O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

BC projeta dívida líquida do Setor Público de 34,3% do PIB

30 de novembro de 2015 Economia
Compartilhar
Banco central
No caso da Dívida Bruta ante o PIB, a estimativa da instituição para este mês é de uma taxa de 66,7%. A expectativa é bem maior do que a de setembro, quando ficou em 66,0% e do que a de outubro 66,1%. (Foto: Divulgação)

BRASÍLIA – O chefe adjunto do Departamento Econômico do Banco Central, Fernando Rocha, revelou nesta segunda-feira, 30, que a projeção da instituição para a Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) em novembro é de 34,3%. Em outubro, essa relação ficou em 34,2%.

No caso da Dívida Bruta ante o PIB, a estimativa da instituição para este mês é de uma taxa de 66,7%. A expectativa é bem maior do que a de setembro, quando ficou em 66,0% e do que a de outubro 66,1%. De acordo com Rocha, foi usado como parâmetro para estas previsões um câmbio a R$ 3,85, praticamente igual ao de outubro de 2015, quando a referência era cotação do dólar a R$ 3,858.

No caso da dívida bruta, ele destacou que o PIB é uma variável significativa e que também foram usadas outras informações de sensibilidade utilizadas para a dívida líquida, como câmbio, juros, inflação, “além dos resultados correntes do período”.

Câmbio

De acordo com Rocha, cada 1% de depreciação do câmbio implica uma redução de 0,2 ponto porcentual da dívida liquida em relação ao PIB. Em reais, cada 1% de depreciação do câmbio equivale a uma redução de R$ 12 bilhões da dívida.

Com relação à taxa de juros, um aumento de 1 ponto porcentual na Selic por um período de 12 meses significa um aumento na dívida liquida da ordem de 0,32 ponto porcentual, ou R$ 16,7 bilhões. Rocha informou ainda que um aumento de 1 ponto porcentual no índice de preços, mantido por 12 meses, implica um aumento de 0 14 ponto porcentual na dívida líquida em relação ao PIB, ou o equivalente a R$ 8,6 bilhões.

Rocha disse que a apreciação do câmbio no mês de outubro provocou aumento da relação dívida líquida em relação ao PIB. Já a dívida bruta, com 66,1% do PIB, foi a maior da série, iniciada em dezembro de 2006, segundo informou o técnico.

13º salário

Durante a entrevista à imprensa para comentar o resultado do setor público de outubro, o chefe adjunto do Departamento Econômico do Banco Central afirmou que o déficit primário de R$ 11,5 bilhões foi impactado pelo adiamento de uma parcela do 13º salário. O governo federal adiou esses repasses de setembro para outubro. “Este resultado de uma piora de outubro é uma contra partida de uma melhora de setembro”, disse.

Conta de juros

Rocha salientou também que o ganho da instituição com leilões de swaps cambiais fez a conta de juros diminuir em outubro ante setembro. Como a instituição já havia antecipado, o lucro com essas operações foi de R$ 19,03 bilhões.

“Foi uma redução significativa”, comparou Rocha, citando as despesas com juros de R$ 69,993 bilhões em setembro e de R$ 17 884 bilhões no mês passado. Em setembro, de acordo com ele, o real se depreciou 8,9% o que causou perda de R$ 38,6 bilhões com operações de swap.

Já em outubro, houve apreciação de 2,87% do real e isso transformou o resultado de swaps de ganho de R$ 19 bilhões. “Logo, essa variação de R$ 57,6 bilhões é o principal fator da redução do pagamento de juros em outubro”, calculou. Segundo ele o resultado da conta de juros de outubro é o melhor para o mês desde 2013.

O técnico destacou o “importante” superávit primário realizado pelos governos regionais nos primeiros dez meses do ano (R$ 17 143 bilhões) ante R$ 5,319 bilhões de igual período do ano passado.

Rocha disse ainda que, no acumulado ano, as despesas com juros no valor de R$ 426,203 bilhões é o pior resultado para os dez meses de qualquer ano da série do BC, iniciada em dezembro de 2001. Da mesma forma, de acordo com ele, o resultado primário é o pior para esse período, levando o déficit nominal também a ser o maior da série.

Além disso, tanto o déficit nominal de outubro, quanto o acumulado em 12 meses até outubro são os piores da série da instituição.

Para o representante do BC, a “depreciação significativa” do real também levou ao aumento expressivo da conta de juros de 2014 para 2015. No ano passado, até outubro, as despesas com essa conta somaram R$ 230,651 bilhões e, em igual período de 2015, disparou para R$ 426,203 bilhões. “O aumento de R$ 195,6 bilhões tem como parte mais relevante as perdas com swap cambial no período, embora tenhamos tido ganho em outubro com a depreciação bastante significativa do real”, disse.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

Notícias relacionadas

Governo congela R$ 23,7 bilhões em despesas no Orçamento

Consumo de café aumentou no Brasil de janeiro a abril de 2026

Previsão de gastos com benefícios previdenciários sobe R$ 11,8 bilhões

Governo mantém cronograma de leilão de hidrovias no Norte

Conselho Monetário aprova R$ 1 bilhão em crédito para empresas aéreas

Assuntos banco central, dívida líquida, pib, Setor Público
Valmir Lima 30 de novembro de 2015
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Praça da Matriz é um dos locais de concentração de pessoas que vivem na rua em Manaus (Foto: Milton Almeida/AM ATUAL)
Dia a Dia

Manaus é a 20ª capital em qualidade de vida no Brasil, mostra estudo

20 de maio de 2026
Gabriel Galípolo em depoimento no Senado: BC não será usado como palanque (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)
Economia

Presidente do BC diz que banco não será palanque para política

19 de maio de 2026
Banco Central
Economia

Bancos devem transferir dinheiro esquecido ao Desenrola até esta terça-feira

12 de maio de 2026
vagas de emprego
Economia

Redução da jornada de trabalho não afetou PIB na Europa, mostra estudo

30 de abril de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?