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Dia a Dia

Plano da cultura indígena depende do reconhecimento da diversidade

24 de maio de 2026 Dia a Dia
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Ministra Margareth Menezes fez shows no carnaval em atividade privada (Foto: Fábio Rodrigues-Pozzebom/ABr)
Ministra Margareth Menezes coordena implantação de plano nacional de cultura indígena (Foto: Fábio Rodrigues-Pozzebom/ABr)
Por Camila Boehm, da Agência Brasil

ARACRUZ – A criação do Plano Nacional das Culturas dos Povos Indígenas depende de escuta ativa e do reconhecimento da diversidade das culturas, disse a ministra da Cultura, Margareth Menezes, ao participar da reunião do grupo de trabalho responsável pela construção da política, em Aracruz (ES). Ela foi recebida por lideranças e representantes de organizações indígenas com rituais, música e danças.

“Eu estou ouvindo, abrindo a escuta e tentando compreender e acessar todas as pautas que os povos originários trazem. Cada um com vivências diferentes, línguas diferentes, comidas diferentes. É um universo muito grande”, disse a ministra. 

O plano responde também, segundo Margareth Menezes, a uma dívida histórica do Estado brasileiro com os povos originários.

“Estamos em um processo de fortalecimento da própria institucionalidade do Ministério da Cultura do Brasil, para que nunca mais ninguém ouse destruir o ministério”, disse a ministra, lembrando da extinção da pasta e a interrupção das políticas culturais durante a gestão anterior.

Segundo ela, o objetivo é fazer com que essas políticas tenham mais capilaridade, chegando às aldeias, escolas, periferias, Pontos e Pontões de Cultura. “O Brasil tem essa dinâmica diversa. A gente não quer fazer cultura só para um lugar. A gente quer um projeto de gestão do governo para chegar a todos os lugares”.

“A gente precisa da voz da sociedade civil para cristalizar essas conquistas, porque não pode ser uma obrigação só do ministério. É uma luta de todos nós que acreditamos nessa mesma direção”, disse a ministra, ao defender a manutenção de medidas como a Política Nacional Cultura Viva e a Política Nacional Aldir Blanc.

Além de representantes do MinC, estiveram presentes organizações e representantes indígenas como o Comitê de Cultura do Acre, a Associação Xingu, a União das Mulheres Indígenas da Amazônia Brasileira (Umiab), a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), a  Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) e a Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade (ANMIGA).

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Assuntos cultura indígena, destaque, indígenas, Margareth Menezes
Cleber Oliveira 24 de maio de 2026
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