”. O caixa 2 é tão grave quanto, não há como fazer essa separação sob o ponto de vista ontológico, não há como fazer a separação entre caixa 2 e corrupção, ambas são condutas graves, porque ambas implicam desequilíbrio na disputa, ambas maculam a legitimidade do processo eleitoral, ambas implicam abuso de poder e ambas implicam frustração do eleitorado em relação àquilo que ele pretende em termos de realização de democracia. Não há eufemismo possível para caixa 2. Temos de encarar isso com a realidade necessária e estabelecer os mecanismos de responsabilização adequados para esse tipo de conduta que é absolutamente nociva para o processo democrático.

O sr. está otimista de que haverá saída dessa atual situação?

Acho que a gente tem de ser otimista, sim. Acreditar numa solução melhor, num caminho melhor, eu acho que é um compromisso das instituições. Quem acredita na democracia tem de ser otimista e eu sou uma pessoa que, antes de qualquer coisa, sou otimista.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

Notícias relacionadas

Redes sociais democratizaram debate público, mas disseminam desinformação, diz Barroso

Voto de Cármen Lúcia sobre Ficha Limpa é de ‘elevada relevância’, diz Movimento Anticorrupção

Prefeitura repassará R$ 348,4 milhões à Câmara Municipal este ano

Justiça nega extradição para o Brasil e ex-deputada Carla Zambelli é libertada na Itália

Suplente de Alcolumbre é indiciado pela PF por associação criminosa e corrupção

Assuntos caixa 2, Lava Jato, lista fechada, Nicolao Dino, TSE
Cleber Oliveira 27 de março de 2017
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

André Mendonça
Política

André Mendonça vai julgar ações sobre propaganda na campanha eleitoral

22 de maio de 2026
Sessão do TSE
Política

TSE entende que uso de igreja para promover candidaturas é abuso de poder

21 de maio de 2026
Crise econômica e mudança nos financiamentos de campanha são citados como causas da queda no registro de pesquisas eleitorais (Foto: politize-se.com/Divulgação)
Política

PL tentou impedir divulgação de pesquisa sobre queda de Flávio Bolsonaro

19 de maio de 2026
Técnicos e especialistas em computação verificaram sistema de votação eleitoral (Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE)
Política

Teste público com novos dispositivos comprova segurança da urna eletrônica

19 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?