O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Brancos dominam candidaturas majoritárias e recursos do fundo eleitoral

20 de abril de 2026 Política
Compartilhar
Plenário da Câmara: deputados aprovaram redução de pena de prisão para criminosos (Foto: Kayo Magalhães/Agência Câmara)
Plenário da Câmara: maioria dos deputados se declara branca (Foto: Kayo Magalhães/Agência Câmara)
Da Agência TSE

BRASÍLIA – O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) apresentou na quarta-feira (15) um diagnóstico que detalha a discrepância entre a composição racial da sociedade brasileira e a representação nos espaços de poder político. O relatório “Análise da distribuição de candidaturas, vagas de eleitos e recursos de financiamento por perfil racial” inclui dados de 2014 a 2024 e revela como a concentração de recursos e de cadeiras legislativas ainda resiste à diversidade.

O estudo atende a um pedido da Comissão de Promoção da Igualdade Racial do TSE e foi lançado pela então presidente, ministra Cármen Lúcia.

O documento envolve o período em que a autodeclaração de cor e raça deixou de ser um dado estatístico para se tornar o pilar de políticas de ação afirmativa. Se, há dez anos, os registros não tinham reflexo normativo, hoje eles definem a partilha do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), também conhecido como Fundo Eleitoral.

O relatório, elaborado pela Secretaria de Modernização, Gestão Estratégica e Socioambiental do Tribunal, mostra que o sistema político ainda possui “mecanismos invisíveis de filtragem”. 

Segundo o texto, o desafio atual da Justiça Eleitoral é garantir que o recurso público não apenas chegue às candidatas e aos candidatos negros, mas que seja aplicado em condições de competitividade real perante as estruturas partidárias tradicionais. 

Predomínio branco 

A análise das candidaturas a cargos majoritários (prefeito e senador, por exemplo) entre 2014 e 2024 mostra uma predominância persistente de pessoas de cor branca. Embora o grupo tenha registrado queda de 66% para 61,3% no total de candidatas e candidatos, ainda detém a maioria isolada. 

No mesmo intervalo, a participação de pessoas negras — consideradas em conjunto as autodeclarações pretas e pardas — alcançou 45,5% das candidaturas. Desse total, 32,3% correspondem a pessoas pardas e 13,2% a pessoas pretas. As candidaturas de pessoas indígenas e amarelas permaneceram estagnadas, abaixo de 1%. 

Nos cargos proporcionais (vereadores e deputados), a queda da predominância branca foi mais acentuada, passando de 54,7% para 45,8%. Pardos subiram para 40,9% e pessoas pretas para 11,8%. O relatório classifica a presença de indígenas e amarelos como “inclusão marginal” no pleito. 

A barreira do financiamento 

Ao cruzar dados de prestação de contas com o Fundo Partidário e o FEFC, o estudo nota que o crescimento das candidaturas negras — impulsionado pela decisão de 2020 que obrigou a distribuição proporcional de verbas e tempo de TV — não foi acompanhado, na mesma velocidade, pelo sucesso nas urnas.

O diagnóstico aponta um “descompasso estrutural”. Em 2022, candidaturas de pessoas brancas apresentaram maior eficiência no uso do dinheiro: 89,7% dos que receberam financiamento efetivamente utilizaram o recurso.

Em 2024, houve um aumento no volume de candidatos, mas a taxa de utilização do financiamento caiu para menos de 70% em todos os grupos. Candidatos brancos seguiram como os maiores beneficiários em números absolutos (68.208 candidatos utilizaram recursos), seguidos por pardos (52.310) e pretos (16.415).

Transição racial 

Um dos pontos sensíveis do levantamento é a “matriz de transição racial”. O TSE identificou um fluxo significativo de políticos que alteraram sua autodeclaração entre as eleições de 2018 e 2022, migrando majoritariamente para as categorias “preta” e “parda”.

A mudança coincide com o momento em que a identidade racial passou a garantir fatias maiores do Fundo Eleitoral. “Por meio da comparação intra e intereleitoral, o estudo busca não apenas estabelecer relações entre variáveis e identificar tendências temporais, mas também avaliar o impacto das políticas de ação afirmativa estabelecidas pela legislação nacional, promovendo um diálogo entre os dados e o contexto histórico do país”, destaca trecho do relatório.

Progresso 

Confira a evolução das regras raciais no Brasil aplicadas ao processo eleitoral:

  • 2014 – Primeira coleta sistemática de cor/raça, mas sem uso para distribuição de verbas. 
  • 2018 – Maior visibilidade estatística. A maioria dos candidatos se declara negra, mas eleitos continuam brancos. 
  • 2020 – Marco histórico. O STF e o TSE determinam partilha proporcional de Fundo Eleitoral e tempo de TV. 
  • 2024 – Consolidação dos dados de uma década e análise do impacto real das políticas afirmativas.

Confira o relatório na íntegra.

Notícias relacionadas

Arcebispo diz que eleitor deve analisar histórico dos candidatos antes de votar

Comissão da Câmara aprova PEC que reduz maioridade penal de 18 para 16 anos

Comissão de Economia do Senado aprova piso de R$ 14,5 mil para médicos e dentistas

‘Voto não é mercadoria’, diz Arquidiocese ao alertar sobre corrupção eleitoral

Fundo para microempresas tem R$ 62,4 milhões disponíveis para remanejamento

Assuntos candidaturas, Eleições 2024, Fundo Eleitoral, fundo partidário, manchete, TSE
Cleber Oliveira 20 de abril de 2026
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Política

‘Voto não é mercadoria’, diz Arquidiocese ao alertar sobre corrupção eleitoral

10 de junho de 2026
Lula mantém vantagem sobre Flávio Bolsonaro em sondagens sobre intenção de voto (Fotos: Ricardo Stuckert/PR e Saulo Cruz/Agência Senado
Política

Pesquisa registra maior vantagem de Lula em cenários de 1º e 2º turnos

10 de junho de 2026
Fábricas no Distrito Industrial de Manaus: maior faturamento (Foto: Suframa/Divulgação)
Economia

Prefeito diz que Suframa tem áreas para instalar fábricas em Manaus, mas deixou que fossem invadidas

9 de junho de 2026
semed
Dia a Dia

Prefeitura vai avaliar evolução funcional de servidores da Educação

9 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?