O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Presidente do BC diz que banco não será palanque para política

19 de maio de 2026 Economia
Compartilhar
Gabriel Galípolo em depoimento no Senado: BC não será usado como palanque (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)
Gabriel Galípolo em depoimento no Senado: BC não será usado como palanque (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)
Por Cícero Cotrim e Marianna Gualter, do Estadão Conteúdo

BRASÍLIA – O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse nesta terça-feira (19) que parte do seu mandato é impedir que a autoridade monetária se transforme em “qualquer tipo de palanque para a política”. A declaração foi realizada durante participação de uma audiência da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, na qual respondeu a perguntas de senadores sobre um termo de compromisso firmado entre o BC e o ex-presidente da autarquia Roberto Campos Neto.

Em junho do ano passado, o BC firmou um termo de compromisso com Campos Neto, à época ex-presidente da autoridade monetária.

Campos Neto se comprometeu a pagar R$ 300 mil à autarquia, por ter deixado de verificar a legalidade de operações de câmbio e as qualificações de clientes do segmento enquanto era administrador do Santander Brasil. Segundo um processo de junho de 2025, os valores foram pagos.

Indagado sobre esse tema na CAE, Galípolo explicou aos senadores que a assinatura de termo de compromisso é feita pelo Comitê de Decisão de Termo de Compromisso (Coter), que tem independência da própria diretoria do BC.

Quando indagado sobre o senador Eduardo Braga (MDB-AM) sobre a composição do colegiado e quem exerce o controle do comitê, Galípolo disse que não deixaria o caso se tornar um “palanque”.

“O mandato que está escrito no Banco Central é que eu tenho que cuidar da estabilidade financeira e da estabilidade monetária, mas tem um terceiro mandato que tem sido um tema que eu tenho perseguido muito: não deixar o Banco Central se transformar em qualquer tipo de palanque para política”, disse Galípolo. “Não cabe a mim perseguir ninguém”, enfatizou o banqueiro central.

Banco Master

Gabriel Galípolo, voltou a dizer que a orientação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi que ele tratasse o caso do Banco Master de forma técnica. O chefe do BC participou de audiência na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. “A orientação do presidente foi: trate de maneira técnica esse tema; você tem a autonomia e trate de maneira técnica esse tema”, disse.

Galípolo repetiu que foi chamado pelo chefe do gabinete da Presidência para a reunião com Lula e o banqueiro Daniel Vorcaro em dezembro de 2024, e que quando chegou à reunião ela já havia começado.

Disse que era o único representante do BC no encontro e afirmou que Vorcaro levou uma narrativa de que estava sendo perseguido pelos grandes bancos. “Algo que não tem muita aderência ao que a gente vê o tamanho do Master em relação ao mercado como um todo”, ponderou Galípolo.

Segundo Galípolo, Lula foi objetivo ao dizer a Vorcaro que ele seria tratado pelo BC de forma técnica.

Em fevereiro deste ano, o presidente da República admitiu ter se encontrado com o banqueiro do Master. Na ocasião, o petista disse que não haveria “posição política” a favor ou contra o banco, mas sim uma “investigação técnica”.

O encontro foi mediado pelo ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, em dezembro de 2024.

Notícias relacionadas

Arrecadação do AM chega a R$ 35,2 bilhões, 93,6% da previsão para 2026

Taxa de desemprego é a menor desde 2012 e empregadores são recorde

Âmbar orienta 9 mil pessoas no Amazonas para manter tarifa social

Petrobras anuncia 3ª descoberta de petróleo em poço na Foz do Amazonas

Codam aprova 63 projetos industriais na Zona Franca de Manaus

Assuntos banco central, Gabriel Galípolo, Senado
Cleber Oliveira 19 de maio de 2026
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Presidente Lula com Hugo Motta (esquerda) e Davi Alcolumbre: sem ideologia (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
Política

Lula diz a Motta e Alcolumbre que PT vai apoiar reeleição deles na Câmara e Senado

27 de outubro de 2026
Líder do governo, Teresa Leitão diz que negociou com relator para aprovar PEC sem emendas (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)
Política

Governo Lula busca aprovar PEC da Segurança Pública sem emendas

15 de outubro de 2026
Senadores comemoram o fim da escala 6x1
Política

Senado aprova fim da escala 6×1 e reduz a jornada de trabalho para 40h semanais com 2 dias de folga

14 de outubro de 2026
Presidente do Senado, Davi Alcolumbre
Política

Alcolumbre marca votação da PEC pelo fim da escala 6×1 para quarta-feira

10 de outubro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?