Eduardo Braga, líder do governo Dilma no Senado, passou o réveillon fora do Brasil, mas já está de volta e com todo o gás.
Candidato ao governo do Amazonas, dizem os mais próximos, foi com a família recarregar as baterias no exterior. De retorno, coloca agora seu projeto nas mãos de Lula, com quem confidencia regularmente, e da presidente Dilma, que vem fechando todas as torneiras em apoio à sua candidatura.
Braga dá como certa a adesão do Partido dos Trabalhadores na formação de sua coligação política e para tanto tem o aval das lideranças maiores e dos caciques do PT, fato que lhe dará um tempo muito grande no espaço de televisão reservado ao horário político gratuito. No momento procura agregar as siglas nanicas ou satélites, a fim de dar maior aparência ao marketing de sua campanha, quando o jogo começar para valer, após as convenções partidárias de junho.
Por enquanto não vê adversários que lhe causem maiores preocupações, ao considerar que os nomes até então correntes na mídia simplesmente não decolaram e não deverão decolar, porquanto despidos de apoio popular, como revelam as últimas pesquisas de opinião, feitas para consumo interno.
