O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Biden planeja conversa com Xi em meio a tensões em Taiwan

21 de julho de 2022 Política
Compartilhar
Joe Biden
Presidente dos EUA, Joe Biden (Foto: Reprodução)
Da Folhapress

SÃO PAULO  – O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou que planeja conversar com o líder chinês, Xi Jinping, até o final deste mês. Os dois países, no contexto da chamada Guerra Fria 2.0, enfrentam um período de tensões latentes, envolvendo temas como o status de Taiwan, a Guerra da Ucrânia e o possível corte de tarifas de importação em Washington.

“Acho que conversarei com o presidente Xi nos próximos dez dias”, disse Biden a jornalistas ao retornar de uma viagem Massachusetts na qual anunciou projetos de combate à crise climática.

O telefonema seria o primeiro entre os dois líderes em quatro meses, e já havia sido ventilado pelo secretário de Estado, Antony Blinken, após uma reunião de chanceleres do G20 na Indonésia.

Ainda que encontros bilaterais tenham colocado frente a frente algumas autoridades de parte a parte, as tensões entre EUA e China voltaram a crescer nos últimos meses. Movimentações militares americanas na região próxima a Taipé tiveram reações de retórica forte, e Washington voltou a fazer alertas em relação ao alinhamento de Pequim com a Rússia.

A China considera Taipé uma província rebelde, enquanto os EUA, sob Biden, reforçaram seu compromisso “sólido” com a segurança da ilha. Na terça (19) e na semana passada, navios americanos transitaram pelo estreito de Taiwan, irritando Pequim.

Pequim disse ainda que responderá com “medidas vigorosas” caso a presidente da Câmara dos EUA, a democrata Nancy Pelosi, visite a região. A viagem estava agendada para abril, mas Pelosi contraiu Covid e adiou os planos.

Nesta quarta (20), porém, Biden lançou dúvidas sobre a ida da deputada à Ásia, talvez agendada para o próximo mês. Segundo o presidente, “os militares acham que não é uma boa ideia no momento”, mas ele disse não saber qual o status da questão. O Departamento de Estado chamou a viagem de hipotética, e o gabinete de Pelosi não fez comentários, citando preocupações de segurança.

A chancelaria de Taiwan disse que tem uma relação de confiança mútua com os EUA e canais de comunicação efetivos, acrescentando que não recebeu “informações precisas” sobre uma visita da parlamentar democrata.

A relação sino-americana também vem sofrendo desgastes devido à Guerra da Ucrânia. No mês passado, Washington pressionou a Otan (aliança militar ocidental) a adotar um documento estratégico chamando a China de “desafio à segurança”. Os EUA veem em Pequim seu principal rival estratégico, e Xi firmou com o russo Vladimir Putin uma “aliança sem limites” antes de o conflito estourar.

O governo Biden ainda está em desacordo com a China devido ao descumprimento de compromissos em acordos de comércio e com a OMC (Organização Mundial do Comércio). Apesar desses fatores, a pressão inflacionária nos EUA pode fazer com que o presidente promova um alívio tarifário, amenizando taxas que, na gestão de Donald Trump, ajudaram a deflagrar a guerra comercial entre os dois países.

A inflação nos EUA chegou, em junho, a 9,1%, o maior nível em 40 anos, e o Fed (Federal Reserve), banco central do país, aumentou a taxa de juros em 0,75 ponto percentual no mês passado. Biden também avalia se deve combinar a remoção de tarifas com uma nova investigação sobre subsídios industriais da China e os esforços para dominar setores-chave, como o de semicondutores.

Cia diz que china pode usar força contra Taiwan

Segundo William Burns, chefe da CIA, a agência de inteligência americana, a China passou a considerar o uso da força contra Taiwan com base na Guerra da Ucrânia, o que pode trazer insegurança para a região em pouco tempo.

“Parece-nos que [a guerra] não afeta realmente a questão de saber se os líderes chineses podem optar por usar a força contra Taiwan nos próximos anos, mas quando e como eles o farão”, disse o chefe da agência durante um fórum de segurança nesta quarta (20).

Porém, Burns minimizou o risco de que Xi Jinping tome medidas antes do final do ano, apesar de analistas acreditarem que ele poderá fazê-lo após reuniões do Partido Comunista. “Esses riscos estão aumentando, parece-nos, quanto mais você avança nesta década.”

O chefe da CIA também disse acreditar que a China interpreta a guerra como uma prova de que “vitórias rápidas e decisivas não são alcançadas” sem forte uso de meios militares e preparação contra sanções econômicas.

Notícias relacionadas

Redes sociais democratizaram debate público, mas disseminam desinformação, diz Barroso

Voto de Cármen Lúcia sobre Ficha Limpa é de ‘elevada relevância’, diz Movimento Anticorrupção

Prefeitura repassará R$ 348,4 milhões à Câmara Municipal este ano

Justiça nega extradição para o Brasil e ex-deputada Carla Zambelli é libertada na Itália

Suplente de Alcolumbre é indiciado pela PF por associação criminosa e corrupção

Assuntos Joe Biden, Taiwan
Redação 21 de julho de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Política

Governador solicita escritório em Manaus e prefeito pede paz a Biden

18 de novembro de 2024
Joe Biden chega a Manaus
Política

Joe Biden sobrevoa a floresta e visita Museu da Amazônia, em Manaus

17 de novembro de 2024
Joe Biden, presidente dos EUA
Política

Biden chega amanhã a Manaus e fará passeio de aeronave sobre a Amazônia

16 de novembro de 2024
Musa
Dia a Dia

Presidente dos EUA visitará Museu da Amazônia, em Manaus

13 de novembro de 2024

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?