O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Biólogos do Brasil vão pesquisar vegetação no Ártico pela primeira vez

13 de julho de 2023 Dia a Dia
Compartilhar
Cidade de Svalbard vai abrigar cofre de música (Foto: Brazilians Travel/YouTube/Reprodução)
Expedição ocorrerá no arquipélago de Svalbard, na Noruega (Foto: Brazilians Travel/YouTube/Reprodução)
Por Reinaldo José Lopes, da Folhapress

SÃO CARLOS – Biólogos de três universidades brasileiras iniciam nesta semana a primeira expedição de pesquisadores do país ao Ártico, numa viagem de nove dias ao arquipélago de Svalbard, pertencente à Noruega. A equipe vai recolher amostras de plantas, fungos e micro-organismos, com o objetivo de entender melhor as conexões entre as espécies dos dois polos do planeta.

De quebra, diz Paulo Câmara, pesquisador da UnB (Universidade de Brasília) e um dos integrantes da expedição, a jornada pode iniciar a integração do Brasil a estudos considerados estratégicos do ponto de vista geopolítico.

“O Brasil é um país polar há mais de 40 anos, graças à continuidade da pesquisa antártica brasileira ao longo de todo esse período. As mudanças ambientais no Ártico afetam o mundo todo, inclusive a nós, e têm repercussões no comércio e na segurança internacionais”, argumenta ele, destacando que parte do território brasileiro está no hemisfério norte (acima do Equador) e, portanto, fica mais perto do Polo Norte do que do polo sul.

Câmara é especialista em briófitas, o grupo de vegetais relativamente primitivos que inclui os musgos e estão entre os poucos que conseguem colonizar ambientes polares com alguma facilidade. É o que ele deve estudar em Svalbard, a exemplo do que já faz na Antártida.

“Os tapetes de musgos podem ser vistos como florestas em miniatura. Abrigam toda uma diversidade ampla de outros seres vivos, como colêmbolos [parentes primitivos dos insetos, também com seis patas], vermes nematoides e amebas”, explica ele.

A experiência da equipe em território antártico deve ajudá-los no estudo das chamadas espécies bipolares, que estão presentes nos dois extremos do globo, mas não nas regiões intermediárias da Terra.

Outra integrante do grupo, Micheline Carvalho Silva, também da UnB, explicou à reportagem que uma das hipóteses para explicar essa conexão por tamanhas distâncias envolve a ação de correntes de vento, as quais seriam capazes de carregar partes reprodutoras dessas plantas mundo afora.

Outra possibilidade é que elas peguem carona em aves migratórias que costumam frequentar ambos as regiões polares, aproveitando os períodos menos frios do Ártico e da Antártida. “Vamos examinar penas dessas aves para ver o que elas estão carregando”, explica ela.

Segundo Vívian Gonçalves, especialistas em fungos extremófilos (especializados em sobreviver em ambientes extremos) da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), ela e seus colegas recolherão amostras tanto em trilhas que acessarão por via terrestre quando em fiordes (braços de mar que avançam ao lado de encostas rochosas) aos quais devem chegar de barco, com a ajuda de guias nativos da região.

Além das espécies da região, a equipe também deve recolher amostras de permafrost, o solo congelado do Ártico que tem derretido cada vez mais por conta das mudanças climáticas.

“É uma logística bem mais simples do que a necessária para trabalhar na Antártida”, resume Marcelo Ramada, biólogo molecular da Universidade Católica de Brasília. “A gente consegue, por exemplo, contratar um voo comercial que não é tão caro para chegar a Svalbard. Existem vilas com população permanente, supermercados, estradas, hotéis”.

E há ursos-polares – uma espécie que habita Svalbard há dezenas de milhares de anos, mas que tem ficado cada vez mais próxima da população humana do arquipélago por causa da perda de seu habitat e do principal item de seu cardápio, as focas, com o derretimento do gelo marinho na região.

Por isso, a legislação norueguesa determina que trabalhos de campo em Svalbard devem ser acompanhados de guias armados, ou ser feitos por gente treinada para se defender dos ursos, caso isso seja necessário.

“Fizemos todo o treinamento com os fuzileiros navais e com o Exército brasileiro para poder manejar fuzis de ferrolho”, explica Luiz Rosa, do departamento de microbiologia da UFMG. “Eu não vou atirar em urso, sou biólogo, e vamos evitar ao máximo qualquer confronto, mas estamos preparados”.

Segundo os protocolos adotados na região, deve-se primeiro fazer barulho para tentar afastar os predadores, depois disparar sinalizadores, dar tiros de advertência e só em último caso atirar no animal. “Mas, caso avistemos um urso, vamos nos retirar imediatamente”, diz Rosa.

Notícias relacionadas

No Brasil, 75% dos jovens afirmam se preocupar com mudanças climáticas

Plano da cultura indígena depende do reconhecimento da diversidade

De olho em você; câmeras vigiam, mas não proporcionam segurança pública

Lei cria premiação em dinheiro para servidores da saúde em Manaus

Justiça reduz pena de prisão de homem que ateou fogo na esposa

Assuntos Círculo Polar Ártico, Noruega
Cleber Oliveira 13 de julho de 2023
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Donald Trump recebe Prêmio da Paz entreghue pelo presidente da Fifa: Noruega contesta premiação (Imagem: Globoplay/YouTube/Reprodução)
Esporte

Noruega pede fim do ‘Prêmio da Paz’ dado pela Fifa a Donald Trump

29 de abril de 2026
Andreas Bjelland Eriksen diz que fundo para preservar florestas é necessário (Foto: Tânia Rêgo/ABr)
COP 30

Noruega anuncia maior volume de recursos para fundo das florestas

7 de novembro de 2025
Amazônia
Dia a Dia

Fundo Amazônia tem nova doação de US$ 60 milhões da Noruega

17 de novembro de 2024
Programa que permite o uso do Fundo Garantidor para Investimentos do BNDES para a concessão de crédito (Foto: Arquivo/Agência Brasil)
Economia

Noruega doará mais R$ 270 milhões para o Fundo Amazônia

26 de junho de 2024

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?