O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Bolsonaro acumulou ilícitos; entenda as acusações contra o ex-presidente

22 de junho de 2023 Política
Compartilhar
Bolsonaro
Ex-presidente Jair Bolsonaro será julgado pelo TSE (Foto: Isac Nóbrega/PR)
Por Géssica Brandino, da Folhapress

SÃO PAULO – O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) começa a ser julgado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) nesta quinta-feira (22) por ilícitos eleitorais cometidos ao atacar a credibilidade do sistema eleitoral em apresentação a dezenas de embaixadores estrangeiros.

A reunião ocorreu no dia 18 de julho de 2022, no Palácio da Alvorada, com transmissão pela TV Brasil, compartilhada em redes sociais. O episódio motivou uma ação de investigação judicial eleitoral do PDT contra a chapa bolsonarista, formada pelo ex-presidente e seu vice, o general Walter Braga Netto (PL).

Se condenados pelo TSE, ambos ficarão inelegíveis por oito anos a contar da data das eleições do ano passado. Para especialistas em direito eleitoral ouvidos pela reportagem, a interpretação adotada pela corte nos últimos anos indica que isso deve acontecer.

1) Por quais acusações a chapa de Bolsonaro será julgada?

O PDT acusa o ex-presidente de ter cometido dois ilícitos eleitorais:

– Abuso de poder político, por usar o cargo de presidente para promover uma reunião visando atacar a integridade do processo eleitoral, o que segundo a sigla indicaria uso indevido da posição para desequilibrar a eleição.

– Uso indevido dos meios de comunicação, pois a apresentação foi transmitida pela TV Brasil, da empresa pública EBC (Agência Brasileira de Comunicação), e compartilhada em redes sociais de Bolsonaro.

2) O que diz a ação?

A sigla diz que Bolsonaro promoveu discurso eleitoral na reunião, pois os ataques ao sistema de votação eram parte de sua estratégia de campanha. Para a presidente do conselho consultivo do Iprade (Instituto Paranaense de Direito Eleitoral), Ana Carolina Clève, as declarações tiveram alcance e contribuíram para fazer parte da população desconfiar das eleições.

3) Quais provas foram apresentadas?

O vídeo da apresentação, com indicação dos minutos em que Bolsonaro atacou a Justiça eleitoral, e depoimentos. O TSE também aceitou a inclusão da minuta golpista encontrada na casa do ex-ministro Anderson Torres (Justiça), indicando o contexto da estratégia de desacreditar o sistema eleitoral.

Doutor em direito e membro da Abradep (Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político), Luiz Fernando Pereira diz que o tribunal sinalizou usar a prova de forma secundária, e que ela não deve ser determinante para o resultado. Em caso contrário, ele diz que a corte estaria violando seu próprio entendimento de não aceitar fatos novos na ação.

4) Quais são os agravantes do caso?

Para especialistas, é a fala do presidente que dá a gravidade exigida pela legislação para torná-lo inelegível.

Na reunião, Bolsonaro citou um inquérito da Polícia Federal sobre um ataque hacker ao sistema do TSE para desacreditar a segurança das urnas, atacou ministros da corte e repetiu teses mentirosas sobre adulteração de votos, lançando dúvidas sobre se aceitaria um resultado desfavorável.

“Não podemos enfrentar eleições sob o manto da desconfiança. Nós queremos ter certeza que o voto do eleitor vai exatamente para aquela pessoa”, disse.

O PDT diz que o então presidente criou um clima para “a propagação de toda sorte de desordem informacional ao asseverar, por diversas vezes, que o sistema eletrônico de votação é receptivo a fraudes e invasões que, sob a ótica do delírio presidencial, podem comprometer a fidedignidade do resultado dos pleitos”.

5) Como o TSE tem julgado casos semelhantes?

Desde outubro de 2021, quando cassou o mandato do ex-deputado estadual Fernando Francischini (União Brasil-PR) por dizer em uma live que urnas eletrônicas foram fraudadas em 2018 para beneficiar o PT, o TSE tem agido de forma rígida em relação a ataques ao sistema eleitoral. Indicações nesse sentido vieram em resoluções aprovadas para as eleições de 2022.

6) O que diz a defesa do ex-presidente?

Os advogados afirmam que Bolsonaro falou como chefe de Estado em um ato de governo, para “dissipar dúvidas sobre a transparência do processo eleitoral”. Além disso, apontam que o público-alvo era formado por pessoas sem cidadania brasileira. À reportagem, a advogada Karina Kufa disse que faltam elementos sólidos na ação para uma inelegibilidade.

7) Quais as chances de Bolsonaro ficar inelegível?

A interpretação feita pelo TSE desde o caso Francischini indica que a corte deve considerar a ação de inelegibilidade procedente, dizem especialistas. A mesma interpretação é feita por ministros de tribunais superiores ouvidos em reportagem da Folha de S.Paulo. Para a Procuradoria-Geral Eleitoral, a punição deve ser aplicada apenas contra Bolsonaro.

Notícias relacionadas

Justiça suspende duas pesquisas para governador do AM no segundo turno

Eleição no Brasil é considerada teste para onda conservadora na América Latina

‘O que funciona é a boa política’, diz Omar, sobre relação com o governo federal

Maria do Carmo critica TRE-AM e diz ter enfrentado máquina pública

‘Temos que decidir se queremos um Brasil que distribua livros ou armas’, diz Lula

Assuntos Embaixadores, fake News, Jair Bolsonaro
Cleber Oliveira 22 de junho de 2023
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Ministro Ricardo Villas Bôas Cuevas (Foto: Antônio Augusto/TSE)
Política

TSE manda apagar fake news de Gustavo Gayer no canal Tropa do Flávio

24 de outubro de 2026
Oswaldo Eustáquio
Política

Moraes vota para tornar apoiador de Bolsonaro réu por associação criminosa

16 de outubro de 2026
Flávio Bolsonaro recusou-se a falar sobre apoio ao fim da jornada 6x1 (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)
Política

Flávio Bolsonaro comemora decisão de Moraes e deve visitar o pai nesta terça (13)

12 de outubro de 2026
Jair e Flávio Bolsonaro
Política

Moraes libera visitas de Flávio a Jair Bolsonaro após 90 dias de proibição

12 de outubro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?