O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

STF decidirá se fecha a ‘porteira da ‘boiada’ ambiental de Bolsonaro

9 de abril de 2022 Política
Compartilhar
Parecer favorável cita que custos não devem ser arcados pelos produtores rurais (Foto: Herbert Rondon/Ibama)
Desmobilização de órgãos ambientais como Ibama e ICMBio estão na pauta do STF (Foto: Herbert Rondon/Ibama)
Por Ana Carolina Amaral, da Folhapress

SÃO PAULO – ‘Pacote verde’ é um eufemismo. O que está em julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal) é a ‘boiada’, como ficou conhecida a desregulamentação de políticas ambientais promovida pelo governo Bolsonaro.

Das sete ações do pacote ambiental em julgamento pelo STF, seis tratam de feitos do Executivo Federal dos últimos três anos, excetuando-se apenas a alteração nos padrões de qualidade do ar, feita em 2018 por resolução do Conama e tratada pela Ação Direta de Inconstitucionalidade 6.148.

As outras, mais recentes, também tratam de violações constitucionais: sobre descumprimento das metas climáticas do Acordo de Paris e do programa de combate ao desmatamento da Amazônia (ADPF 760), retirada de autonomia do Ibama na Operação Verde Brasil 2 (ADPF 735), exclusão da sociedade civil do conselho do Fundo Nacional de Meio Ambiente (ADPF 651), omissão no combate ao desmatamento (ADO 54), paralisação do Fundo Amazônia (ADO 59), e a concessão automática de licenciamento ambiental, feita por medida provisória (ADI 6.808).

As siglas ADPF e ADO correspondem a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental e Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão.

Caso o plenário acompanhe a interpretação da ministra Cármen Lúcia de que há um estado de coisas inconstitucional – como ela descreveu ao proferir seu voto condenando a omissão do governo em relação ao desmatamento da Amazônia –, o STF criará um marco histórico, assumindo uma falha estrutural e determinando ações ao Executivo para uma correção de rumo.

“Já houve o reconhecimento de um estado de coisas inconstitucional para o sistema prisional, por exemplo, mas seria novo na pauta ambiental”, avalia o advogado Maurício Guetta, consultor jurídico do Instituto Socioambiental e coordenador da elaboração da ADPF 760.

“O termo significa uma violação generalizada e sistêmica de direitos fundamentais; aponta uma falha estrutural e que demanda respostas estruturais”, afirma Guetta.

Está justamente aí a contribuição histórica que o STF pode deixar para o futuro da política ambiental: ao acusar uma falha estrutural, a Suprema Corte coloca uma placa de contramão na rota que o governo atual tenta legitimar.

“Parecer, caneta”. Foi assim que o então ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente) recomendou aos colegas de governo – na famosa reunião interministerial de 22 abril de 2020 – proceder para que a desregulamentação de normas aparentasse normalidade. “Sem parecer, é cana”, avisou na reunião.

Em seu voto no início do julgamento sobre possível omissão do governo no combate ao desmatamento, Cármen Lúcia descreveu o desmonte dos órgãos de fiscalização ambiental como uma ação de cupins, silenciosa e invisível.

O disfarce de uma nova gestão, sob o qual ocorreu a deterioração do Sistema Nacional do Meio Ambiente, mal serviu para enganar a plateia bolsonarista.

Ainda assim, o procurador-geral da República, Augusto Aras, levou ao STF as mentiras espalhadas no governo Bolsonaro sobre ONGs ambientais, em uma tentativa de deslegitimar as ações judiciais promovidas por elas. Repetiu a informação falsa de que essas organizações ambientalistas estariam concentradas na Amazônia (na verdade, a região Norte só tem 8% das ONGs do país).

Ironicamente, ele o fez justamente no dia em que o STF passou a julgar a exclusão da sociedade civil do conselho do Fundo Nacional do Meio Ambiente, acabando por confirmar a contrariedade do governo à participação pública.

Ao desmascarar retrocessos ambientais disfarçados de uma gestão legítima, o STF pode estabelecer um marco para o desenvolvimento da política ambiental. Dado que protege um direito fundamental, ela só pode mudar no sentido da melhoria e do aumento da eficiência.

Como afirmou a ministra Cármen Lúcia, o governo Bolsonaro poderia, sim, ter trocado a política de combate ao desmatamento, desde que o fizesse por uma estratégia minimamente eficiente, que mostrasse progressividade dos resultados.

Embora o governo Bolsonaro tenha promovido um nível alarmante de retrocessos ambientais, eles não são inéditos na política brasileira, nem nos julgamentos da Suprema Corte.

Em 2018, o STF julgou que a maioria dos artigos do Código Florestal – aprovado pelo parlamento em 2012 com redução das exigências de proteção ambiental – era, sim, constitucional. A Suprema Corte também julgou como inconstitucionais as mudanças em áreas das Unidades de Conservação, feitas por medida provisória no governo de Dilma Rousseff.

Ou seja, os retrocessos ambientais são ameaças constantes, presentes e futuras, da política ambiental brasileira, já que os interesses de setores econômicos beneficiados pela exploração desenfreada seguem influentes sobre diferentes governos.

Nenhum governo anterior, no entanto, havia assumido publicamente o desejo de diminuir a proteção ambiental. A mensagem política permitiu o desmatamento e o desmantelamento institucional recordes, mas também provocou respostas urgentes da sociedade, do plano internacional e do Judiciário.

Para além da possível correção aplicada à política atual, o sinal que o STF oferece aos futuros governos com este julgamento pode ser ainda mais significativo. Isso porque o método ‘parecer, caneta’ sugerido por Salles é velho conhecido de parlamentares e gestores do Executivo, que fazem uso constante de subterfúgios jurídicos ou até mesmo de falsas controvérsias ambientais para tentar legitimar retrocessos ambientais.

Ao posicionar os direitos ambientais entre os pilares da República e condicioná-los à participação democrática – sua garantidora – o julgamento do STF aponta um rumo inexorável para a política ambiental: de avanço.

Notícias relacionadas

Redes sociais democratizaram debate público, mas disseminam desinformação, diz Barroso

Voto de Cármen Lúcia sobre Ficha Limpa é de ‘elevada relevância’, diz Movimento Anticorrupção

Prefeitura repassará R$ 348,4 milhões à Câmara Municipal este ano

Justiça nega extradição para o Brasil e ex-deputada Carla Zambelli é libertada na Itália

Suplente de Alcolumbre é indiciado pela PF por associação criminosa e corrupção

Assuntos boiada ambiental, ministério do meio ambiente, STF
Cleber Oliveira 9 de abril de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Carla Zambelli com o advogado Pieremilio Sammarco ao deixar a prisão (Foto: pierimilio68/Instagram)
Política

Justiça nega extradição para o Brasil e ex-deputada Carla Zambelli é libertada na Itália

23 de maio de 2026
Mário Frias informou que vai prestar esclarecimentos sobre viagens (Foto: Marcelo Casal Jr./ABr)
Política

Câmara informa ao STF que ‘aprecia’ pedidos de viagens de Mário Frias ao exterior

22 de maio de 2026
Plenário da Câmara: PEC da Segurança foi aprovada sem redução da maioridade penal (Foto: Bruno Spada/Agência Câmara)
Política

Ipam alerta: descontrole ambiental da Câmara agrava cenário para o agronegócio

21 de maio de 2026
Luiz Fux fez duro discurso contra falas de Jair Bolsonaro (Foto: Fellipe Sampaio/SCO STF)
Política

Luiz Fux diverge de Gilmar Mendes e defende limitar foro privilegiado para autoridades

20 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?