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© 2022 Amazonas Atual
Política

TCU contradiz Receita e nega haver decisão sobre isenção a pastores

18 de janeiro de 2024 Política
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MP do TCU aumentou pedido de investigações (Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado)
TCU informou que legalidade de isenção ainda não foi analisada (Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado)
Do ATUAL, com Estadão Conteúdo

MANAUS – O TCU (Tribunal de Contas da União) rebateu a Receita Federal e comunicou, nesta quarta-feira (17), que ainda não há decisão sobre o processo que avalia a legalidade e legitimidade da isenção de impostos sobre os salários recebidos por pastores.

O ato que suspendeu a regra foi publicado no Diário Oficial da União pelo secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, mais cedo, no mesmo dia. Ao revogar a isenção, a Receita afirmou que estava atendendo uma determinação da Corte de Contas.

“Em relação à informação de que a Receita Federal do Brasil teria suspendido, por determinação proposta pelo Ministério Público junto ao TCU (MPTCU), a eficácia do Ato Declaratório Interpretativo RFB nº 1, de 29 de julho de 2022, o Tribunal de Contas da União esclarece que o assunto é objeto de análise no processo TC 018.933/2022-0, de relatoria do ministro Aroldo Cedraz, ainda sem decisão do TCU.”

Na nota, o Tribunal afirmou ainda que só se manifesta por meio de acórdãos ou por decisões monocráticas dos ministros. Com a revogação da portaria, o valor volta a ser tributado por ser considerados como remuneração direta ou indireta.

“O processo trata de representação do MPTCU para avaliar a legalidade e legitimidade da ampliação de isenção de impostos para remuneração recebida por pastores conferida pela referida norma, diante de possível desvio de finalidade e ausência de motivação. O TCU se manifesta apenas por meio de seus acórdãos ou por decisões monocráticas dos seus ministros.”

templos e igrejas
TCU avalia legalidade de isenção de impostos sobre os salários recebidos por pastores (Foto: Google/Reprodução)

A regra havia sido instituída durante o governo de Jair Bolsonaro (PL), as vésperas da campanha eleitoral de 2022, quando o então presidente buscava consolidar o apoio do segmento evangélico para a tentativa de reeleição. O ato publicado pelo então secretário especial, Julio Cesar Vieira Gomes, liberava as igrejas de recolher contribuições previdenciárias sobre as chamadas prebendas – uma remuneração “especial” paga pelas igrejas a pastores e demais lideranças religiosas.

Esse pagamento não é considerado “salário”, mas sim uma remuneração “em face do mister religioso ou para a subsistência”. Técnicos da Receita dizem que as prebendas se tornaram um mecanismo para que as instituições religiosas não paguem contribuições previdenciárias e Imposto de Renda.

A então anulação da isenção de impostos gerou reações de integrantes da bancada evangélica. O segundo-vice-presidente da Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), disse em vídeo publicado em seu perfil no X (antigo Twitter) que a medida foi uma “safadeza do governo Lula contra líderes religiosos”.

O líder da bandada evangélica na Câmara dos Deputados, Silas Câmara (Republicanos-AM), inicialmente considerou “lamentável” a medida do governo federal, mas depois afirmou que “nunca houve essa tal isenção para nenhum ministro de culto em nenhum governo”.

Para o deputado do Amazonas, o compartilhamento de informações que associam a medida a ataques às igrejas é uma “velha prática de promover o caos”.

“Uma breve consulta ao regulamento do Imposto de Renda desfaz essa falácia que visa somente puxar os evangélicos para o debate para aguçar a oposição pública contrária”, afirmou Câmara.

De acordo com o deputado, foi revogado apenas um “ato interpretativo que tratava da questão previdenciária de ministros cuja lei correspondente continua vigente. “Revogar um ato interpretativo deixa os ministros de qualquer culto à mercê da interpretação particular e do humor dos auditores da fazenda”, disse Câmara.

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Assuntos isenção, pastores, Receita Federal, TCU
Felipe Campinas 18 de janeiro de 2024
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