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Política

Vereadores aprovam maior tempo de serviço para servidor se aposentar

17 de novembro de 2025 Política
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Vereadores aprovaram PL que muda aposentadoria ignoraram servidores na galeria da CMM e aprovaram PL (Foto: Thiago Gonçalves/AM ATUAL)
Vereadores aprovaram PL que muda aposentadoria ignoraram servidores na galeria da CMM e aprovaram PL (Foto: Thiago Gonçalves/AM ATUAL)
Por Thiago Gonçalves, do ATUAL

MANAUS – Os vereadores da Câmara Municipal de Manaus aprovaram no início da tarde desta segunda-feira (17), em segundo turno, a reforma da Previdência Municipal que altera regras para a aposentadoria dos servidores. A mudança altera dispositivos da Lei Orgânica e reestrutura o Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) da Manaus Previdência. A aprovação ocorreu após longo debate, protestos de servidores e questionamentos sobre transparência.

A reforma foi aprovada em definitivo por 28 votos a favor, 10 contrários e 3 ausências, resultado confirmado pela Mesa Diretora após questionamentos sobre o quórum e pedidos de registro dos votos no painel eletrônico, que foram rejeitados pelo presidente da Casa, David Reis.

Os 10 vereadores que votaram contra a reforma da Previdência Municipal foram: Rodrigo Guedes, Ivo Neto, José Ricardo, Eurico Tavares, Amauri Gomes, Coronel Rosses, Sargento Salazar, Capitão Carpê, Raiff Matos e Thaysa Lippy. Os ausentes foram Yomara Lins, Dione Carvalho e Rosinaldo Bual, que está preso.

Professores acompanharam a votação das galerias e criticaram o aumento no tempo de serviço exigido para aposentadoria. Eles chamam o Projeto de Lei Complementar (PLC) de ‘PL da morte’. Conforme o texto, a idade mínima para as mulheres obterem a aposentadoria será acrescido de mais 7 anos. Para os homens, o aumento é de 5 anos.

Vereadores de oposição classificaram a mudança como “injusta” e “sem urgência”. Eles argumentaram que o município de Manaus possui arrecadação crescente e não enfrenta risco imediato de colapso previdenciário. Professores presentes relataram desgaste físico e emocional no trabalho e pediram sensibilidade aos parlamentares. Os apelos foram ignorados pela maioria que forma a base governista.

O vereador Capitão Carpê (PL) afirmou que a reforma representa “uma sentença” aos servidores e atribui a aprovação à falta de diálogo do Executivo com as categorias de trabalhadores. “O que está se fazendo hoje é condenar essas pessoas a trabalharem mais anos. Uma professora me disse: ‘como vou motivar meus alunos se eu mesma não estou motivada?’ A reforma da escravidão está sendo votada aqui”, afirmou.

Outro vereador, Eurico Tavares, que havia votado a favor no primeiro turno e mudou o posicionamento no segundo, se justificou. “Ouvi servidores, aposentados e professores. Do jeito que o texto está, o impacto é muito grande para quem está perto de se aposentar e para quem ganha menos. Meu voto agora é não”.

José Ricardo (PT) criticou a ausência de defesa pública da proposta por parte dos vereadores da base do prefeito e cobrou a divulgação nominal dos votos. “Por que citar apenas quem é contra e não quem é a favor? A sociedade tem o direito de saber. Esta votação tem impacto direto na vida de milhares de pessoas”.

A reforma aumenta a idade mínima para aposentadoria. Para os homens, passa de 60 para 65 anos. No caso das mulheres, de 55 para 62 anos. O tempo mínimo de contribuição sobe para 25 anos para ambos os sexos, com 10 anos de serviço público e 5 no cargo atual. Para professores, a idade mínima sobe para 60 anos (homens) e 57 (mulheres). Cerca de 35 mil servidores serão afetados.

O PLC foi aprovado em primeito turno no dia 5 deste mês, também sob o protesto dos servidores municipais e com a cobrança do uso do painel eletrônico. Nos dois turnos, a votação ocorreu de forma simbólica com mãos levantadas para sinalizar voto contrário.

Inconstitucional

A Procuradoria Legislativa da CMM considerou o PLC nº 008/2025 inconstitucional.
No parecer de 23 de setembro, a procuradora Pryscila Freire de Carvalho afirma que o projeto viola princípios como isonomia, razoabilidade, segurança jurídica e proteção da confiança legítima.

Segundo o documento, o PLC entra em conflito com a Emenda Constitucional 103/2019 (Reforma da Previdência) e ainda coloca os servidores municipais em posição pior que servidores federais e estaduais por não adotar critérios mais favoráveis previstos em normas anteriores, especialmente a EC 47/2005.

Leia mais:

Vereadores ignoram parecer e aprovam mudança na aposentadoria de servidor

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Assuntos Aposentadoria, Câmara Municipal de Manaus, manchete, Prefeitura de Manaus, professores, Servidor Público
Thiago Gonçalves 17 de novembro de 2025
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