O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Juiz da presidência do STJ causou prejuízo de R$ 1 bilhão à União, diz PF

25 de maio de 2022 Política
Compartilhar
Fachada do edifício sede do Superior Tribunal de Justiça (Foto: Marcello Casal)

Por Fabio Serapião, da Folhapress

BRASÍLIA – O juiz federal Augustino Chaves é apontado pela Polícia Federal como responsável por decisões que resultaram em prejuízo de ao menos R$ 984 milhões aos cofres da União nos últimos dois anos.

O magistrado é investigado na operação Skiagraphia e foi alvo de busca e apreensão na última sexta-feira (20) por supostamente beneficiar aos menos 27 grandes empresas em processos de execução fiscal na 20ª Vara da Justiça Federal do Ceará.

Os valores são referentes ao montante que a União deixou de cobrar nos últimos anos por causa de decisões do juiz de 2012 a 2016.

Até o dia da operação, Chaves ocupava o cargo de juiz assistente no gabinete da presidência do STJ (Superior Tribunal de Justiça), na gestão do ministro Humberto Martins.

Na maioria dos casos investigados, diz a PF, essas grandes devedoras do Fisco eram representadas pelo escritório Borges Neto Advocacia. Os valores calculados pelos investigadores são relativos a débitos fiscais cujas cobranças foram suspensas por decisão do magistrado.

A banca tem como sócio fundador José Borges Neto, ex-secretário administrativo da Justiça Federal do Ceará de 2007 a 2011, período em que o juiz Chaves ocupava o cargo de diretor do Foro.

Um dos sócios do escritório também aparece no quadro de empresas com acionistas que mantêm relação societária com a esposa de Chaves e um outro ex-funcionário da Justiça Federal.

Após a deflagração da operação, o STJ informou que o juiz solicitou o desligamento da equipe de juízes auxiliares da presidência da Corte.

Procurado, o magistrado não se manifestou até a publicação desta reportagem. O advogado Borges Neto, por sua vez, não retornou aos contatos.

Ao jornalista Frederico Vasconcelos, da Folha de S.Paulo, o juiz disse estar tranquilo e que o caso não vai dar em nada. “Estou absolutamente tranquilo. Nunca fui intimado de nada. É uma violência que repudio. Não vai dar em nada. Não tenho imóveis, são fatos antigos. São conjecturas e fantasias.”

“Tudo é genérico, e genérico cabe tudo contra qualquer pessoa. Queria saber qual a decisão específica que causou prejuízo à Fazenda Nacional. Qual decisão foi reformada”, afirmou.

Uma análise da PGFN (Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional) mostrou um padrão nas decisões do magistrado e um grande número de emissões de CPEN (Certidões Positivas com Efeito de Negativas).

Esse tipo de despacho, diz a PF, permite que as empresas participem de licitações e sejam contratadas por órgãos públicos uma vez que as execuções fiscais ficam suspensas.

O modelo das decisões e dos casos sob suspeita, segundo a PGFN, foi herdado por Augustino Chaves do antigo juiz titular da 20ª Vara, José Parente Pinheiro, também investigado.

A dinâmica mapeada pela PGFN mostra casos de grandes empresas devedoras com algumas características específicas.

Entre elas, a penhora de faturamento em que não são consideradas as garantias suficientes para os débitos e também a retirada do nome do devedor do cadastro de créditos não quitados do governo federal.

Além de outras características, na maioria dos processos a União não foi ouvida previamente ou “teve impostas às garantias contra a sua vontade expressa, e ainda acompanhadas da obrigação de emitir a CPEN”.

No caso de Augustino Chaves, diz a PF, a utilização do modelo de decisão começou após José Borges Neto deixar o cargo de servidor da Justiça e montar o escritório de advocacia que depois passou a representar as grandes empresas na 20ª Vara.

A PF cita no pedido de busca contra o magistrado vários indícios de sua relação com o advogado.

Entre eles, um arquivo encontrado em um pen drive apreendido em uma operação de 2019. Nele, havia uma procuração de Borges Neto, conhecido como Zema, para representar o juiz em um evento no exterior.

Segundo a PF, Borges Neto “desfruta de um alto padrão de vida, usufruindo de veículos e moradia de luxo, realizou mais de 140 viagens internacionais” nos últimos anos.

Relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras recebidos pela PF também indicam intensa movimentação de dinheiro em espécie pelo advogado no período em que o juiz teria dado as decisões que beneficiaram as empresas.

Somente em saques em espécie, o Coaf mapeou R$ 680 mil saindo da conta de Borges Neto, além do pagamento de faturas de cartões de crédito superiores a R$ 100 mil por mês.

“A identificação de inúmeros vínculos entre os juízes federais e advogados do escritório patrocinador das causas referendadas pelas decisões judiciais teratológicas, aliado à expressiva evolução patrimonial dos envolvidos no período coincidente com os fatos sob apuração, corrobora fortemente as suspeitas da existência de um grande esquema de corrupção.”

Um dos casos envolve débitos tributários de R$ 390 milhões da Carbomil Mineração e empresas do mesmo grupo econômico.

A PF afirma que o juiz determinou que mais de cem execuções fiscais dessas empresas espalhadas na Justiça Federal do Ceará fossem reunidas em seu gabinete.

Os investigadores também descobriram que a Fazenda Nacional não apresentou recurso no processo sobre um laudo pericial. A suspeita é que a intimação da União tenha sido fraudada.

Peritos federais fizeram uma análise grafotécnica e compararam as assinaturas do mesmo servidor em outras remessas de intimação. Eles concluíram pela inautenticidade da assinatura.

O laudo que a União não contestou era sobre o valor das minas de calcário da empresa, alvo de penhora da Justiça com avaliação de R$ 295 milhões.

Para a PF, a troca dos débitos tributários calculados em R$ 390 milhões “mediante a penhora de minas de calcário, bens de difícil liquidez e valor econômico de difícil aferição” causou grave prejuízo aos cofres públicos.

“A intimação da União para participar da prova pericial que definiu o valor da avaliação das Minas, ao que tudo indica, foi fraudada. O juiz titular da 20ª Vara Federal expressamente fundamentou a fixação do montante de R$ 295 milhões, em suposta aceitação tácita da Fazenda Nacional.”

Notícias relacionadas

Braga e Omar comentam decisão da Justiça que suspende restrição da Receita à ZFM

Juiz derruba entendimento da Receita Federal que prejudica Zona Franca

‘Tragédia humanitária’, diz senador sobre domínio das bets em anúncios na Copa

‘Você tem que pensar na sua mulher e filhos’, diz Lula sobre escolha de candidatos

TRE manda tirar do ar vídeo que retrata Tarcísio de Freitas como o boneco Chucky

Assuntos juiz, policia federal, STJ, união
Redação 25 de maio de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

suframa
Economia

Vice-governador diz que é equivocada análise sobre PIS/Cofins na ZFM

2 de julho de 2026
Dia a Dia

Caso dos respiradores muda de relatoria no STJ após suspeição de ministro

23 de junho de 2026
Plenário do STJ: ministros defendem Judiciário e soberania do Brasil em reação a ataques do governo dos EUA (Foto: Gustavo Lima/STJ)
Dia a Dia

STJ aceita denúncia contra procuradora e catadora por desvio milionário

19 de junho de 2026
Comunidade no Médio Purus (Foto: Divulgação/MPF)
Dia a Dia

Justiça determina à União e Prefeitura de Lábrea que melhore assistência na saúde

12 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?