O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Benjamin rebate Mendes e rejeita alegação de cerceamento de defesa

7 de junho de 2017 Política
Compartilhar
Revelações sobre caixa 2 à chapa Dilma/Temer foram feitas ao ministro Herman Benjamin (Foto: Roberto Jayme/Ascom/TSE)

 

Do Estadão Conteúdo

BRASÍLIA – Depois de breve discussão no plenário, na manhã desta quarta-feira, 7, na retomada do julgamento da chapa Dilma-Temer, o ministro Herman Benjamin, relator da ação que pode cassar a chapa no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), voltou a ler seu voto. Após uma longa explicação, ele negou a procedência da preliminar que afirma que houve cerceamento ao direito de defesa.

Benjamin voltou a afirmar que a determinação de coleta de provas ex-officio é providência própria do regime jurídico. Para ele, não existiu qualquer vício de “parcialidade ou atropelo procedimental” no uso da delação da Odebrecht e do casal João Santana e Mônica Moura durante o processo.

O expediente foi questionado pelo presidente do TSE, Gilmar Mendes, que provocou o relator dizendo que ele deveria manter a ação aberta e incluir a nova delação dos empresários da JBS, e até mesmo a eventual do ex-ministro Antonio Palocci.

Herman, no entanto, defendeu que “vários executivos foram ouvidos a pedidos das partes” e que, “em busca da verdade, provas também foram determinadas pelo juiz”. “É despropositada a tentativa de imputar a este relator a condição de acusador. No máximo, de gerente de fatos, mas acusador, não”, disse.

Segundo ele, logo após ouvir Marcelo Odebrecht, a defesa de Dilma pediu que dois delatores da empreiteira fossem ouvidos. “Deixo meu questionamento: o que fazer com essas duas testemunhas pedidas por Dilma?”, disse.

O relator também afirmou que é “dever do juiz indeferir diligência e atos probatórios que tenham caráter meramente protelatório”. Ele disse que o amplo direito de defesa foi seguido, mas não pode ir ao ‘infinito’, e destacou que as partes participaram ativamente de toda a instrução da ‘fase Odebrecht’ e que só o advogado de Dilma fez 376 perguntas às testemunhas e a defesa de Temer, 269 questionamentos.

Segundo Herman, ele seguiu três critérios para a coleta de provas durante o processo: a observação do princípio do contraditório e da ampla defesa, a pertinência da prova com o objeto do feito e a contribuição efetiva da medida para esclarecimento dos fatos.

Notícias relacionadas

Juiz rejeita pedido de David Almeida para condenar Salazar por vídeo nas redes

STF manda Anac bloquear registro do avião de Ciro Nogueira avaliado em R$ 10 milhões

TSE entende que uso de igreja para promover candidaturas é abuso de poder

Câmara aprova projeto que derruba sigilo sobre gastos públicos

Congresso derruba veto de Lula a transferência de recursos para municípios inadimplentes

Assuntos Dilma-Temer, Gilmar Mendes, Herman Benjamin, TSE
Cleber Oliveira 7 de junho de 2017
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Sessão do TSE
Política

TSE entende que uso de igreja para promover candidaturas é abuso de poder

21 de maio de 2026
Plenário do STJ: ministros defendem Judiciário e soberania do Brasil em reação a ataques do governo dos EUA (Foto: Gustavo Lima/STJ)
Dia a Dia

STJ apura uso de inteligência artificial por advogados em fraudes

21 de maio de 2026
Luiz Fux fez duro discurso contra falas de Jair Bolsonaro (Foto: Fellipe Sampaio/SCO STF)
Política

Luiz Fux diverge de Gilmar Mendes e defende limitar foro privilegiado para autoridades

20 de maio de 2026
José Dirceu
Política

Gilmar derruba decisão do TRE-PR e libera publicações de José Dirceu sobre Dallagnol

20 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?