O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Uso de pseudônimo é comum em exames de saúde, afirma entidade médica

15 de maio de 2020 Dia a Dia
Compartilhar
A técnica utilizada é utilizada em larga escala para produzir medicamentos contra outras doenças (Foto: Villela/Agência Brasil)
Pacientes podem usar pseudônimo em exame de saúde (Foto: Villela/Agência Brasil)

Da Folhapress

SÃO PAULO – O uso de pseudônimos em exames de saúde de pessoas públicas é comum e não representa irregularidade em potencial, afirma a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial.

A reportagem questionou a entidade, que reúne profissionais da área de laboratórios clínicos e dezenas de empresas do setor, após a divulgação na quarta-feira, 13, dos exames para Covid-19 feitos pelo presidente Jair Bolsonaro, nos quais ele usou identificação fictícia.

Nas análises laboratoriais a que se submeteu para detectar se havia contraído o novo coronavírus, em março, Bolsonaro usou três nomes alternativos: ‘Airton Guedes’, ‘Rafael Augusto Alves da Costa Ferraz’ e ‘Paciente 05’. O número de identidade, CPF e data de nascimento eram os verdadeiros em dois desses documentos – em um deles, não havia os dados.

A AGU (Advocacia-Geral da União) tornou públicos os exames após o jornal O Estado de S. Paulo ir à Justiça para que o material fosse divulgado. Depois de decisões de instâncias inferiores a respeito, o caso chegou ao STF (Supremo Tribunal Federal). Os exames, que Bolsonaro se recusava a exibir, tiveram resultado negativo.

Segundo a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica, cada laboratório ou hospital tem suas regras para identificação de pacientes nos exames, mas o uso de pseudônimos é comum entre pessoas públicas, como políticos e artistas, para preservar a intimidade.

Há três anos, foto com nome e dados do prontuário médico da ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva, que havia sofrido um AVC e estava internada em São Paulo, vazou e foi compartilhada em grupos de WhatsApp. Ela acabou morrendo dias depois.

A advogada especializada em direito médico Mérces da Silva Nunes, que é doutora pela PUC-SP, aponta um outro fator a favor da ocultação do nome verdadeiro em exames como os feitos por Bolsonaro.

“Pessoas famosas já usam isso porque há uma possibilidade de haver um comprometimento do resultado em função de quem está fazendo o exame. Para evitar isso e ter certeza do resultado verdadeiro, muitos usam dados de terceiros”, diz.

No caso de Bolsonaro, afirma ela, “a chance era verdadeira”. “Alguém com o exame de um famoso em mão faz aquilo viralizar imediatamente”. A especialista diz que não há nada no Código de Ética Médica que vede a atribuição de pseudônimos. Esse código regula a atividade no país, e infrações sujeitam o profissional à cassação do registro.

A Sociedade de Patologia Clínica, em conjunto com outras instituições, editou uma orientação no ano passado afirmando que laboratórios devem criar protocolos para que pessoas transexuais possam utilizar sem impedimentos seus nomes sociais (o de preferência do paciente) em seus cadastros para exames.

Para a advogada, o problema maior, no caso de Bolsonaro, foi o uso do nome de outra pessoa que aparentemente não tinha nenhuma relação com o procedimento nem autorizou essa iniciativa. Dependendo das circunstâncias, poderia ser entendido como falsidade ideológica.

Há um jovem de 16 anos em Brasília que se chama Rafael Augusto Alves da Costa Ferraz. A família disse ao Painel que não sabe como o nome igual ao do rapaz foi parar no documento presidencial.

“Para usar o nome de alguém, ainda que seja autoridade ou pessoa pública, precisa do consentimento da outra pessoa. O impedimento maior é de ordem moral, ético, no sentido de usar a identidade de outra pessoa sem a concordância. Essa pessoa poderia, inclusive, responsabilizá-lo, pedir uma reparação por uso indevido”, diz a advogada.

A AGU informou ao STF que o governo adotou “medidas de segurança em relação aos exames, com o intuito de preservação da imagem e privacidade do presidente”.

Segundo essa manifestação, a decisão de usar os pseudônimos foi tomada consensualmente entre o Hospital das Forças Armadas, em Brasília, que é parceiro dos laboratórios, e a Presidência.

O laboratório Sabin diz que recebeu do hospital as amostras já identificadas.

Notícias relacionadas

AGU defende no STF que Lei da Dosimetria, que reduz penas de golpistas, é inconstitucional

Familiares pedem que deputados acompanhem caso de PMs presos

Pandemia no AM: Justiça nega indenização coletiva contra hospitais

TRT-11 vai leiloar barco, bicicletas, terrenos e aeronaves no AM

Deputado e Prerrogativas pedem proibição do filme sobre Bolsonaro antes das eleições

Assuntos coronavírus, exame médico, Jair Bolsonaro
Cleber Oliveira 15 de maio de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Golpistas em ataque às sedes dos Três Poderes no dia 8/1/2023: réu é absolvido (Foto: Joedson Alves/ABr)
Política

AGU defende no STF que Lei da Dosimetria, que reduz penas de golpistas, é inconstitucional

19 de maio de 2026
Ator Jin Caviezel como Bolsonaro em cena de Dark Horse: deputado do PT quer proibir exibição do filme antes das eleições (Imagem: YouTube/Reprodução)
Política

Deputado e Prerrogativas pedem proibição do filme sobre Bolsonaro antes das eleições

19 de maio de 2026
Flávio Bolsonaro justificou pedido de dinheiro a Vorcaro em vídeo no Instagram (Imagem: Instagram/Reprodução)
Política

Flávio Bolsonaro diz que pediu patrocínio a Vorcaro porque o banqueiro era um ‘astro’

15 de maio de 2026
Flávio Dino
Política

Dino abre novo processo para apurar desvio de emendas para filme sobre Jair Bolsonaro

15 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?