O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Sem categoria

A Justiça do Amazonas combate a corrupção?

9 de dezembro de 2016 Sem categoria
Compartilhar

O Dia Internacional de Combate à Corrupção deste ano, celebrado nesta sexta-feira, 9, chega após uma sequência de fatos que coloca em xeque o compromisso da Justiça do Amazonas com esta bandeira, levantada por membros do Judiciário nas ruas de Manaus no último domingo. A omissão, os aplausos à pompa da nomeação de mais um desembargador e a cegueira para os gargalos de um do piores Estados em combate à corrupção no País fazem com que a hipocrisia seja associada a atos como o de domingo.

No domingo, os membros do Judiciário reclamaram de ataque à classe como forma de podar o combate à corrupção no País. Por ironia, o ato ocorreu na mesma semana em que o TJAM nomeou seu 20° desembargador e no mês em que a Justiça do Amazonas é destaque nacional, mais uma vez, por estar entre as piores no cumprimento da Meta 4 do CNJ (Conselho Nacional de Justiça). O motivo: acúmulo de processos no primeiro grau.

A Meta 4 estabelece prioridades no julgamento dos processos relativos à corrupção, distribuídos e não julgados até dezembro de 2013. Em 2016, nos processos de improbidade, o TJAM cumpriu 39,68% da meta. Nos de crime contra à administração pública, o alcance da meta foi cumprida 42,57%. Isso significa dizer que o TJAM só conseguiu julgar 42,08% dos processos envolvendo corrupção no período de referência. Associados aos maus desempenhos de anos anteriores, os números sinalizam o grau de indignação da Justiça do Amazonas com a corrupção muito mais que a fala alta num microfone em poucas horas de sol na moleira.

As informações estão disponíveis no CNJ ao alcance de qualquer pessoa, inclusive dos membros do Judiciário que se indignam com a corrupção, e foram atualizadas até o dia 3 de novembro. Alguns dados podem ser alterados em dezembro, mas a tendência é que a Justiça do Amazonas amargue em 2016 um dos piores desempenho no combate à corrupção no Brasil.

Comparada com o desempenho de outros tribunais estaduais, a Justiça estadual do Amazonas é a pior na região Norte e está entre as quatro piores do País na atenção a processos desta natureza. Há um passivo de 1.273 processos não julgados envolvendo crimes relacionados à corrupção. Sendo que 95% estão no primeiro grau.

A ordem dos acontecimentos (manifestação de juízes, dados do CNJ e nomeação de primeiro de sete desembargadores) chega a soar como provocação à nossa capacidade de raciocinar e de sonhar sem ilusão com uma sociedade menos corrupta.

Isso porque o combate à corrupção passa necessariamente pelo julgamento dos processos. E julgar é possível. Gostem ou não, Sérgio Moro é um exemplo de que julgar com celeridade no primeiro grau processos desta natureza não é coisa de outro mundo, quando há estrutura ou vontade política para isso. 

Mas como julgar se falta – e muito – juízes no primeiro grau? Há dois meses, como ocorre há vários pleitos, as eleições municipais só foram possíveis no interior do Amazonas porque juízes da capital foram deslocados para ocupar cerca de um terço das comarcas que estão vagas.

E esse problema, escancarado pelo Judiciário a cada luta por aumento orçamentário, é silenciado quando, diante de uma crise financeira, o TJAM anuncia que nomeou o 20° desembargador – “o primeiro de sete”, como destaca texto no site da instituição.

Não é certo que o Judiciário seja algemado por legislações nacionais costuradas sob o interesse de quem quer se proteger de investigação. Mas não é inteligente e nem honesto ignorar o quanto o Judiciário no Amazonas cria e mantém uma agenda negativa para si próprio quando demonstra priorizar pautas de melhorias internas e cuidado onde o interesse da população passou longe.

Enquanto o enfrentamento honesto, direto e efetivo destes problemas não ocorrer, qualquer declaração de lideranças, atos e eventos com a tradicional pompa da classe soará como hipocrisia e distanciamento da realidade da população do Estado.

O soar vira grito especialmente num momento histórico do País em que de todos os lados há clamor por combate à corrupção ou quando os próprios membros do Judiciário vão às ruas experimentar um dia de manifestação e indignação contra a corrupção.

Se o Judiciário está exposto, é porque não tem coragem para corrigir seus problemas e nem disposição para uma autoavaliação. Ainda assim quer blindagem de controle externo.

Notícias relacionadas

Professor esfaqueado por adolescente durante aula de reforço deixa hospital

Renato Júnior confirma apoio a Plínio Valério e fecha seus 2 votos ao Senado

Polícia investiga morte de trabalhador em montagem de alegoria de ciranda

Dois réus são condenados a 196 anos de prisão por mortes em presídio

Juiz manda Wilson Lima retirar ou adequar propaganda com Brasília

Assuntos Amazonas, corrupção, Judiciário, Rosiene Carvalho, TJAM
administrador 9 de dezembro de 2016
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

O professor Vinícius Siqueira Figueiredo, 23, estava internado em um hospital particular (Foto: WhatsApp/reprodução)
Dia a Dia

Professor esfaqueado por adolescente durante aula de reforço deixa hospital

29 de agosto de 2026
O prefeito de Manaus, Renato Júnior, anunciou nesta sexta-feira (28) apoio à reeleição do senador Plínio Valério (Foto: Rede social/reprodução)
Política

Renato Júnior confirma apoio a Plínio Valério e fecha seus 2 votos ao Senado

29 de agosto de 2026
O artista foi identificado como Jone Salgado Martins, conhecido como "Nico", de 45 anos (Foto: WhastsApp/reprodução)
Dia a Dia

Polícia investiga morte de trabalhador em montagem de alegoria de ciranda

29 de agosto de 2026
Os réus Fabrício Duarte Araújo e Rômulo Brasil da Costa (de amarelo e laranja) foram condenados pelo júri (Foto: Carlos de Souza/TJAM)
Dia a Dia

Dois réus são condenados a 196 anos de prisão por mortes em presídio

28 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?