O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Bolsonaro põe em dúvida assassinato de cacique em terra indígena no Amapá

29 de julho de 2019 Dia a Dia
Compartilhar
Aldeia waiãpi no Amapá: conflito envolve garimpeiros (Foto: Funai/Divulgação)
Banner Desktop Banner Mobile

Por Talita Fernandes, da Folhapress

BRASÍLIA-DF – Ao comentar pela primeira vez o caso da morte de um líder da etnia waiãpi no Amapá, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse que “não tem nenhum indício forte” de que ele tenha sido assassinado. “Não tem nenhum indício forte que esse índio foi assassinado lá. Chegaram várias possibilidades, a PF está lá, quem nós pudermos mandar nós já mandamos. Buscarei desvendar o caso e mostrar a verdade sobre isso ai”, afirmou o presidente, ao deixar o Palácio da Alvorada na manhã desta segunda-feira, 29.

Indígenas da etnia waiãpi denunciaram o assassinato de um líder em meio a uma invasão de garimpeiros, no oeste do Amapá. A Funai (Fundação Nacional do Índio) já está na região, e a Polícia Federal enviou uma equipe para o local. 

A invasão ocorre em meio a seguidas declarações do presidente Bolsonaro de que pretende legalizar mineração e garimpos em terras indígenas, uma promessa de campanha. A mudança na legislação, no entanto, precisa do aval do Congresso. 

De acordo com a denúncia à PF, feita com o apoio do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), o assassinato de Emyra Waiãpi ocorreu na última quarta-feira (24), durante um ataque à aldeia Mariry. A Folha de S.Paulo confirmou essas informações com pessoas da região.

Bolsonaro voltou a dizer que sua intenção é regulamentar o garimpo e autorizar a exploração de mineradoras dentro de território indígena. “É intenção minha regulamentar garimpo, legalizar o garimpo. Inclusive para índio, que tem que ter o direito de explorar o garimpo na sua propriedade. Terra indígena é como se fosse propriedade dele. Lógico, ONGs de outros países não querem, querem que o índio continue preso num zoológico animal, como se fosse um ser humano pré-histórico”, afirmou.

Na visão dele, as demarcações indígenas estão “inviabilizando o negócio” no Brasil. “Está inviabilizando nosso negócio. O Brasil vive de commodities, daqui a pouco o homem do campo vai perder a paciência e vai cuidar da vida dele. Vai vender a terra, aplicar aqui ou lá fora, e cuidar da vida dele. a gente vai viver do quê? o que nós temos aqui além de commodities? Será que o pessoal não acorda para isso? se esse negócio quebrar todo mundo vai para o barro, acabou o Brasil”, disse.

No final de semana, Bolsonaro, um opositor histórico das demarcações, disse que quer o filho, Eduardo, como embaixador do Brasil nos EUA para que ele possa atrair investimento norte-americano na exploração de minérios em territórios indígenas. 

Na semana passada, em visita a Manaus, o presidente voltou a prometer a legalização de garimpos, que hoje devastam e contaminam diversas terras indígenas, incluindo a dos ianomâmis (RR/AM), dos mundurucus (PA) e dos cinta-larga (RO).

O presidente repetiu que é de interesse internacional fazer demarcação de terras indígenas e diz que “mais cedo ou mais tarde” elas vão se transformar em outros países. “Esse território que está nas mãos dos índios, mais de 90% nem sabem o que que tem lá e mais cedo ou mais tarde vão se transformar em outros países. Está na cara que isso vai acontecer, a terra é riquíssima. Porque não legalizaram indígena em cima de terra pobre? Não existe. Há um interesse enorme de outros países de ganhar, de ter para si a soberania da Amazônia”, afirmou.

Para Bolsonaro, as demarcações são alvo de lobby de ONGs estrangeiras interessadas em explorar o território brasileiro. “Índio não faz lobby, não tem dinheiro, que poder que eles têm para demarcar uma terra deste tamanho? Poder de fora, será que não consegue enxergar isso? São milhares de ONGs na Amazônia. Quantas têm no sertão nordestino, já que eles falam tanto nos Direitos Humanos?”, indagou.

O presidente disse que índios são “seres humanos igual a nós”, mas usados como “massa de manobra”. “Se pegar um filho nosso e jogar para ser educado pelos índios ele vai crescer naquela, com aquela cultura. E se ele vier para o nosso lado vai vir com a nossa cultura. Nós queremos isso, é um ser humano. Agora, usam o índio como massa de manobra, para demarcar cada vez mais terras, dizer que estão sendo maltratados”, afirmou. Bolsonaro diz que vai receber o ministro da Europa e dos Negócios Estrangeiros da França, Jean-Yves Le Drian, nesta segunda para tratar de questões como meio ambiente, mas que não vai aceitar ordens do exterior. 

“Hoje eu vou receber o premier francês (sic), se não me engano, para tratar de assuntos como meio ambiente e ele não vai querer falar grosso comigo, ele vai ter que entender que mudou o governo do Brasil. Aquela subserviência que tínhamos no passado de outros chefes de Estado para com o primeiro mundo não existe mais. Se fosse outro governo qualquer, quando estava em Osaka, no G20, quando viesse para cá demarcaria mais 10, 15, 20 reservas indígena”, afirmou.

Notícias relacionadas

Caso Henry Borel: Justiça condena Jairinho e concede perdão a Monique

Manaus cria fundação para ampliar políticas de atendimento a autistas

TJAM apura emissão de alvarás sem autorização judicial por servidor exonerado

Crianças estupradas geraram quase 190 mil bebês em 10 anos no Brasil, diz Ministério da Saúde

Amazonas lidera ranking da CNT das rodovias mais inseguras

Assuntos amapá, Jair Bolsonaro, waiãpi
Cleber Oliveira 29 de julho de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Política

Operação WI-FI faz buscas em produtora do filme Dark Horse, sobre Bolsonaro

1 de junho de 2026
Kassio Nunes Marques
Política

Nunes Marques dá 20 dias para PGR opinar sobre revisão da condenação de Bolsonaro

27 de maio de 2026
Política

Suplente de Alcolumbre é indiciado pela PF por associação criminosa e corrupção

23 de maio de 2026
Golpistas em ataque às sedes dos Três Poderes no dia 8/1/2023: réu é absolvido (Foto: Joedson Alves/ABr)
Política

AGU defende no STF que Lei da Dosimetria, que reduz penas de golpistas, é inconstitucional

19 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?