O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Diazmanchete

Sejus demora até 2 anos para iniciar investigação sobre mortes em presídios

28 de janeiro de 2015 Dia a Dia zmanchete
Compartilhar
Em 17 de março de 2014, o detento Diego Figueiredo Marinho, de 26 anos, foi morto no Compaj e a Sejus prometeu instaurar sindicância para apurar o caso, mas só neste mês a secretaria criou comissão para iniciar a investigação (Foto: Reprodução)
Em 17 de março de 2014, o detento Diego Figueiredo Marinho, de 26 anos, foi morto no Compaj e a Sejus prometeu instaurar sindicância para apurar o caso, mas só neste mês a secretaria criou comissão para iniciar a investigação (Foto: Reprodução)

A Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejus) demora até dois anos para instaurar processos administrativos para apurar responsabilidades contra a empresa que cuida dos presídios no amazonas, a Auxílio Agenciamento de Recursos Humanos Ltda.

Uma portaria da secretaria publicada no último dia 22 deste mês no Diário Oficial do Estado determina a instauração de processo administrativo sancionatório para apurar a morte de um preso ocorrida no dia 1º de janeiro de 2013 no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj). Em outra portaria, a Sejus instaura processo da mesma natureza para apurar morte ocorrida no dia 17 de março do ano passado no mesmo presídio.

Uma terceira portaria determina a instauração de processo para investigar a morte de cinco detentos no Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), ocorridas no dia 27 de junho de 2014.

Para cada portaria, a Sejus montou uma comissão para apurar os crimes e a responsabilidade da empresa contatada.

Contratos milionários

A Auxílio Agenciamento de Recursos Humanos (antiga Conap) recebeu, em 2013, da Sejus, R$ 87.298.768,14. O valor, que inclui 6,5 milhões em restos a pagar do ano anterior, representou 57% de todas as despesas da secretaria. Em 2014, a empresa teve sua participação reduzida na secretaria e recebeu R$ 34.796.434,77.

No vácuo aberto pela redução de participação da Auxílio, em 2014, passou a atuar a Umanizzare Gestão Prisional e Serviços Ltda., que recebeu em um ano R$ 137.284.505,62. O valor representa mais da metade do orçamento da Sejus, de R$ 220.582.686,78. Em 2013, a participação da Umanizzare foi acanhada: apenas R$ 14 milhões para prestar serviços de apoio de atividades administrativas, técnicas e operacionais nas áreas: jurídica, psicológica, médica, odontológica, psiquiátrica, assistencial, esportiva e social nos presídios. O contrato era de R$ 32 milhões.

Em 2014, a Umanizzare fechou um novo contrato, no valor de R$ 139 milhões para administração de presídios.

Mesmo com tanto dinheiro, os presídios têm problemas de toda ordem, como a entrada de drogas, armas e aparelhos de comunicação sem fio, privilégio a grupos de detentos, brigas, mortes entre outros.

Sem resposta

O AMAZONAS ATUAL entrou em contato com a Sejus para obter explicações sobre a demora na instauração de processos para apurar as mortes dos detentos e o tempo para conclusão dos trabalhos, mas não obteve êxito. A assessoria de comunicação informou que a solicitação deverá passar pelo conhecimento das comissões de sindicância da Sejus para que verifiquem cada portaria e só então poderão responder o porquê da demora do procedimento investigatório.

Notícias relacionadas

Governo envia 598 toneladas de alimentos para desabrigados pela cheia no AM

Bomba caseira explode e fere dez alunos em escola pública no Rio

Governador diz que prefeito quer ‘jogar’ para o governo obrigação de tapar buracos

Dia das Mães: governo antecipa pagamento do Auxílio Estadual

Árvores ajudam a resfriar cidades e conter calor, mostra estudo

Assuntos detentos, Investigação, mortes, processo administrativo, Sejus, terceirizadas
Valmir Lima 28 de janeiro de 2015
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Dia a Dia

Justiça manda prender PMs por morte de jovem em ação policial em Manaus

21 de abril de 2026
O acidente aconteceu próximo ao Aterro Sanitário de Manaus (Foto: WhatsApp/Reprodução)
Dia a Dia

Em três meses, 67 pessoas morreram em acidentes de trânsito em Manaus

10 de abril de 2026
Médica Juliana Brasil é investigada pela morte de Benício Xavier, que tinha 6 anos (Foto: WhatsApp/Reprodução)
Dia a Dia

Caso Benício: defesa de médica alega vazamento e pede afastamento de delegado

25 de março de 2026
Médica Juliana Brasil é investigada pela morte de Benício Xavier, que tinha 6 anos (Foto: WhatsApp/Reprodução)
Dia a Dia

Caso Benício: médica pediu ajuda a 4 colegas após erro com adrenalina

24 de março de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?