

Do ATUAL
MANAUS – Candidato a prefeito de Manaus, o deputado federal Amom Mandel (Cidadania) afirmou que é de centro e que seu plano de governo foi elaborado por especialistas de ideologia política de direita e de esquerda. “Qualquer governante que errar terá meu repúdio, independente do viés ideológico”, disse em entrevista ao Grupo dos Seis, formado pelos sites AMAZONAS ATUAL, BNC, Portal Único, Portal do Marcos Santos, Portal do Mário Adolfo e Blog do Hiel Levy, na manhã desta segunda-feira (2).
“O que eu quero dizer com isso? Pode ser Lula, pode ser Bolsonaro, pode ser Temer, pode ser David Almeida, pode ser Wilson Lima, errou? Se tem alguma coisa na gestão que precisa ser melhorada, eu como parlamentar luto para isso que isso seja corrigido”, acrescentou.
Amom Mandel revelou que o plano de governo teve participação de técnicos de organismos internacionais e de professores de universidades.
Segundo o candidato, o critério técnico será adotado também para a escolha do secretariado, caso seja eleito. Amom Mandel disse que ninguém governa sozinho e que ele fará política e os secretários comandarão ações públicas. A única exceção é a articulação política, como a Casa Civil.
Ao ser indagado sobre o perfil de seu eleitorado, Amom Mandel respondeu: “Meus votos vêm de todas as classes sociais, idades e espectros políticos, tanto da direita como da esquerda. Fato é que quando você representa a população de maneira independente, votando sempre a favor da população, tanto faz o viés ideológico de quem está te assistindo, as pessoas conseguem reconhecer que você tem uma retidão de posicionamentos, independente de quem é o político que está no poder”.
Sobre o que o diferencia da velha política, o candidato afirmou que não aceita corrupção. “Uma pessoa que não pratica o que a velha política faz é uma pessoa que não compra votos, não distribui cestas básicas durante as eleições para comprar votos, não tem contratos fantasmas, não usa dinheiro público do fundo eleitoral para cometer desvios, não faz uso de dinheiro que deveria ir para saúde, segurança e educação para autopromoção em campanhas políticas”.
