O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Quatro anos depois, ex-secretários viram réus por despesas de autoridades no Sírio-Libanês

21 de julho de 2020 Política
Compartilhar
Hospital Sirio-Libanes
Hospital Sírio-Libanês recebeu em cinco anos R$ 4,4 milhões por tratamento de autoridades do Amazonas (Foto: Divulgação)
Por Felipe Campinas, da Redação

MANAUS – Os ex-secretários de Saúde Wilson Alecrim, Pedro Elias de Souza e José Duarte dos Santos Filho viraram réus em ação de improbidade administrativa por uso de verbas federais e estaduais para custeio de tratamentos de saúde de autoridades e políticos no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, entre os anos de 2012 e 2016, nos governos de Omar Aziz e José Melo.

Em decisão assinada no último dia 26 de junho, a juíza Jaiza Maria Fraxe Pinto, da 1ª Vara Federal Cível do Amazonas, aceitou a denúncia do MPF (Ministério Público Federal) contra o ex-secretários. Os pagamentos foram noticiados pelo ATUAL em fevereiro de 2016 e viraram objeto de ação judicial em abril de 2018.

De acordo com o MPF, os ex-secretários autorizaram o pagamento de tratamentos médicos particulares em benefício de agentes privados, que eram escolhidos de maneira subjetiva, incluindo desembargadores, políticos e parentes de políticos. Os tratamentos foram pagos pela Susam (Secretaria de Saúde do Estado) ao custo de R$ 4,451 milhões, na época.

Leia também: Confira a lista de pacientes do Sírio-Libanês com despesas pagas pela Susam

Na ação, o MPF alegou que não estava questionando a necessidade ou não dos tratamentos médicos realizados, mas sim o modo pelo qual esses tratamentos foram custeados, “tendo havido a utilização do patrimônio público, de forma irregular e sem transparência, para pagamento de despesas privadas de pessoas que detinham ou detém vínculos pessoais com altas autoridades do Estado”.

“Indícios”

Ao aceitar a denúncia, Fraxe afirmou que “há indícios de cometimento de atos de improbidade administrativa”. “Isto porque, com as documentações trazidas aos autos, onde identifiquei sobretudo o Laudo Técnico NAT (registros nº 5110497, 5110515, 5110532), por meio do qual estão especificados os valores gastos com cada paciente, foi constatada a utilização de dinheiro público federal para o pagamento de tratamentos médicos particulares realizados junto ao Hospital Sírio Libanês”, disse Fraxe.

Para a magistrada, há “ofensa aos princípios da legalidade, moralidade e impessoalidade” na medida em que não havia critérios para a verificação da  possibilidade de realização dos procedimentos por aqueles beneficiados. A magistrada citou que os desembargadores e políticos não preenchem o objetivo típico dos usuários do sistema público de saúde.

“(São) pessoas abastadas que podiam pagar seus próprios planos de saúde, restando claro, portanto, que os pacientes não preenchiam o critério objetivo típico dos usuários do Sistema único de Saúde – SUS: hipossuficiência a justificar o tratamento fora de domicílio (TFD) pago pelo Estado do Amazonas”, afirmou Fraxe.

Acordo

Em abril deste ano, o desembargador Domingos Chalub, que atualmente preside o TJAM (Tribunal de Justiça do Amazonas) e que foi um dos beneficiados pelos tratamentos, firmou um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) com o MPF (Ministério Público Federal) e o MP-AM (Ministério Público do Amazonas) para pagar o valor de R$ 242.877,00 em cem parcelas fixas de R$ 2.428,77, a serem descontadas em folha de pagamento. O acordo foi homologado pela juíza Jaiza Fraxe.

Leia também: Despesas de desembargador no Sírio-Libanês chegaram a R$ 359 mil

Notícias relacionadas

STJ mantém tornozeleira em Rosinaldo Bual e proibição de acesso à Câmara

Fim de parceria política entre Wilson Lima e David Almeida gerou crise no passe livre para estudantes

PT lança campanha ‘O Brasil não se entrega’ e associa Flávio Bolsonaro ao tarifaço

Flávio Bolsonaro contrariou acordo com o TSE ao mentir sobre urna eletrônica

TSE reafirma que empresa citada por Flávio Bolsonaro nunca forneceu urna para o Brasil

Assuntos manchete, Sírio-Libanês, Susam
Felipe Campinas 21 de julho de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

David Almeida e Wilson Lima: prefeito diz não ser otário sobre ataques à ZFM (Foto: Altemar Alcântara/Semcom)
Dia a Dia

Fim de parceria política entre Wilson Lima e David Almeida gerou crise no passe livre para estudantes

22 de julho de 2026
Adesivaço de carros em campanha eleiroral: TSE fixa limite de gasto para candidatos no Amazonas (Foto: AM ATUAL)
Política

Candidatos ao Governo do Amazonas poderão gastar até R$ 7,1 milhões na campanha

22 de julho de 2026
Estudantes precisam fazer recadastramento para garantir meia-passagem nos ônibus (Foto: Karla Vieira/Semcom)
Dia a Dia

Impasse entre governo e prefeitura deve deixar alunos sem passe livre em Manaus

21 de julho de 2026
Ônibus enfileirados no acesso ao Terminal de Integração 1: passageiros sem transporte (Foto: Divulgação)
Dia a Dia

Prefeitura nega atrasos em subsídio da passagem de ônibus; Sinetram cobra repasses de R$ 90 milhões

21 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?