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Economia

Taxa de juros sobe para 14,75% ao ano, maior índice desde 2006

8 de maio de 2025 Economia
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Banco Central estima que inflação alta inibirá investimentos (Foto: Marcello Casal Jr/ABr)
Banco Central aumentou a taxa Selic em 0,5 ponto percentual (Foto: Marcello Casal Jr/ABr)
Do Estadão Conteúdo

BRASÍLIA – Em decisão unânime, o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central anunciou nesta quarta-feira (7) aumento de 0,5 ponto porcentual para a Selic, que chegou a 14,75%. É o maior patamar nominal desde julho de 2006 (quando também estava em 14,75%), ainda no primeiro governo Lula.

Desde setembro, o BC já aumentou a taxa básica de juros em 4,25 pontos, o segundo maior ciclo de alta dos últimos 20 anos – perdendo apenas para os 11,75 pontos entre março de 2021 e agosto de 2022, que ocorreu após o fim da pandemia.

Em comunicado, o colegiado deixou de dar indicações sobre a evolução futura da taxa com a justificativa de “elevada incerteza”, principalmente por conta dos efeitos do tarifaço imposto pelo presidente dos EUA, Donald Trump.

“Para a próxima reunião (em junho), o cenário de elevada incerteza, aliado ao estágio avançado do ciclo de ajuste (dos juros) e seus impactos acumulados ainda por serem observados, demanda cautela adicional na atuação da política monetária e flexibilidade para incorporar os dados que impactem a dinâmica de inflação”, informou o BC.

Na sequência, o Copom fala em “vigilância”. “O comitê se manterá vigilante, e a calibragem do aperto monetário apropriado seguirá guiada pelo objetivo de trazer a inflação à meta no horizonte relevante”.

Ao subir a taxa em 0,5 ponto, o Copom seguiu a sinalização que havia sido dada em março, de que o juro seria elevado num ritmo menor do que o 1 ponto escolhido pelo colegiado nas reuniões anteriores. Sob o comando de Gabriel Galípolo, indicado à chefia do BC pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, já foram três aumentos.

O alvo central perseguido pelo BC é de uma inflação de 3%, com margem de tolerância de até 4,5% (teto). Mas as projeções do mercado continuam a indicar números bem diferentes. Segundo o boletim Focus, a estimativa para o IPCA neste ano está em 5,5%.

Ainda assim, pela primeira vez desde setembro de 2024 o Copom deixou de dizer que existe uma “assimetria de alta” no seu “balanço de riscos” para a inflação – ou seja, que haveria mais motivos para esperar aumento da inflação, em vez de queda. Isso fez com que alguns analistas passassem a considerar a possibilidade de o BC ter encerrado ontem o atual ciclo de aperto monetário.

“Está com uma linguagem muito próxima de fim de ciclo. Eu acho que o mercado vai interpretar dessa forma”, afirmou Solange Srour, diretora de macroeconomia para o Brasil no UBS Global Wealth Management (mais informações na pág. B8). Para o estrategista macro do BTG Pactual Portfolio Solutions, Alvaro Frasson, “parece que há um desejo muito grande (do BC) de parar com o ciclo de altas”.

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Assuntos banco central, Copom, juros, taxa selic
Cleber Oliveira 8 de maio de 2025
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