O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Sem grupo Educação, IPC-S da 2ª leitura do mês seria de 1,16%, diz FGV

18 de janeiro de 2016 Economia
Compartilhar
Procon orienta pais sobre materiais escolares Foto Divulgação Procon Manaus
No fim do primeiro mês do ano passado, o grupo fechou com inflação de 3,73% (Foto:Procon Manaus)

BRASÍLIA – A pressão em gastos escolares no Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) na segunda leitura de janeiro, de 3,06%, pode duplicar e fechar 2016 com uma taxa superior à de 10,53% apurada no IPC-S fechado de 2015, avaliou nesta segunda-feira, 18, o economista André Braz, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV). A maior influência foi registrada em mensalidades do ensino básico e fundamental, cujas taxas ficaram na faixa de 5% e 6%, respectivamente. Já as do ensino superior ficou perto de 4%.

Os números estão além dos registrados na segunda quadrissemana de janeiro de 2015, quando o grupo Educação, Leitura e Recreação ficou em 1,93%, ante IPC-S de 1,28%. No fim do primeiro mês do ano passado, o grupo fechou com inflação de 3,73%, mais que o dobro do IPC-S do período, de 1,51%. “No geral, os gastos com educação na segunda leitura deste mês subiram mais de 5% em 15 dias. Quer dizer que nos próximos 15 dias, tem potencial de subir igual ou acima disso. Temos vistos algumas escolas com reajustes em torno de 14%”, adiantou.

Ainda que a recessão econômica seja um inibidor para os repasses de aumento de custos, os reajustes acompanham a inflação elevada do ano passado e acontecem pois, de certa, forma, é um tipo de serviço em que o consumidor tentar manter a fidelidade, explicou. “Ensino de curso médio e fundamental é um pouco mais rígido. Já nas faculdades, cujas mensalidades subiram um pouco menos, não há muita fidelidade”, disse.

A alta média de 5% nas mensalidades do ensino médio, fundamental e superior foi responsável por 70% da variação de 3,06% do grupo Educação, Leitura e Recreação – a maior apurada no IPC-S de 1 30% da segunda leitura do mês, ante 0,99% na primeira. Os outros 30% restantes foram decompostos em leitura e recreação, conforme o economista. Se não fosse a variação de 3,06% do grupo, o IPC-S seria de 1,16%, e não de 1,30%, contou.

No segmento de recreação, Braz citou os avanços em salas de espetáculo (de 0,61% para 1,41%), cinema (de 0,60% para 0,90%) e teatro (de 1,13% para 1,39%). “Estão captando um pouco da inflação passada. Parece que o desemprego ainda não bateu fortemente no orçamento das famílias. Ainda tem uma parcela que, mesmo desempregada, ainda está recebendo seguro-desemprego, e isso pode estar dando certo fôlego aos preços”, afirmou.

Sozinho, o grupo Educação, Leitura e Recreação todo foi responsável por 18% da alta de 1,30% do IPC-S do período, de acordo com a FGV. Além dessa classe de despesa, Braz citou Alimentação, cuja variação saiu de 1,92% na primeira leitura do mês para 2,19% na segunda quadrissemana – últimos 30 dias terminados na sexta-feira, 15, – e representou 43% do resultado do IPC-S do período.

O segmento de produtos in natura, especialmente hortaliças e legumes (de 10,53% para 15,45%), foi a que mais pressionou o grupo Alimentação na segunda medição de janeiro, devido ao excesso de chuvas em algumas regiões produtoras do País, de acordo com o economista. Produtos como tomate (25,13%), cebola (24,72%), cenoura (34,02%), batata (6,12%) e alface (3,21%) foram os que mais empurraram o conjunto de preços de alimentos para cima, disse. Ele ainda mencionou o encarecimento de itens alimentícios como feijão preto (3,63%), arroz (1,77%), feijão carioca (9,38%) e carne bovina (1,26%). “Todos com alta acima de 1%. Ou seja, não são só os in natura”, ponderou.

A despeito das fortes pressões no IPC-S da segunda quadrissemana o economista da FGV considerou que são altas já esperadas, que estão dentro da sazonalidade. Por isso, manteve a expectativa de IPC-S em torno de 1,80% no fim deste mês. “O único que foi fugiu (do fator sazonal) foi o grupo Transportes, por causa dos reajustes em tarifa de ônibus urbano (de 1,30% para 2,86%) em quatro cidades importantes: Rio, São Paulo, Salvador e Belo Horizonte. Outras também devem promover aumentos, mesmo sendo ano eleitoral. A inflação elevada do ano passado forçou o repasse”, concluiu.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

Notícias relacionadas

Governo congela R$ 23,7 bilhões em despesas no Orçamento

Consumo de café aumentou no Brasil de janeiro a abril de 2026

Previsão de gastos com benefícios previdenciários sobe R$ 11,8 bilhões

Governo mantém cronograma de leilão de hidrovias no Norte

Conselho Monetário aprova R$ 1 bilhão em crédito para empresas aéreas

Assuntos Amazonas Atual, educação, FGV, janeiro
Valmir Lima 18 de janeiro de 2016
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

estudantes
Dia a Dia

Municípios perdem recursos por não reduzirem desigualdades na educação

20 de maio de 2026
Dia a Dia

PF prende deputado do Rio e mira fraudes na Educação operadas pelo crime organizado

5 de maio de 2026
Creche municipal
Dia a Dia

Uma em cada 10 crianças de 4 e 5 anos não vai à creche em 876 cidades

29 de abril de 2026
Presidente Lula na solenidade de sanção do Plano Nacional de Educação: metas para os próximos 10 anos (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
Dia a Dia

Novo Plano de Educação tem 19 objetivos, 73 metas e 372 estratégias

15 de abril de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?