O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
>Dia a Dia

Sócia da empresa denunciada pelo MPF por crime ambiental é ex-mulher de Virgílio Viana

5 de maio de 2019 >Dia a Dia
Compartilhar
Etel Carmona e Virgílio Viana (de barba) em atividade na Amazônia (Foto: Reprodução)
Da Redação

MANAUS – A empresa Amata S/A, denunciada pelo MPF (Ministério Público Federal) por extrair ilegalmente madeira na Amazônia, tem entre os seus seis sócios-administradores a designer Etelvina Aparecida Almeida Carmona, conhecida como Etel Carmona, ex-mulher do engenheiro florestal Virgílio Maurício Viana, que é superintendente da FAS (Fundação Amazônia Sustentável).

O MPF pediu a devolução de R$ 47,3 milhões e a condenação de, no mínimo, R$ 1 milhão por danos morais coletivos, valores a serem pagos solidariamente pelos sócios da empresa.

Etel Carmona e Virgílio Viana são conhecidos pela atuação à frente de projetos envolvendo a exploração de riquezas da Amazônia. Um desses projetos foi a criação da Aver Amazônia, no Acre, que marcou o início das atividades do casal na região, em 1999.

Entre 2003 e 2010, Virgílio Vianna foi secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semas) no governo de Eduardo Braga. No último ano de gestão, o ex-secretário criou a FAS (Fundação Amazonas Sustentável), com aporte de R$ 20 milhões do governo do Amazonas e outros R$ 20 milhões do Bradesco, que posteriormente teve apoio da Coca-Cola Brasil, do Fundo Amazônia e da Samsung.

Enquanto Virgílio estava à frente da Semas, em 2005, Etel Carmona iniciava as primeiras atividades da Amata S/A. Ela deixou de ser sócia-administrativa em 2013 e, atualmente, é membro do Conselho Administrativo da empresa. Segundo o MPF, os atos ilegais foram cometidos enquanto ela atuava à frente da empresa como sócia.

Denúncia do MPF

De acordo com a denúncia do MPF, em dezembro de 2017, a Polícia Federal aprendeu no Porto Chibatão e no Superterminais, em Manaus, 458 contêineres com madeira ilegal. O material seria exportado para outras 63 empresas localizadas em outros estados e países.

O MPF diz que o volume de madeira apreendido, cerca de 10 mil metros cúbicos, daria para cobrir a distância de 1,5 mil quilômetros, ou seja, a mesma distância do percurso entre Brasília e Belém.

Dos 458 contêineres, cinco pertenciam à Amata S/A. Como a empresa não possui pátios registrados no sistema do Ibama e área cadastrada no Sicar, a exploração “deveria estar situada apenas no interior da Floresta Nacional do Jamari, mas atividade já extrapolou o limite de 2,4 km”.

De acordo com o MPF, para manter o esquema de transporte e venda ilegal de madeira, as empresas envolvidas cancelavam o DOF (Documento de Origem Florestal) depois que o material já estava sendo transportado para fantasiar a legalidade do transporte durante o trajeto. Além disso, com esse esquema, as empresas também recebiam indevidamente os créditos virtuais no Sistema DOF.

Os DOF’s emitidos pela empresa de Etel Carmona correspondem a 22,5 mil metros cúbicos e 14 mil metros cúbicos de madeira nativa retiradas no período de setembro de 2012 a junho de 2016. Nesses documentos, a região indicada pela Amata S/A, na realidade, é uma pastagem, ou seja, a madeira era extraída de outro lugar.

Imagens capturadas em julho de 2017 indicam que há uma estrada na região que é potencialmente utilizada para a exploração ilegal de madeira. Segundo o MPF, a área ilegalmente explorada pela Amata S/A teria ultrapassado 3 mil hectares com plantio de uma cultura não identificada.

“Todas essas inconsistências sugerem que houve, na verdade, apenas uma transferência de créditos de tora, estimando-se que o dano ambiental decorrente das atividades da Amata S/A tenha atingido R$ 47.301.987,60 (quarenta e sete milhões, trezentos e um mil, novecentos e oitenta e sete reais e sessenta centavos)”, diz trecho da ação.

O procurador Leonardo de Faria Galiano, que assina a ACP (Ação Civil Pública), diz que os resultados da fase ostensiva da Operação Arquimedes no último dia 25 de abril não esgotam a atuação do MPF em relação aos empresários envolvidos. “Terá também repercussões criminais ainda a serem adotadas”, diz o procurador.

Amazônia

Etel Carmona e Virgílio Viana chegaram à Amazônia em 1999 a convite do então governador do Acre, Jorge Viana, para desenvolver projeto em uma comunidade no município de Xapuri (a 105 quilômetros de Rio Branco. Eles fundaram a Aver Amazônia, empresa que prometia promover projetos sustentáveis com madeira de manejo florestal na região.

De acordo com o Blog Altino Machado, a Aver Amazônia ganhou benefícios fiscais para atuar na região, contratou 150 trabalhadores, mas sete anos depois abandonou o projeto sem dar explicações. A empresa não pagou o que deveria aos trabalhadores e isso motivou uma ação coletiva na Justiça do Trabalho.

A Aver Amazônia deixou a comunidade em 2006, um ano depois que Etel Carmona e os empresários Roberto S. Waack e Dario Guarita Neto fundaram a Amata.

Em 2007, a Amata assinou contrato de parceria com a empresa sueca Svenska Cellulosa Aktiebolaget e iniciou o plantio de árvores nativas no município de Castanhal, no Pará. Um ano depois também ganhou licitação em Rondônia para realizar exploração de madeira na Floresta Nacional do Jamari, onde o MPF diz que a atividade extrapolou o limite em 2,4 km.

Em 2012, as atividades da Amata alcançaram o estado de Mato Grosso do Sul, com a exploração de cinco propriedades na região do Alto Sucuriú, no município de Três Lagoas. A empresa tinha expectativa de plantar 14 mil hectares de eucalipto na região.

Em 2013, a empresa chegou ao Paraná e assumiu o controle da Florespar, empresa florestal que tinha como atividade o plantio de pinus e eucaliptos.

Direito de resposta: Etel Carmona diz que não é sócia da Amata

Nota da Amata

Em relação à Operação Arquimedes, da Polícia Federal e Ministério Público Federal, a Amata S/A divulgou a seguinte nota.

Nota de esclarecimento sobre Operação Arquimedes

Posicionamento Oficial:
Operações como a Arquimedes, deflagrada no último dia 25 de abril pela Polícia Federal, fazem parte de um esforço necessário para controlar o desmatamento e a exploração ilegal de madeira no Brasil. Essa agenda é defendida pela AMATA desde a sua fundação, em 2005 – e por isso celebramos tal avanço nos controles ambientais.

Primeira empresa a obter uma concessão pública federal para fazer o manejo florestal sustentável, a AMATA segue os mais rigorosos padrões de produção e governança certificados por organizações internacionais independentes. Nascemos para demonstrar que é possível conciliar desenvolvimento econômico e manter a floresta em pé.

Desta maneira, é um equívoco a AMATA estar entre as companhias investigadas; porém, seguimos na certeza de que esse equívoco será esclarecido ao longo da apuração dos fatos. 

AMATA.

Notícias relacionadas

MPF e AGU são a favor de empréstimo de R$ 1,46 bilhão do Governo do AM

Justiça manda Estado do AM melhorar atendimento de pessoas LGBT+

PF combate crimes ambientais e trabalho escravo no Amazonas

MPF cobra R$ 153,9 milhões do Dnit e empresas por queda de ponte no AM

Amom aciona MP e MPF sobre denúncia de cobrança no Bolsa Família

Assuntos amata, crime ambiental, Etel Carmona, exploração ilegal de madeira, MPF, Virgílio Viana
Felipe Campinas 5 de maio de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

MPF predio
Economia

MPF e AGU são a favor de empréstimo de R$ 1,46 bilhão do Governo do AM

29 de agosto de 2026
Discriminação e violência contra pessoas LGBTQIA+ são equiparadas ao racismo Foto: Marcello Camargo/ABr)
Dia a Dia

Justiça manda Estado do AM melhorar atendimento de pessoas LGBT+

28 de agosto de 2026
Agente federal inspeciona computador em casa de suspeito em Manicoré (Foto: PF/Divulgação)
Dia a Dia

PF combate crimes ambientais e trabalho escravo no Amazonas

27 de agosto de 2026
Ponte sobre o Rio Curaçá em setembro de 2022 e reconstruída três nanos depois (Fotosa: Valter Calheiros e Dnbit/Divulgaçãoi)
Dia a Dia

MPF cobra R$ 153,9 milhões do Dnit e empresas por queda de ponte no AM

26 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?