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Economia

Vendas de imóveis fecham 2021 com alta de 12,8%, mas perdem força no fim do ano

21 de fevereiro de 2022 Economia
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imóveis
Venda de imóveis teve alta no ano, mas recuou nos dois últimos trimestres de 2021 (Foto: Márcio James/Semef)
Por Fernanda Brigatti, da Folhapress

SÃO PAULO – Os três principais indicadores do mercado imobiliário brasileiro -vendas, lançamentos e oferta final- fecharam 2021 em alta, na comparação com o ano anterior, mas perderam força nos últimos trimestres.

Balanço divulgado nesta segunda-feira (21) pela Cbic (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) aponta para um recuo de quase 10% nas vendas de imóveis novos no Brasil no quarto trimestre do ano passado. De janeiro a dezembro, porém, houve avanço de 12,8%.

De 72,2 mil unidades residenciais comercializadas entre outubro e dezembro de 2020, o setor fechou o mesmo período do ano passado com 65,2 mil negócios fechados. Foi o segundo trimestre seguido com queda nas vendas. Todas as regiões do país registradas menos negociações na comparação com o último trimestre de 2020.

O resultado considerando os 12 meses de 2021 aponta para uma alta de 12,8%. De 231,7 mil imóveis vendidos em 2020, o setor comercializou 261,4 mil unidades no ano passado.

O bom resultado percentual, apesar do recuo dos dois trimestres final de 2021, refletem também o comportamento do mercado de construção e incorporação em 2020. Até o meio do ano, os resultados eram ruins e refletiam a situação de crise desencadeada pelo início da pandemia.

A partir de julho, o estímulo ao distanciamento social e os juros baixos deram força ao setor. Por isso, na comparação entre os primeiros trimestres de 2020 com 2021, o início do ano passado foi de crescimento, pois pega uma base enfraquecida.

Na metade final do ano, essa trajetória se inverteu com a queda nas vendas, enquanto, em 2020, o período tinha sido de crescimento.

O levantamento da Cbic é feito com apoio do Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) em 176 cidades, incluindo 20 regiões metropolitanas.

No caso dos lançamentos, os dados mostram estabilidade no trimestre, com avanço de 1,9% na comparação com o ano anterior. Tradicionalmente, os últimos trimestres do ano concentram os lançamentos.

De 83,3 mil novas unidades anunciadas no último trimestre, as incorporadoras chegaram a 85 mil imóveis lançados entre outubro e dezembro de 2021. Em um ano, o resultado foi melhor. Foram 265,6 mil imóveis lançados nos 176 mercados monitorados pela Cbic, ante a 211 mil do ano anterior, uma alta de 25,9%.

Com a queda nas vendas e um crescimento menor dos lançamentos no último trimestre, a oferta final de imóveis registrou alta de 3,8% no período de três meses entre outubro e dezembro do ano passado. Essa foi também a variação da oferta em 12 meses.

Segundo a Cbic, o tempo de escoamento da oferta atual é de 10,7 meses. Esse indicador busca medir em quanto tempo todas as unidades disponíveis seriam vendidas caso nenhum novo lançamento fosse feito, a partir da média de vendas dos últimos 12 meses.

Casa Verde Amarela perde força No programa Casa Verde Amarela, sucessor do Minha Casa, Minha Vida, houve queda em todos os indicadores do quarto trimestre de 2021, em relação ao mesmo período em 2020. Os lançamentos caíram 11,1%, as vendas, 16,6%, e a oferta final, 6,1%. No acumulado em 12 meses, houve alta de 8,5% no número de lançamentos, e de 3,4% nas vendas.

O programa habitacional vem perdendo espaço no mercado nos últimos anos a partir da redução no volume de recursos alocados pelo governo, mas também porque a redução nos juros tornou possível o acesso ao crédito por meio de linhas de financiamento convencionais.

No quarto trimestre de 2021, o Casa Verde e Amarela respondeu por 41% das unidades residenciais lançadas, e por 45% do que foi vendido. Um ano antes, o programa respondia por 47% dos lançamentos, e por 49% das vendas.

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Assuntos Cbic, Construção Civil, mercado imobiliário, venda de imóveis
Valmir Lima 21 de fevereiro de 2022
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