O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Brasil fica para trás na retomada do setor aéreo pós-pandemia

4 de junho de 2023 Economia
Compartilhar
controle de gastos
No Brasil pós-pandemia, aviões voam com menos passageiros (Foto: Luiz Silveira/Agência CNJ)
Por Rafael Balago, da Folhapress

ISTAMBUL – A recuperação do setor aéreo no pós-pandemia no Brasil é mais lenta do que em países como Colômbia, México e Argentina, mostram dados da Iata (Associação Internacional de Transporte Aéreo).

Em fevereiro deste ano, os voos domésticos no Brasil levaram 2,4% a menos de passageiros, na comparação com fevereiro de 2019, antes da crise sanitária.

Já na Colômbia, o total de passageiros em fevereiro de 2023 foi 27,8% maior do que no mesmo mês de 2019. México, com 20,9% a mais, e Argentina, com 3,9% a mais, também estão em melhor situação.

Entre os países da região com recuperação mais lenta, há destaque para o Chile, onde o mercado atual ainda é 11% menor. Nos EUA, o total de passageiros transportados foi 1% abaixo do registrado em 2019.

“Vemos uma recuperação forte na América Latina na maioria dos países, mas vemos algum efeito negativo agora por conta da situação econômica”, disse Peter Cerdá, vice-presidente da Iata para as Américas, durante evento em Istambul.

Cerdá avalia que a recuperação mais forte de México e Colômbia ocorreu porque os dois países retiraram medidas de precaução contra a Covid meses antes do que os vizinhos.

Sobre o Brasil, ele ressaltou que o país tem hoje mais rotas aéreas do que antes da pandemia, com mais cidades atendidas, apesar de o número de passageiros ainda estar abaixo do nível anterior.

O vice-presidente da Iata fez várias críticas aos governos da região, por projetos para aumentar direitos dos consumidores e criar impostos sobre o setor aéreo. Segundo ele, no México, impostos representam até 60% do preço do bilhete, e na Argentina, as taxas podem chegar a 50% do total.

“O ambiente de operação é muito complexo. É uma região que tem passado por mudanças políticas e sociais significativas. A maioria dos países da região mudaram de governos de centro-direita para centro-esquerda, o que faz com que você se afaste da mentalidade mais pró-negócios em direção a políticas direcionadas ao social. A inflação subiu e o dólar ficou mais forte, o que enfraqueceu as moedas locais”, avalia Cerdá.

Para ele, dependendo do cenário econômico e das decisões do governo, pode haver novas uniões entre empresas, como a ocorrida entre Avianca e Gol.

Questionado sobre o projeto do governo Lula de criar um programa para baratear o preço das passagens, Cerdá respondeu que a melhor forma de reduzir preços é fomentar a competição.

Dados da Iata mostram que o Brasil tem uma das menores taxas de voos per capita do continente, com 0,45 voo por pessoa por ano, o que mostra que há muita gente não atendida. Na Argentina, a taxa é de 0,6 voo por pessoa por ano. Nos EUA, o número é de 2,62 viagem por pessoa.

Notícias relacionadas

Pesquisa mostra que trabalhador prefere salário maior e estabilidade

Governo Trump ignorou alegações do Brasil ao impor novo tarifaço, diz ministro

Empreendedoras de turismo poderão pedir suspensão de pagamento ao Fungetur

Amazon anuncia 10 bilhões de euros para centros logísticos na Europa

Apesar de projeção do governo, arrecadação de ICMS cai no AM

Assuntos Aviação
Cleber Oliveira 4 de junho de 2023
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Augusto Barreto Rocha 2023
Augusto Barreto Rocha

Aviação regional: o PL 539/2024 e o erro de diagnóstico para a Amazônia

27 de abril de 2026
Embraer vai vender 100 unidades do jato Phenom 300E (Foto: Embraer/Divulgação)
Negócios

Phenom 300, da Embraer, lidera mercado mundial pelo 14º ano consecutivo

18 de fevereiro de 2026
Aeroporto de Parintins é um dos terminais incluído no Parno (Foto: Thiago Corrêa/UGPE)
Política

Projeto cria incentivo fiscal para aéreas que aderirem a programa de aviação no Norte

26 de maio de 2025
Gol Linhas Aéreas
Economia

Anac registra recorde de passageiros na aviação brasileira em abril

20 de maio de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?