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Ann Kath

Enquanto falamos sobre a “cura gay” uma pessoa LGBT é assassinada

19 de setembro de 2017 Ann Kath
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SÃO PAULO – O juíz da 14ª Vara do Distrito Federal Waldemar Cláudio de Carvalho cedeu a liminar que abriu brecha para que psicólogos ofereçam terapia de reversão sexual, mais conhecida como “cura gay”, tratamento proibido pelo Conselho Federal de Psicologia desde 1999. A decisão atende a pedido da psicóloga Rozangela Alves Justino em processo aberto contra o colegiado, que aplicou uma censura à profissional por oferecer a terapia aos seus pacientes. Segundo Rozângela e outros psicólogos que apoiam a prática, a Resolução do C.F.P. restringia a liberdade científica.

O assunto tomou conta das redes sociais e já é o assunto mais comentado das últimas horas. Algumas cidades já organizam manifestações contra a liminar, artistas famosos se posicionaram contra e os próprios psicólogos dizem não estar de acordo com a decisão. A história parece absurda e confunde-se com aquilo que já havíamos escutado antes,  nos livros de história. É difícil aceitar que estejamos em um ciclo infinito de injustiças e total falta de respeito.

Em 2016, segundo a Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros e Intersexuais, 340 LGBTs foram mortos no Brasil. A GGB, por sua vez, contabilizou 343. É quase uma vítima por dia, sendo até então, o maior número já registrado na história. Em 2015, foram registradas 318 mortes, segundo informações do grupo.

Em 2017 o Brasil segue sendo líder no ranking de países que mais matam pessoas LGBT. Em maio foram 117 pessoas lésbicas, gays, bissexuais e transexuais assassinadas no Brasil devido à discriminação à orientação sexual. Dado foi divulgado por ONG no Dia Internacional contra a Homofobia.

É inaceitável testemunhar uma geração que acha comum um ser humano ser assassinado por causa de sua orientação sexual e acreditar que está sendo coerente ao transformar toda a luta por respeito, igualdade e espaço que deveriam ser direito de qualquer cidadão, em doença, em desvio psicológico, em transtorno.

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Assuntos doença, gay, justiça, liminar, Psicologia
administrador 19 de setembro de 2017
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1 Comment
  • Estou de Olho disse:
    20 de setembro de 2017 às 12:58

    As pessoas que se dispõe de livre e espontânea vontade, por acreditar que pode mudar seu comportamento ou escolha o que quer que seja no quesito sexual relacionado a sua vida pessoal, tem direitos como qualquer pessoa a consultar um Psicólogo não estando de forma alguma retirando direitos de outros ou insultando alguém, deviam respeitar o direito de livre escolha das pessoas, que país democrático é este, que tira o direito de pessoas buscarem alternativas que só tem haver com a vida delas?

    Responder

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